Por várias e várias me disseram que eu era estranha, e agora findando o ano de 2012, talvez eu tenha descoberto mais ainda sobre o que sou ou simplismente reafirmado o que já era. quanto ás críticas, não que eu me importe, só acredito que tenho meu próprio jeito de encarar as coisas e a vida.
Alguns acham que sou sonhadora e vivio me iludindo, acho bem curioso uma vez que não tenho arrependimentos com relação ás minhas "ilusões". Talvez seja pelo fato simples de procurar ver as coisas de vários ângulos, isso ajuda a não se deixar levar por primeiras impressões e aprender mais. É peixe pro cérebro, ou seja, ajuda a pensar. Todo mundo adora frases de limão e limonada, contudo poucos analisam as possibilidades num momento de perrengue. No fundo, temos que saber lidar com as emoções, dificuldades e o que mais aparecer. Sou meio estranha porque lido de forma inusitada com as coisas.
Tipo, tenho meus próprios conceitos e minha idéia de dignidade, as pessoas dizem que é ilusão, mas nunca me arrependi de segui-los. Talvez me arrependesse do contrário.
Já me senti sim, TOTALMENTE sozinha e vi que depois que passa, torna-se uma experiência muito vália, você aprende a ser mais você. Percebi também que a idéia de ficar só, ao contrário de muitos, não me apavora.
Aprendi a ouvir minha voz interior e isso evita que eu me faça de boba. Minha avó dizia: Teimosia não é bom. Pois é, aprendi a diferença entre isso e a verdadeira intuição.
Não acredito em influência. Pra mim, influência vai até um limite, depois você escolhe se continua sob esta influência.
Não ligo muito pra lixo nem pra onde ele vai, não ando de bicicleta e gasto água pra caramba, porém já fiz umas coisas muito legais usando objetos que normalmente são jogados fora (leia-se presentes e meu porta maquiagem inteiro).
Ás vezes sou meio Gabriela. Nasci assim, cresci assim e sou assim. Sem me curvar a formalidades e logísticas.
Juventude não me ilude e velhicenão me assusta. Portanto, aproveito minha "juventude" do jeito que me dá vontade. E não me arrependo do que não fiz quando tinha 16 anos da mesma forma como não vou me arrepender quando tiver 30 do que não fiz quando tinha 22. Envelhecer é ótimo quando se pensa nas possibilidades.
Sou batizada, fiz eucaristia e estive perto de ser crismada, porém uma vez me perguntaram qual era minha religião e eu repondi: Espírita. As freiras do colégio diziam que não podia ser os dois, mas sempre me senti livre pra escolher meu caminho.
No decorrer de anos de estudo, percebi que há bons alunos e bons profissionais. Ser bom aluno é obrigação, ser bom profissional é escolha.
Quando eu morrer quero ser cremada, não me agrada a idéia de um túmulo com meu nome e pessoas chorando em cima dele. Não pretendo nem ocupar espaço aqui na terra, mas quero ter a certeza de que até o último instante pude aprender algo ou ensinar. Por isso, quando ficar mais velha vou colocar no meu testamento: Em pleno gozo de minhas faculdades mentais, desejo que ao deixar meu corpo físico, tudo que dele puder ser aproveitado para doação seja doado e o que não puder seja cremado.
Empolgações não duram por períodos difíceis, aprendi isso também.
Meu doce favorito é jujuba.Escuto músicas em pelo menos nove línguas
Escrever em blog me ajuda a escrever melhor meus trabalhos
Adoro reviewsar fanfictions e fiz bons amigos nesse meio
Quando já estiver com a vida estabilizada, pretendo fazer outra universidade. Quero cursar gastronomia, como disse um amigo meu: só pela diversão
E o mais importante e mais significativo em mim é o trecho que retirei da minissérie Rei David:
"Você já viu um ourives refinando a prata? Ele coloca a prata num fogo ardente para retirar todas as impurezas, mas não sai de perto dela nem um só segundo, porque se sair ela queima e é destruída.
Mas quando um ourives sabe que a prata está pronta para ser trabalhada?
Quando ele vê sua imagem refletida nela. Foi isso, meu filho, que Deus fez por você".
Linda mensagem a do final! Amei =D
ResponderExcluirAté que dá pra saber mais de você xD
Enfim, beijos ;)
Obrigada! Também acho linda essa mensagem e guardo ela sempre comigo! Valeu pelo comentário, Lu!
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