quarta-feira, 26 de março de 2014

Look para jantar formal em casa


Oi! E aí? como é que tá? Bem, depois do look de formatura, eu decidi mostrar esse que apesar de mais leve e descontraído também é meio formal. Usei em um jantar que mesmo sendo no próprio salão de festas da casa, tinha uma certa formalidade, daí não abri mão da sofisticação e classe. O vestido seguiu uma tendência que ainda está em alta em alguns lugares, que são as franjas. Ele não é muito curto, porém tem o detalhe de ter só um ombro, o que dá uma certa sensualidade, porém sem mostrar muito. O cabelo, novamente apostei no coque, mas para que ficasse mais leve e um tanto maroto, fiz um de estilo mais bagunçadinho. E a make, dessa vez quis algo bem marcante e nessa, usei como inspiração um pokémon, tal como estou usando alguns deles para inspiração de makes, acredito que ficou bem legal. Moderei nos acessórios, pois o vestido como um todo já chamava muita atenção pela cor e corte. Espero que tenham curtido!





terça-feira, 25 de março de 2014

Look de formatura


Quem disse que cabelo curto e cacheado é complicado para fazer penteado? Vestido bege não é sem graça sempre e pode ser muito confortável. Ao montar esse look para a formatura de um amigo meu, usei um vestido bege, mas tipo bege mesmo, que tem detalhes de renda. A cor aparentemente sem graça eu incrementei com acessórios coloridos e brilhantes. Isso deu um up na roupa de tom neutro. Abusei de cor e anéis destacantes. No rosto, apostei na tríade prata, marrom e preto, dificilmente dá errado e o tchan final ficou por conta do batom vermelho matte. O cabelo, sendo que o meu está curto, cacheado e por vezes com volume, para muitas se torna um pesadelo, não pra mim. E devo acrescentar que não fui pra salão, os que me conhecem sabem o quanto sou fã do velho "faça em casa", gosto de aprender não só pela curiosidade porém isso gera uma economia bem palpável hehe. Voltando ao cabelo, eu apostei em um penteado bem simples que já havia usado em outra formatura e deu muito certo. Apliquei um pouco de leave-in e penteei, separei duas mechas na frente e amarrei o resto atrás fazendo um coque, as mechas frontais fiz duas tranças que prendi com grampos ao coque e pronto! Simples e sofisticado, por alguma razão eu curto coques, acho tão elegante e bonito tanto quanto sapatos fechados de salto, pra algumas é meio retrô, mas eu adoro! Segue as fotos, espero que curtam!







segunda-feira, 17 de março de 2014

Resenha Pará Geek 2014


O Pará Geek foi por assim dizer o evento que já me consolida de certa forma no meio. Além de ir caracterizada, já saber mais ou menos como proceder com relação as atrações, negociar os produtos e tirar as fotos certas. Infelizmente não pude ir no primeiro dia, daí só me restou o segundo mesmo e um look a menos. Fiquei feliz de perceber que já conheço algumas pessoas e vice-versa, de como já não sou mais tão iniciante como era ano passado, já me sinto mais dentro e consigo fazer planos, pergunto sobre os cosplays
e visito as salas.

Ao chegar no Ipiranga, logo dou de cara com os stands de venda. Era tanta coisa legal que por um instante não sabia se comprava, se tirava foto, se olhava, talvez a primeira vista de evento seja assim: você fica extasiado sem saber pra onde ir ou o que ver primeiro. Claro que algumas lojas conhecidas nossas como a Art Otaku estavam marcando presença, outras novas porém não menos criativas, como a Canecas É Soda também chamavam atenção (contatos e endereços já já). 

Como a temática era pokémon, o que não faltou foi gente vestida como os bichinhos, o meu look era um cospobre de pikachu ao meu ver. Alguns estavam bem criativos e elaborados, como um de Charizard e uma versão feminina do Ash, dentre outros não tão do tema porém igualmente interessantes. 



A sala da jogatina talvez fosse mais a cara do tema, era o pessoal com o DS num canto, os do dadinho no outro, o pessoal do game de luta e a comida no outro cantinho caso batesse a broca nos players. Ainda que os jogos tivessem muita popularidade devido ao tema do evento, a sala Lolita também tinha muitos atrativos como cupcakes, vestuário, plaquinhas de keep calm, karaokê e vídeos e fotos elucidando sobre o estilo, o que achei muito legal da parte da organização, afinal há uma variedade, mesmo que o sweet seja maioria. Entrei com meu namorado numa tal sala escura, que imitava uma boate e o chão literalmente tremia de tanto que pulavam lá dentro, me lembrava as festas de quinze anos que eu costumava ir.


Eu gostei do evento, claro que o espaço não permitia algo maior e maiores atrações, contudo o mais importante é que me diverti e devo dizer que em boa companhia e levo boas lembranças desse dia e é claro, mais um evento no currículo.





O meu look consistiu em uma sombra dourada com muito delineador e um gloss alaranjado, lemba o contrapondo do amarelo com o vermelho presente no pikachu. O que de fato combinou com o resto do look, de camiseta vermelha e o casaco característico que ainda tinha o logo do pokémon. Curtiram?

















Comprei essa camisa na Art Otaku

Essa é da É Soda, bem a minha cara com o dizer do Seu Madruga

segunda-feira, 10 de março de 2014

Once in a lifetime...


Três meses num piscar de olhos. Três meses e mudar de vida. Três meses, 90 dias. Três meses e um dia de folga...

O dia que corre meio preguiçoso, cheio de coisas rotineiras. Galões d'água que quebram, faxina em HD, um pouco de exercício, nada demais. Não havia um sol estonteante, mas sentia-se a chuva próxima, mas ela também não tem nada demais.

O relógio ás vezes corre muito depressa, é necessário uma mudança de rota quando se quer chegar ao destino e conseguir ainda cumprir outros. Há uma troca de olhares, mãos que se apertam, uma breve aceleração no modo de respirar, sorriso. Conversa e declarações que envolvem elogios e deixam muitos sem jeito. Há toques, mais conversa, risos e mais risos. E cai o céu.

A chuva já estava ameaçando cair, mas os pingos grossos que molham não tem importância, andar na chuva, ficar encharcado não é tão ruim assim. Havia campos dentro de nós, campos diferentes daquele que hoje temos. Nós éramos tão jovens, tão temerosos. Hoje crescemos, ficamos destemidos, mas ainda jovens.

Doce e salgado, há uma troca de sabores e preferências. Cappuccino ou sanduíche? Os dois. Muita emoção, mais palavras. Incrível como as palavras se trocam de uma forma tão natural e mesmo quando há silêncio, há som. Caminhamos um pouco mais e a chuva para. As surpresas não acabam. Há um encontro com um famoso, que conversa, que faz lembrar, que é gentil, pode-se dizer que é parte da história. A história que começou naquela tarde de domingo, quando um estava com cabelos colorido e o outro com uma touquinha divertida, quando uma pelúcia caiu, quando havia tanto nervosismo por uma apresentação que mal se conseguia falar, olhar, dialogar. Porém ainda assim, no fim houve um reencontro que abriu as portas para algo além do esperado. Há uma liberdade nunca antes sentida, liberdade para estar ao lado e justamente por isso.

A água com terra dá lama uniforme, é verdade. Não é uma lama que gruda, que suja, que polui, que mancha. É mais como uma argila, uniforme, com ambos elementos e com a qual se constrói.

sábado, 1 de março de 2014

Entrevista com a cosplayer Karolina Scarlet


Aeeeeeeh! Começando o mês de março e com ele novos eventos pra ir, tenho me interado mais e me envolvido com esse mundo otaku-nerd-geek, ás vezes não dá tempo pra escrever aqui no blog, porém aguardem novos posts. E acho que nada mais justo do que começar o mês com uma entrevista que fiz com uma cosplayer, a resposta demorou um pouquinho, entretanto fiquei muito encantada com as colocações dela. Conheci a Karolina Scarlet no Animazon, julho/2013. Era meu primeiro evento oficial e ela me chamou a atenção pelas espadas. Notei que não eram de metal, contudo fiquei curiosa e segurei. Mais surpresa fiquei quando ela disse que tinha feito, me impressionei logo. Pra quem não sabe, o cosplay mais usado por ela é o de Erza, de Fairy Tail. E o mais incrível é que além dela, outras pessoas cosplayaram mais personagens do anime e formaram o grupo mais famoso relacionado a ele, fazendo inclusive sessão de fotos. Já fiz um cosplay, ele foi mais pra ficar em casa e fazer umas fotinhos, mas com mais conhecimento e independente hoje em dia, pretendo aprender cada vez mais sobre esse mundo. Espero que curtam a entrevista!

1. Quando surgiu o interesse por cosplay? Teve alguma influência? 
R: Foi só recentemente que comecei a fazer cosplay, sempre tive vontade, meu interesse veio desde pequena mesmo, mas nunca tinha oportunidade ate que um grupo de amigos me convidou e fizemos um grande grupo de x-men, foi meu 1º cos a Jean grey. Só de pensar que você pode se transforma fisicamente na quele seu personagem favorito e um sentimento de realização muito legal, e o melhor é quando os fans reconhecem seu trabalho.

2. Quais os principais fatores a serem considerados quando se faz um cosplay?
R: Para mim um dos fatores mais importantes é a fidelidade com o personagem, a semelhança; outro fator é conhecer quem você esta copiando, personalidade do anime, gosto quando a pessoa entra no personagem, fica mais real! mas ainda sim o fator mais importante é você se divertir com seu personagem, cada um tem sua opinião, tem gente que acha que só porque não se parece com o personagem não pode fazer, também não é assim, fazer cosplay é muito bom!! não deixem de fazer pelo menos um na vida! ^^

3. Uma das principais preocupações dos cosplayers é o custo, já que muitos ainda dependem dos pais, a questão do preço pode ser/é um impasse na hora de fazer um cosplay?
R: Realmente não é nada barato fazer um cosplay, mas nada que a força de vontade não ajude! também sou dependente dos meus pais. Para fazer meu ultimo cosplay fiz rifas, vendi água e também pedi uns descontos! rsrs Eu fiz ,com ajuda do meu pai, minhas catanas, tem gente que encomenda o cosplay por completo, mas tem que tomar cuidado, pesquisar antes, sempre procurar pelo bom e barato. ^^

4. Já sofreu preconceito ou críticas negativas por fazer cosplay? Ou ao contrário, recebe apoio dos que a cercam?
R: Bem vou ser sincera sou um tanto geniosa então se alguém viesse a falar besteirinhas pra mim iria ouvir umas boas, mas o máximo que ocorre eu meus amigos serem curiosos a respeito do que é, por que eu faço, eles dizem que eu fico muito legal como cosplay, ai eu me sinto né!! ^^ a família também apoia, não financeiramente rsrs, mas eles também acham legal, ajudam na produção, dando ideias, meus pais acham que é uma boa maneira de se divertir.

5. É impossível falar de cosplay sem falar dos eventos. Você faz por diversão ou competição? E qual a sua opinião com relação aos demais cosplayers neste quesito?
R:  Bem no meu caso faço pelos amor aos personagens que eu gosto, e entro nas competições por que gosto de divulga meu cosplay, não é nem pra ganhar, mas na hora da concurso todo mundo ta ali de olho no trabalho fizemos, seja pra competir ou por diversão. Em relação aos outros, faço muitos comentários como fan mesmo, se acho bom eu elogio, se eu acho que ta mais ou menos vou la e elogio também, seja como for qualquer cosplay da trabalho e se a pessoa ta ali como cosplay seja competindo, se divertindo ou os dois como eu, temos que tirar o chapéu, por que não é qualquer um que tem a ousadia de se por a julgamento dos outros.

6. Há algum tipo de cosplay considerado nível hard de se fazer? O que determina um cosplay mais difícil ou fácil?
R: Não tem um cosplay que eu ache tipo super difícil, mas acho que oque dificulta um cosplay é como vai fazer e com oque, tem coisas que conseguimos comprar, sou do tipo que poem a mão da massa, prefiro fazer, assim como tudo na vida ninguém nasce sabendo nada o jeito é aprender, pra isso temos tutoriais dicas de amigos, e também temos que pesquisar muito sobre o cosplay que pretendemos fazer.

7. É difícil encontrar profissionais que trabalhem bem nessa área?
R: Profissionais da área não tem muitos, o que podemos contar mesmo é com a experiências de pessoas próximas a nos e não temos que ter vergonha de pergunta a quem não conhecemos, se você quer fazer algo tem que ir atrás e sem vergonha.

8. Dentre lições, artes manuais e experiência, o que aprendeu ou precisou aprender nesse mundo dos eventos e ao fazer cosplay?
R: Para fazer um cosplay muitas vezes é necessário aprender muitas coisas , por explo para fazer uma espada e necessário entender um pouco de marcenaria, uma parte que nao me agrada muito(medo de serras, serrote essas coisas). Também é preciso aprender técnicas de moldura para alguns acessórios, tem gente que aprende até a costura suas próprias roupas, to chegando a isso já, tudo isso para baratear o cosplay. Hoje tem pessoas que se especializam em ficar justamente com essa parte de produção, os cosmaker.

9. E o chamado cospobre? É uma subcategoria do cosplay ou uma brincadeira que deu certo?
R: Cospobre eu acho que tá mais pra brincadeira, se eu fosse fazer com certeza nem entraria numa competição, seria mais pra zoar mesmo. Não tenho nada contra quem gosta de fazer também, vai de cada um expressar sua criatividade do jeito que pode, também não acho que seja uma sub categoria senão devia haver competição pra isso, cospobre é uma forma que os otakus acharam para quem sabe compensar o alto custo de um cosplay bom mesmo.

10. Que mensagem deixaria para aqueles que tem vontade de fazer um cosplay, mas ainda não fizeram?
R:  Fazer cosplay é muito legal pessoal, é uma arte também,quando se caracterizado como o personagem que você admira e uma sensação muito boa mesmo. Então gente façam um cosplay se esforcem, trabalhem duro para concluir o cosplay, que no final vai compensar. É isso ai bjusss nos vemos em eventos