domingo, 29 de março de 2015

Vídeo Make inspirada na Elsa Mars de American Horror Story: Freak Show



Oi! E aí? Tudo bem? Eu resolvi fazer esse tutorial inspirado na personagem de American Horror Story: Freak Show, Elsa Mars. Acredito que essa série trouxe muitas reflexões e questionamentos sobre o que é ser uma "aberração". Além disso, a série traz lições sobre fraternidade, companheirismo, amizade verdadeira. Eu totalmente recomendo esta série, porém aviso que ela contém cenas que não são para todos os públicos.
Espero que gostem desse tutorial!

Produtos utilizados:
Base 3 em 1 Ideal Face Avon
Pó Compacto Ideal Face Avon
Paleta 120 cores modelo B
Paleta de cores cintilantes Luisance
Blush em tom rosa rio (sem marca)
Batom Mary Kay Red









segunda-feira, 16 de março de 2015

Preconceitos incomuns





Desde o ano passado, nas eleições, mais algumas coisas que ouvi aqui e ali, mais verdadeiras discussões via whatsapp e coroando o bolo todo com bloqueios de amigos no facebook, o que inclusive aconteceu comigo (sem vergonha nenhuma de dizer aliás), percebi que as pessoas/grupos/entidades se revelam quando a discussão em pauta é política, religião e futebol.

Nesse bolo de bate-volta, notei que estivemos muito perto da selvageria. Já me preparava para ver alguns grupos se confrontando e batendo na cabeça uns dos outros com paus. O domingo passado trouxe á tona algumas demonstrações de selvageria, de ambos os lados, mas também instigações para que eu falasse de alguns preconceitos incomuns que venho notando por parte de grupos e pessoas.

Considerando a comoção geral, há um termo que muito tenho visto que é "classe média". Normalmente, vem associada com críticas posteriores como "exploradora", "burguesa", "sonha em pagar os empegados com roupa velha e batom", "não aceitam que outros tenham as mesmas coisas". E eu pergunto: o que é a classe média? Ela é definida pela renda? Com uns extras aqui e ali, estouros em vários empregos, muitos conseguem ter uma consideravelmente boa. É definida pelos bens de consumo? Bem, vai do quanto você os valoriza, pois já vi pessoas que não hesitam em deixar de comprar comida para poder ter aquele tablet do momento. E outros ditos "chiques" não estão nem aí em comprar no Desapego. É definida pelo lugar onde se mora? Onde se estuda? Pelos gostos? Hobbies? Então se minha renda for x devo gostar de futebol e esportes, se for y, posso me arriscar nos cosplays?

É engraçado inclusive os preconceitos que se instalam com relação a isso. Não se parece notar que a chamada "classe média" trabalha, que produz renda, que dependendo do ramo, geram empregos ainda que rotulados de "exploradores", a renda e impostos que pagam ajudam sim, a manter os programas sociais que ajudam pessoas menos favorecidas. Querendo ou não, gostando ou não, agradando ou não, essa parcela da população tem sua importância, porém estão levando para o lado pessoal. É uma coisa engraçada notar a hostilidade, raiva, certa inveja e ataque às pessoas ditas desta classe. Pouco importa saber o que elas são, como são, se estão nessa classe, tornam-se exploradoras em potencial. Bem feito que percam seus bens, que sofram juros, que percam suas empresas, são uns porcos capitalistas que merecem sofrer toda sorte de infortúnios. 

Faz diferença se a pessoa em questão passou fome e o mínimo que pode querer é que não passe por isso de novo? Faz diferença se quando criança não teve nada e queira dar aos filhos algo melhor e alguns mimos a mais? Parece no mínimo hilário pra mim que tanto ódio e preconceito seja direcionado a pessoas que desejem algo melhor e procurem trabalhar pra isso. Arrogância? Que ataquem a característica, não ponham rótulos em determinado grupo. Pois de classe média a baixa a abissal, há pessoas arrogantes, que humilham as outras e se julgam melhor, não necessariamente por bens materiais, mas por atitudes que podem acreditar corretas, mas que oprimem e julgam. É equivocado e pretencioso pensar que a "classe média burguesa" está preocupada se a empregada ou o porteiro viajam pra Miami, Paris, pro Nepal, ou se tem um super Iphone, pelo que vejo tal como todos, estão mais preocupados em trabalhar e conseguir economizar pra quando eles mesmos quiserem ir para o Nepal. E rotular ou automaticamente associar Classe média = "opressores", "desgraçados" É Preconceito.
E puxando esse assunto noto outro preconceito com relação a mérito. A chamada meritocracia tem causado comichão em muitas pessoas. "É fácil falar de mérito quando se nasce em berço de ouro", será mesmo? E se considerarmos o fato de que muitas vezes duas pessoas de recursos iguais, nascidas no mesmo lugar, com as mesmas dificuldades seguem caminhos diferentes? Um consegue crescer, melhorar e transformar sua vida em algo melhor, outro permanece como sempre, não parece que algo determinou a mudança? Sorte? "Quanto mais trabalho, mais sorte tenho", já ouvi alguém dizer. Acho que quando se escuta algo assim, logo se pensa que alguém foi desonesto, já se pensa no chamado "jeitinho brasileiro", porém a verdade é que muitos suaram, foram atrás, deram duro e ouvir se referirem a tudo isso como se fosse lixo é no mínimo ofensivo. O mérito não é algo ruim, é um retorno que vem a um esforço, uma luta feita da forma certa. "Esses são exceções, não regras", quando escuto isso sempre me perguntei se não é melhor que nos baseemos nos exemplos bons ao invés das regras que nos rebaixam.

Tendo em vista também esse fator trabalho e retorno pelo mesmo, considerando muitos programas instalados, vi preconceito contra médicos também. Engraçado olharem de viés para um profissional que cedo ou tarde será requisitado em sua vida. Muitos os acusam de serem "coxinhas", ambiciosos e de não quererem profissionais de fora. Na verdade não tem nada a ver com os de fora, tem a ver com não ter recurso nem para os que estão dentro. E quando vejo pessoas da própria área metendo pau  é decepcionante. Os médicos não são safados ambiciosos que só querem dinheiro, mas é fato que muitos precisam trabalhar em pelo menos 5 lugares diferentes pra poder sobreviver. Não são eles, é a área como um todo que está por baixo. Mas já que estão falando tanto, médicos não são esses que pensam. Além de trabalhar em muitos lugares, eles estão responsáveis por um setores e vidas nele. Eles são os responsáveis por dizer a causa da morte de alguém e caso haja problema, é o carimbo deles em cheque. Agora eu pergunto: quem consegue trabalhar em cinco empregos, ser responsável por várias pessoas incluindo a família e ainda assumir o risco de processo caso algo coloque a vida de outro ser humano em risco? Se alguém se candidatar, pode ter a moral de sair xingando os médicos.

O que tenho observado com tudo, com todas as palavras hostis, bloqueios, ofensas e idéias extremas é que não estão se preocupando muito com o que as pessoas podem ser além daquela visão fechada. Não há muito pudor em ofender grupos inteiros, rotulando-os e aplicando a TODOS uma característica que pode ser de uma parte e isso caracteriza falácia. Digo que percebi muitos tendo o que chamo de preconceito maquiado. Tal como a maquiagem esconde imperfeições, ela esconde a vilania do preconceito, ele vem maquiado de uma áurea de nobreza, de luta por igualdade e por vezes muitos se sentem superiores, mas por baixo de toda essa capa, o preconceito sujo e cruel se revela. E com toda a minha franqueza, ver tantas pessoas, muitas delas da mais alta conta de inteligência, adquirindo esse tipo de preconceito é aos meus olhos, um tipo mais repugnante que o preconceito explícito.

Ficarei aqui observando muitos destilarem seus preconceitos maquiados e se sentindo muito nobres

terça-feira, 10 de março de 2015

Plano de Cosplay para esse ano - Katniss Everdeen


Embora eu tenha ido caracterizada no filme "Jogos Vorazes, Em Chamas", não pode ser considerado um cosplay propriamente dito. Daí em dezembro do ano passado, me deu um estalo pra um cosplay da Katniss, com o penúltimo filme da série estourando e tudo o mais. Todo cosplay tem uma história. É claro que passa pelo gostar, pela afinidade com o personagem, pela admiração... mas ainda assim, existe uma história por trás.

E a história toda começou em novembro do ano passado e entre alguns imprevistos foi caminhando para algo maior. Foi inusitado. Tudo começou numa terça. Muitos conhecem as obrigações atuais que possuo desde ano passado e acredite, não são poucas, embora a gente aprenda a lidar com elas. Voltando, tudo começou numa terça feira. Lá estava eu numa sala do mestrado, depois de uma aula, aguardando para uma reunião, sem almoço, embora também sem fome, divagando... Ainda que não estivesse com fome, um cansaço tomava conta de mim e comecei a divagar sobre como tudo se encontrava no momento. Comecei a pensar nas férias mais fajutas que já tive até minha atual existência, mesmo de férias não tinha parado de trabalhar um dia sequer, no desdobramento que precisava pra dar conta de tudo, ainda que ficasse insatisfeita com os resultados, na viagem (curta) que planejei por pelo menos um mês de antecedência e que escorreu pelo ralo, nos vídeos que queria fazer, nas noites mal dormidas, pesadelos, cansaço de manhã. Pensei em todas as mazelas que acometeram meu corpo, tanto físicas quanto mentais, nas coisas que desejava fazer, não necessariamente diversão, mas que nunca dava e acima de tudo, caí em mim que não reclamaria mais.

Não só porque é inútil, mas porque não resolve e as pessoas ou não compreendem ou não estão nem aí, por isso naquele momento eu disse pra mim mesma que não reclamaria mais. Do nada, meio triste e frustrada comecei a pensar na Katniss. Assim, de repente. Lembrei das cenas do segundo filme e nem bem vi, estava fazendo um leve rabisco na figura dela na minha apostila. O rabisco correspondia a figura dela na cena do vestido com asas na apresentação do 2º filme. Talvez eu quisesse isso ardentemente: abrir minhas asas, tal qual um tordo. E seguidamente veio a questão que talvez anteceda grandes projetos e realizações: E se? E se eu fizesse um cosplay de Katniss?

Inicialmente pensei na estreia do filme que ocorreria dali a um mês. Claro que um vestido com asas seria quase impossível visto o tempo, mas... e o cosplay do 3º filme? "Era bem simples e fácil." "Algumas coisas eu tenho...", "Será?". E depois daquele rabisco a idéia foi ganhando força. Começou a brotar em mim "A Esperança" e amenizou um pouco o lamento pela viagem perdida, pelos posts atrasados, pelos vídeos não feitos e não editados, pelo aprendizado que eu queria que fosse melhor mas não conseguia, pelo tempo que corria de mim e a incompreensão. Corri atrás das coisas. Há sites que mostravam idéias e improvisos para cosplays sem que fique bandola ou malfeito. Fui sem medo, fiz alguns investimentos, mas valeram á pena.

Quando fui atrás do arco, acessórios, tinha em mente que usaria esse cosplay dali a um mês claro que sempre se corre o risco de não se achar o que se quer, mas estava disposta demais para esmorecer. De certa forma, me agarrei nisso, foi uma luz que trazia pra fora daquele torpor e alerta constantes que vivia e dos quais não conseguia relaxar. Num sábado, quando fui atrás de alguns detalhes, fui vendo outros materiais, descobrindo e percebendo formas de fazer o cosplay e sentindo uma vontade de aprender mais, usar as mãos para mais do que estava usando ultimamente. Naquela manhã eu relaxei, eu me renovei.
O plano começou de uma forma, mas acabou mudando. Faltavam muitas coisas, e não consegui meu arco. Os imprevistos estavam mais propensos a ocorrer, daí comecei a pensar que se fosse pra fazer uma coisa ás pressas e mal feita, seria melhor adiar para que se fizesse algo mais direito. A ocasião poderia ser o próximo evento, porém eu acho que quero algo mais. A data já está marcada: a estréia do último filme da saga. Até lá, já vou ter visto exemplos nos quais possa me basear. figuras de vários ângulos que possa dar para a costureira, posso dizer que já está no esquema de planos de cosplay para esse ano. 

E espero que quando chegar a hora, vocês curtam. Pois tenho muitas expectativas para o mês de novembro e acredito que esse cosplay vem pra completar isso. :)

segunda-feira, 2 de março de 2015

Crítica 50 Tons de Cinza



O anúncio da estréia do filme de 50 Tons de Cinza causou muita agitação entre jovens e senhoras de todo o mundo. Eu já tinha ouvido falar esporadicamente, uma citação aqui e ali de uma colega, via o livro na prateleira, coisas assim, mas filmes e cinema são duas coisas que acabam contagiando de um jeito ou de outro. E acabou que fui ver o filme.

Não li o livro, porém sei a história base. Pessoalmente, como sou revisora de hentais e costumava ler aqueles livrinhos da banca de jornal que tinham aqueles casais na capa posso imaginar bem o teor e as descrições mais elaboradas dos 50 Tons. O próprio livro nasceu como fanfiction de Crepúsculo, o que promove uma certa aversão dos mais "eruditos", como se não houvesse escritores de fic melhores que muito PhD.

Vamos ao ponto: por que é tão bom? E se é tão bom, por que metem tanto pau ás vezes? O filme quebrou umas barreiras eu devo admitir. Não é tão Edward e Bella como muitos acham que é, levando em consideração suas raízes. Não é um filme pra crianças. É explícito. Intenso. Real. Os atores quebraram paradigmas quando se dispuseram a fazer cenas tão íntimas e transparecerem de forma tão clara os sentimentos dos personagens. Anastasia é de fato uma garota quieta e recatada e Christian o sedutor, aparentemente, não tem como dar certo sem que um seja duramente jugado, porém os dois conseguem achar um ponto comum adiante.

Christian tem uma característica que admiro não só num homem, mas nas pessoas em geral: ele é verdadeiro. Verdadeiro o bastante pra não dar ilusões a Anastasia. Ele diz que não faz amor, ele f... com força; diz que não é de flores e jantares; mostra o quartinho dos jogos antes que ela se entregasse e deixou claro seus desejos de fazê-la sua submissa e sobre o que se tratava. Ela então estava livre pra escolher. Poderia ter saído correndo como muitas fariam na vida real, mas o mundo das fics e dos livros não foi feito para realidades óbvias. E ela se dispõe a tentar, a experimentar. O receio de início é natural. Não importa se você tem 23 anos ou 66, se viver algo novo, desconhecido e aparentemente assustador, terá medo de se machucar (em todos os sentidos), de doer, será invadido por uma avalanche de sentimentos nunca antes sentidos. Mesmo com o medo que ela sentia foi adiante, e esse sentimento passou a dar espaço a um outro: paixão e posteriormente, amor.

Nesse ponto as opiniões começam a divergir. O filme tal qual o livro não mostram uma história de amor e liberdade, mas de opressão e abusos. Christian não ama Anastasia, mas a oprime enquanto mulher, castra-a em sua liberdade e vontade. Ao fazer um contrato do que quer fazer com ela, das condições, ao segui-la por toda a parte e impor sua presença ganha o título de "opressor". Nessa parte ele é chato mesmo, porém Anastasia também tem seus momentos de bater o pé e dizer não, de deixá-lo chupando o dedo.
Quanto a questão da violência contra a mulher tão levantada por grupos feministas acho contraditório. O feminismo tem como base a igualdade de gênero e liberdade da mulher, então por que ser contra a liberdade dela de querer sentir prazer de diferentes formas? Citam o fato de Christian ser rico e "comprar" Anastasia com presentes caros e deslumbrá-la com seu mundo sofisticado. Perguntaram caso ele fosse pobre. Acredito que caso ele fosse pobre, talvez conquistasse Anastasia pelo charme e carisma e teria que se valer unicamente deles, mas a preferência por cordas continuaria. Ou só porque alguém é pobre ou rico não pode se dar ao direito de tentar coisas diferentes nesse quesito? Quando a questão é atração mútua e desenvolvimento disto a partir de uma paixão, a parte material fica em segundo plano.
Acredito que os 50 Tons trazem algumas lições interessantes sobre relacionamentos e companheirismo. Christian vai se mostrando mais flexível e Anastasia, mais segura. Ambos no seu tempo e cedendo um pouco de cada lado. Acredito que no caminho ainda terão muitos ponteiros pra acertar, mas é por aí. Eu acho 50 Tons de Cinza legal. Acho muito legal na verdade. Acho legal pelas possibilidades. Pode ter sido uma fic de Crepúsculo, que muitos jogam pedra na escrita e na base, mas para quem é do meio, vira um motivo de orgulho. Existem escritores exemplares, que nunca estudaram literatura ou leem aqueles escritores eruditos (e chatos) e se destacam por suas fics. Pra mim, como escritora e revisora, me sinto feliz de ver que há essa possibilidade para uma fic bem escrita. Quantos não sonharam em ver suas fanfics transformadas em filme real? Para um ficwritter, é uma sensação incrível.
É legal ver a possibilidade de um homem mudar, sim. Por que não? Por que é tão difícil crer que o amor/sentimentos podem fazer diferença na vida de uma pessoa antes atormentada? Não é fácil, mas só por isso, é impossível? É legal ver a possibilidade de se abrir para o novo quando se sente a vontade para tal. E perceber que é incrível, que um torna o outro melhor. Perceber que é possível associar amor com a intimidade e ver que há possibilidade de uma mulher ser sim, segura o bastante para poder brincar de ser dominada. Se a mulher em questão gostar de algemas e se sentir confortável com isso, se sentir amada e respeitada inclusive quando está sem elas, andando só de mãos dadas e o homem ao seu lado, entra na brincadeira, sabendo o limite para não machucar e ambos sentem prazer e bem estar, qual a budega do problema?

Acredito que a temática envolve muito de escolha, preferência, paixão e sentimentos diversos. Afinal, o amor e o relacionamento íntimo são muito bons quando combinados harmoniosamente, porém eles também deveriam ser sempre surpreendentes.

domingo, 1 de março de 2015

Vídeo look e outfit inspirados nos 50 Tons de Cinza



Oi! E aí? Tudo bem? Eu com toda essa comoção e sucesso dos 50 tons de Cinza, resolvi fazer um look e um outfits inspirados no filme e sua temática. Assisti o filme e farei a crítica em seguida, não é ruim como todos pensam, também não tão morno como parece. Acho que tem seus pontos positivos e negativos. Cinza é uma das minhas cores favoritas, sempre gostei e espero que gostem desse look e outfit!