quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Enfim, chegou! - Casaco do Pikachu


Após um tempo de expectativa, finalmente meu casaco de pikachu chegou! Algo me dizia que ele chegaria hoje, de acordo com o prazo que me foi dado pela dona do Moe Tiger, a Aline. Veio tudo embaladinho, com cartões da loja, em perfeito estado. Por partes.

Eu fiquei muito em dúvida quando vi o anúncio de pronta entrega. O site contudo, me pareceu muito confiável e estou numa fase em que estou buscando novas fontes e preços em conta. O site da Moe Tiger cobriu todos esses quesitos.

O que me chamou atenção nesse casaco foi a cor e os detalhes. Não é somente o fato de ser amarelo, mas de ter o logo do pokémon, o rabinho e orelhinhas de pikachu. É a primeira vez que compro uma roupa do tipo, claro que há aquela tensão de não caber, contudo coube perfeitamente. O tecido é bem confortável, não fico derretendo nele e é super versátil.

Recomendo totalmente a loja Moe Tiger, a dona respondeu meus e-mails e esclareceu todas as minhas dúvidas sobre frete e prazos. O preço? R$ 100,00! E ela me deu um descontinho! Altamente feliz e super recomendo o site!









quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Vídeo Make do Terrossauro - Beast Wars


Oi! E aí? Na boa? Bem, aqui está o vídeo do segundo predacon: Terrossauro. Ele tem uma vozinha que ás vezes irrita, mas já rendeu algumas cenas bem cômicas. Além de ser muito inteligente, vive querendo roubar o lugar do Megatron, mas sempre falha. Espero que curtam!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Vídeo Make dos Beast Wars - Megatron


Oi! E aí? Tudo bem? Na boa? Aqui vai o primeiro vídeo de make do ano! O líder dos predacons, Megatron! Acho que Megatron é um vilão muito divertido, consegue ser de um sarcasmo sem igual e ao mesmo tempo, super engraçado!
Espero que curtam!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Desvendando os capricornianos




Não nego que o jeito dos capricornianos ás vezes me dava aversão. Eles não são tão sutis como os virgianos nem tão neutros quanto os taurinos, em suma: eles trazem toda a essência de uma árvore centenária e dureza de seu elemento terra e fazem jus a tudo isso de forma bem enfática.

Eles literalmente nascem de dentro do chão e trazem todos os detalhes dele consigo. São detalhistas, muito na verdade, mas esse detalhamento é mais exigente e rígido, são o tipo de pessoa que precisa de todas as informações para se sentirem seguros, não gostam nem deixam escapar nada. Não é surpresa serem um tipo de perfeccionista pareado com os outros com essa mesma característica ou até mais.

Esse modo de ser é levado para todos os campos de suas vidas: pessoal, amoroso, profissional especialmente. Por serem objetivos e persistentes, toda tarefa dada a eles é levada muito á sério, os cabras montanheses tem a idéia de que precisam firmar algo no mundo, querem deixar para ele algo um legado, algo que não passe com o tempo, tal qual raízes que duram séculos.

E para isso, Deus deu-lhes o Dom da Responsabilidade: "A ti Capricórnio, quero o suor da tua fronte, para que possas ensinar aos homens o trabalho. Não é fácil tua tarefa, pois sentirás todo o labor dos homens sobre teus ombros; mas pelo jugo de tua carga, te concedo o Dom da Responsabilidade". Este dom faz-lhes responsáveis inevitavelmente e mais do que isso, se sentem assim por tudo, cobram-se muito por um trabalho/conduta bem feitos. Não é surpresa valorizarem os trabalhos e labutas diários de forma quase transcendental. São o tipo de pessoa que não se importa em ficar até altas horas da madrugada terminando relatórios ou trabalhos de fim de semana.

Cabras montanhesas são pacientes em nome da perfeição de suas tarefas. Esse animal que o simboliza reflete isso, as cabras precisam de paciência para chegar aos pastos verdes e ao mesmo tempo, persistência para não esmorecer no caminho da subida da montanha. Não importa se leva tempo ou até mesmo a vida toda, o que importa é ser bem feito. Capricornianos são assim.

Essa forma meio obstinada de ver a vida, no entanto, os fazem pessoas teimosas e resistentes à mudanças. Quando buscam um companheiro (a), desejam alguém que não atrapalhe esse modo seu de ser, traduzindo: ninguém que mexa em suas raízes nem bagunce a terra em volta. Nada impede, no entanto, a busca por alguém com quem possa haver trocas, em especial de objetivos regidos por grande disciplina, já que capricórnio é um signo um tanto convencido de sua segurança e responsabilidade, daí não gosta muito de pessoas preguiçosas e relaxadas.

Desde muito cedo captam deveres para si, passam a vida toda se dedicando à elas e se vangloriando por causa disso. Muitos somente na velhice se sentem livres pra curtir as coisas mais amenas da vida. Em suma, são jovens quando mais velhos e velhos quando jovens. A personalidade do capricorniano em sua grande maioria esbanja austeridade, respeito e responsabilidade, com uma boa dose de teimosia (fruto de suas raízes profundas), embora alguns raros casos possam ser tímidos. Bem comum os adjetivos "ranzinza" e "emburrado" sejam atribuídos a eles. Cobram-se muito e tendem a encarar logo a vida com um realismo além de sua idade cronológica. A frase: "eu gosto da prática", "sou pé no chão" pros capricornianos é quase um mantra.
Tanta seriedade possui seus lados positivos caso eles saibam direcionar para as coisas certas. Mães desse signo nunca acham que fazem o bastante pelos seus rebentos, mas enquanto puderem fazer o melhor e possível, o farão. Este é tido como um signo que foi tolhido para o mundo. Ele não gosta de nada de graça, absolutamente nada que não possua um desafio ou trabalho ou esforço para se conseguir ou que venha fácil demais tem para ele um significado realmente significativo. Tanto que a idéia de ficar parado, sem objetivo, responsabilidade, rumo ou ação para alguns chega a ser desesperador.

Capricornianos são feitos pro mundo. Eles nasceram com a força da terra e procuram ensinar tal força aos que estão perto, ainda que ranzinzas ás vezes, também podem ser encantadores e porque não dizer, que se pode também aprender muito com suas experiências acumuladas em suas raízes.

* Dedico este texto a Miguel Lima, Ana Maria Viegas Machado, Mayara Cardoso, Luciene Machado e Cássio Silva, capricornianos meio teimosos, persistentes, mas com grande segurança em suas raízes e que procuram deixar seu legado gravado na terra

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Como meu cabelo era liso



Faço parte de dois grupos no facebook: Amigas Cacheadas e Amigas Onduladas. Entrei primeiro no das cacheadas, mas depois de um tempo, comecei a me incomodar. O motivo: falta de identificação. Além é claro das histórias cabulosas de preconceito e reações tão violentas quanto, algumas que beiravam ignorância pareada com os que falavam e criticavam o formato do cabelo cacheado.

Aí encontrei o grupo das onduladas e a empatia ficou mais evidente. Antes de mais nada, não me identifiquei com o grupo das cacheadas porque meu tipo de cabelo não se parecia com os que eram mostrados. Ele não é do tipo super cacho que nem o da Valente que segundo figurinhas: "Arma em pelo menos 3 direções diferentes", nem vive quebrando elásticos ou resseca com facilidade, não nego que tem uma parte cacheadinha sim, mas hoje é mais como umas ondas grandes.

Bem, por partes. Noto o quanto levam cabelo e críticas a sério. Já li cada situação em que um : "Por que você não alisa?" se torna caso de processo, respostas atravessadas e motivo de briga. É chato sim, ás vezes arrogante da parte que diz, porém já vi muitos revides de cacheadas tão arrogantes quanto as críticas iniciais. A questão toda gira em torno da personalidade, o fato de assumir "o que é", o natural, algumas defendem isso com unhas e dentes e falam da ditadura da chapinha. Honestamente, é muito legal você assumir algo natural e testar possibilidades, porém o que não concordo é com o fato de cacheadas se acharem algo como super divas e com auto estima maior do que uma alisada porque resolveram se assumir. Cada um com seu cada qual.
Não me acho melhor porque assumi meus cachos que por sinal ficam bem bagunçados em algumas situações. Hoje não me incomodo tanto com volume quanto me incomodava quando tinha 16 anos e não dou muita bola quando dizem pra alisar, penso até em comprar uma chapinha pra alisar quando der na telha, porque tenho consciência de que meu cabelo cacheado é bonito sim, mas alisado também fica show. E cabelo por cabelo, quero comprar perucas coloridas porque acho que também fica bacana.
E o motivo pelo qual deixei o alisamento de lado? Não tenho pudor em dizer que foi pelas circunstâncias. Passei 6 anos alisando, é uma boa penca de anos e nesses anos, experimentei cortes curtos, repicados, cores diferentes, porém sei que demanda tempo e dinheiro. De tempo são 5 horas no salão no processo todo, mais os dias necessários pra completar a química, eu passava por tudo isso numa boa. Só que quando comecei a trabalhar, o fator tempo começou a complicar, já que vieram outras responsabilidades e alguns compromissos que surgem na última hora. O fator tempo foi o principal motivo. Embora, eu estivesse começando a olhar com outros olhos aqueles cabelos cacheados da televisão, ainda que fossem de babyliss.

Em suma, estou curtindo meu cabelo como está. Procuro cuidar dele da mesma forma como cuidava quando era liso, há alguns acréscimos de produtos e ele embaraça com mais facilidade, mas ainda assim estou gostando. E tenho minha consciência limpa pra dizer que assumi meus cachos não pra dar tapa na cara da sociedade, não pra levantar bandeira de : viva o natural!, não pra fazer protesto contra as chapinhas dos salões, não pra fazer alusão a idéia de que cacheadas assumidas são a sétima maravilha do mundo, sou meio Coringa nessa situação: Eu fiz porque eu quis.

Produtos que uso:
- Shampoo: Clear Men
- Condicionador: Tresemmé
- Creme para pentear: Seda para cabelos danificados ou cacheados
- Óleo e reparador de pontas: De babosa

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Coisas das quais sinto saudade




Dia 31/01 foi o dia da saudade. Saudade é uma palavra que só existe no português, mas o sentimento é universal. É definida talvez como um sentimento de algo que faz falta, um vazio interior ligado a algo/alguém que está ausente. O tempo é um fator que aumenta a saudade, quanto mais ele passa, mais aumenta o tempo da ausência daquilo que nos é caro. Contudo, listo aqui algumas coisas das quais tenho saudade, no campo material. Creio que não devemos sentir saudade das pessoas, pois a presença delas em nosso pensamento e sentimento está sempre ali, daí de certa forma, aqueles que amamos nunca nos deixam realmente.


1. Material escolar: Quem já trabalha sabe como dá aquela saudade no início do ano. Eu era daquela que comprava canetas coloridas, cadernos com figuras fofas e ás vezes customizava eles, estojo novo e vez ou outra trocava de mochila e tênis. Sinto saudade daquela empolgação de comprar material novo e sentir aquele cheirinho que só caderno em branco tem.

2. Provas e testes: Eu era da tribo escolar dos cdf's, na universidade ficou bem menos, mas ainda assim nota era uma coisa que eu levava a sério. Um dos meus avôs chegou a me dar R$ 1,00 pra cada 10,0 que eu tirasse, porém negócios á parte, eu sinto falta da adrenalina. É uma sensação diferente, você estuda, senta e resolve 100 questões de uma vez e chega a hora dos simulados ou questões de marcar, você sangra a cabeça tentando lembrar de tudo que estudou, formula respostas inteligentes e depois fica na expectativa da chegada da nota, sente o coração disparar quando o prof chega com aquele pacote amarelo volumoso em sala. E vê os nomes dos seus colegas saírem, alguns felizes, outros nem tanto, tem aquele borburinho de comparação de respostas e cálculos de quando possivelmente vai tirar. E depois a vibração de ter tirado uma nota boa, ou a surpresa de ter tirado uma nota melhor do que se esperava.


3. Band Kids: Quem era da época da Kira sabe que 15:00 ás 18:00 era um horário sagrado nos bairros residenciais, prédios e condomínios, era aquela hora em que não se via criança nenhuma na rua, nada de correria, bola, bolinha de gude, nada. Tudo porque estavam todos ligados na Band e na super heroína aprendiz Kira. Muitos dos bons animes da época passavam lá, tipo El Hazard, Tenchi Muyo, Bucky e a saga Cell de Dragon Ball Z, bons tempos de ouro dos desenhos em tv aberta!

4. Mochila: A coisa mais rara é ver estudante usando bolsa. É tanta coisa pra carregar, que é muito prático usar uma mochila. E tem mais opção, do seu personagem favorito, em cores exóticas. Quando comecei a usar bolsa, elas sempre me pareciam pequenas demais pra levar tudo ou grandes demais pra levar quase nada.

5. Harry Potter: Não sinto falta do personagem nem da saga propriamente dizendo, mas da euforia que rondou os dez anos relacionados a eles. Era a euforia ligada ao lançamento do livro, e dos filmes, era todo mundo no dia da estréia caracterizado, especulações, fanfictions, blogs com novidades, era uma energia sem igual.

6. Álbum de figurinhas: Quando você cresce percebe que álbuns de figurinhas não tem uma utilidade realmente significativa, porém quando se tem uns 10, 11 anos parece uma verdadeira aventura ir na banca do jornaleiro e ter aquela expectativa de comprar o pacotinho de figurinhas e torcer pra não vir nenhuma repetida. Há uns 15 anos atrás, tinha um álbum que custava R$ 1,50 e o pacote de figurinhas R$ 0,50, continha os personagens do momento e se você completasse um quadrinho, podia trocar por um prêmio. Eu tive uns dois desses e um da Sakura Cardcaptors, cheguei perto de completar porque uma colega minha mais abastada me vendia as figurinhas que eu escolhesse a R$ 0,10 cada, só que vieram as férias e ela se livrou das figurinhas e eu fiquei com álbum incompleto XD.