domingo, 22 de maio de 2016

Top: Mães de arrasar da ficção


Sabemos que mês de maio também é mês das mães, embora na presente data, já estejam pipocando anúncios de dia dos namorados, acreditei ser válido lembrar delas. Mãe é aquele ser adorável e amoroso que também pode ser uma fera quando o assunto é defender sua cria. Ou uma fera também quando se trata de disciplinar seus pimpolhos ainda que doa em ambos.

Ser mãe é aprender constantemente, aprender com o meio, com as pessoas e com os próprios filhos, acredito que ser mãe é sempre estar sempre posta a prova. E sendo confrontada em seus valores e capacidade de fazer o certo e o desejado. É ser cobrada pela sociedade e se cobrar também. Claro que cada uma faz do seu jeito e maneira, porém o objetivo é sempre dar o melhor de si e a melhor educação aos seus filhotes, por isso acredito que o modo elas o fazem tem sua validade. Daí separei algumas mães que ao seu modo, seja amoroso, severo ou cômico, desempenham magistralmente seu papel de mãe.

1. Rochelle - Todo Mundo Odeia o Chris


"Se você acha que eu vou deixar que os vizinhos digam que o meu filho é mal educado e que eu não sou uma boa mãe você só pode ter perdido o juízo". Roxelle é aquela mãe bem escrachada, desbocada, que tem seu próprio jeito de educar e fazer as coisas. Ora meiga, ora severa, não hesita em dar uns bons tabefes, surras com cintas feita de macarrão ou pegar o xarope quando seus filhos precisam. Contudo, é sempre com a melhor das intenções, para que seus filhos tenham uma boa educação, aprendam o valor do trabalho e respeito e com isso uma vida melhor que ela e seu marido Julius.

2. Molly Weasley - Harry Potter


Molly faz o estilo mãezona não só dos filhos mas dos amigos deles. Uma mãezona que não só cobre de mimos e carinhos, mas os protege. Quando Rony, Fred e Jorge resgataram Harry, depois da bronca ela logo acolheu a todos com um belo café da manhã, Harry ganhou presentes no Natal dela pois era o melhor amigo de seu filho, o maior medo de Molly era ver sua família machucada e claro, quantos não vibraram no cinema quando ao enfrentar Bellatrix ela disse a célebre frase: "Com a minha filha, não, sua vadia!". Com esse jeitinho doce e protetor, ela no decorrer mostrou que a força e amor maternos são muito poderosos e nunca devemos subestimá-los.

3. Lily Potter - Harry Potter


Se Molly faz o estilo mãezona, Lily fez o estilo leoa. É a velha história de como se pode enfrentar a fúria da natureza de uma mãe leoa defendendo sua cria. "Harry, você é tão amado. Harry a mamãe ama você, o papai ama você. Harry fique a salvo, seja forte." Lily não pensou duas vezes antes de se colocar na frente do filho para protegê-lo, tudo provavelmente acabaria ali se ela não o tivesse feito. O amor foi tão grande que a maldição de Voldemort ricocheteou e Harry teve uma chance. A maioria das mães se identifica com isso, com esse instinto de "faça comigo, mas não faça com ele", de não se importar em sentir dor desde que suas crias estejam a salvo. Lily perdeu a vida, mas para ela não houve um arrependimento sequer pois Harry sobreviveu.

4. Fada madrinha - Cinderela


Mas a Cinderela não era órfã de mãe? Exatamente! Um dia desses estava vendo o filme novamente e me passou isso pela cabeça. A Fada Madrinha quando aparece para Cinderela daquela forma tão maternal de afagar a cabeça na hora do choro faz pensar que ela sempre esteve ali, que de algum modo ela a conhecia desde sempre. E se fosse a mãe dela que tivesse se transformado numa fada para dar-lhe ajuda e consolo nos momentos de dificuldades? Aquele aparecimento no momento em que Cinderela mais precisava, na hora que ela mais queria algo e parecia ter perdido a fé é bem oportuno. Ajudas de mãe, com certeza.

5. Malévola

E falando em sentimentos maternais, não poderia deixar de citar a Malévola. Ela não era mãe de sangue de Aurora, na verdade dizia que a odiava, mas não se pode negar que seu coração partido, cheio de revolta foi curado pelo amor verdadeiro que sentia pela menina. Um amor sem interesses, profundo, que tinha todo aquele instinto de proteger da maldição que ela mesma lançara e se encheu de arrependimento quando esta se concretizara. Afinal, Aurora "roubara o que havia restado de seu coração e enquanto vivesse, nenhum mal aconteceria a ela".

6. Freya - A Rainha do Gelo e o Caçador


Pode parecer estranho citar uma vilã, mas talvez toda a maldade, raiva e ódio de Freya derivou de um amor que ficou enfermo devido a decepção. E parte desse amor era o amor de mãe pela sua filhinha que se frustrou por uma perda. Ela estava com seu coração totalmente preenchido pela filha recém-nascida, não se importava de não ter poder nenhum como as outras mulheres da sua família, porém por uma armação, o quarto de sua filha foi incendiado e a criança morta. Nesse momento, o amor escureceu e ficou dolorido de tal forma que uma porta foi aberta e ela liberou seu poder de gelo. Acredito que o fato dela tirar crianças de seus pais e formar um exército de certa forma a fazia se sentir preenchida por o mínimo amor que ela havia perdido. Uma mãe que perde um filho por mais que se recupere sempre tem uma parte dentro de si que fica dolorida e meio escura como uma cicatriz.

7. Chi-Chi - Dragon Ball Z


"Ahhhhhh, meu filho se transformou em um rebelde!" O fato dos filhos estarem entre os homens mais fortes do universo não importava, aquele cabelo loiro faria com que os outros pensassem que eles eram de alguma gangue e isso era péssimo! Brincadeiras a parte, Chi-Chi é uma mãe durona e ao mesmo tempo protetora, mesmo menino, Goten já recebia lições dela de luta pra ele ser forte. Ela era muito preocupada com educação também, queria que Gohan estudasse muito pra ser uma pessoa inteligente e importante, mas não deixava de proteger os filhos mesmo eles sendo supersaiajins. Acho que é muito daquilo de saiajin ou não, pra mãe filho nunca deixa de ser bebê.

8. Bulma - Dragon Ball Z


Bulma era uma mãe mais moderna, mas nem por isso deixava de proteger sua cria. Talvez por ser independente, transferia isso para seus filhos também. Trunks e Bra podiam até ser meio mimadinhos de início, porém eram bem educados e com grandes valores. Com uma mãe que transferia segurança e um pai meio orgulhoso, não podia ser muito diferente.

9. Marge Simpson - Os Simpsons

Marge é uma mãe amorosa que vive para seus filhos, a casa e o marido. Talvez merecesse mais destaque uma vez que quando há trapalhadas do Homer, é ela quem segura as pontas. E merecia mais valor e atenção dos filhos também. Acredito que Marge é a personificação de que o amor por mais difícil que seja a situação e mais atrapalhada que seja uma família ainda pode resolver tudo.

10. Dona Florinda - Chaves


Dona Florinda é uma mãe muito preocupada com seu tesouro, isso ninguém pode negar, contudo é fato de que por excesso de amor ela peca na imposição de limites, por isso Kiko sempre acha que pode fazer tudo, se achar melhor que seus amigos na vila e exigir sempre os melhores brinquedos. Ainda assim, é inegável que em alguns episódios ela exerce bem sua autoridade de mãe e passa alguns ensinamentos de valor ao filho como por exemplo o de dividir as coisas com os outros.

11. Elinor - Valente


"Eu sou a rainha! Você ouve a mim!" Elinor era meio intransigente e muito severa quanto ao que esperava que Merida fizesse. Por ela ser a rainha, queria que sua filha seguisse seus passos e se portasse como uma dama, mesmo a menina possuindo um coração selvagem. Não suportando ser desafiada, foi preciso um feitiço e uma série de desventuras para que ela entendesse que devia aceitar Merida como era. A cena do urso atacando a princesa e Elinor correndo em seu socorro mostra que não importa o quão mãe e filha sejam diferentes, em nome do amor podem mudar e resolver suas adversidades.

12. Bellemere - One Piece


"Eu decidi que vou ser mãe dessas duas crianças" Bellemere era uma jovem indisciplinada da vila kokoyashi, decidiu que ia ser marinheira e sair combatendo piratas por aí. Numa batalha em que ela ficou entre a vida e a morte viu duas meninas perdidas. Pegou as duas e levou para sua ilha, só que decidiu ser mãe delas ao invés de deixá-las com o governo. Do jeito brincalhão e em meio a dificuldades financeiras, ela sempre ensinou às suas meninas Nojiko e Nami que meninas precisam ser fortes também. E quão grande era sua força que quando Arlong invadiu a ilha exigindo impostos pelos moradores, ela não tinha o suficiente para as três e se sacrificou em nome das filhas. 

13. Kala - Tarzan


Uma mãe ferida pela dor da perda de seu filhote ainda tinha amor suficiente para dar a outro mesmo que sendo de outra espécie. Ela protegia Tarzan de Kerchak, ela cantava para que ele não tivesse medo, ela dava a ele muito amor mesmo ele sendo diferente, para Kala os dois tendo coração já bastava. E quão não foi a gratidão de Tarzan quando mesmo tendo chance de se unir aos outros da civilização disse à Kala: "Não importa o que aconteça, você será sempre minha mãe".

14. Mortícia Addans - Família Addans


Mortícia é uma mãe gótica, excêntrica e muito divertida. Do jeito dela meio mórbido educou seus filhos Feioso e Vandinha colocando o bam estar deles em primeiro lugar. Sem nunca perder o clima sensual com seu marido soube criar os filhos e se preocupa com eles de sobremaneira, claro, com aquele tom em preto e cinza. "Você se preocupa com sua filha? Você se importa com o estado mental dela? Você quer que ela faça uma besteira e passe o resto da vida tomando medicação pesada?". 

15. Frigga - Thor

Frigga é como a deusa mãe. É um excelente exemplo de como o amor pode se expandir de tal forma que passa por cima das imperfeições dos filhos, ainda que não se deixe de puni-las. Mãe legítima de Thor, mãe adotiva de Loki, não deixou de amar o segundo por um instante sequer, mesmo ele não sendo legítimo, mesmo ele traindo o rei e se aliando a um exército que quase destruiu a Terra, mesmo ele tendo sido condenado à prisão por toda a eternidade, ela ia visitá-lo, levar livros para ele e conforto. Loki era resistente e teimoso, mas durante o funeral de Frigga, a parte que mais dói é aquela na qual Loki quebra sua cela ao saber da morte de sua mãe adorada.

16. Beatrix Kiddo - Kill Bill


Beatrix levou a questão de ser leoa muito, mas muito a sério. Achando que sua filha não nascida havia morrido no atentado que Bill promoveu à ela, partiu em uma busca desenfreada para matar todos os assassinos integrantes de sua antiga organização. O que ela não contava era que sua filha estava viva e quando a reencontra, os olhos arregalados e as lágrimas não tiram por total a sede de vingança mas recobram um pouco do amor que Beatrix julgava perdido para sempre. Um filho não muda ninguém, mas por um filho, uma pessoa pode mudar. E a saga dela não podia terminar com frase mais simbólica: "A leoa recuperou sua cria e toda a selva está em paz".

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