quinta-feira, 29 de maio de 2014

Vídeo Look de Pokémon - Alakazam


Eu tive vários bugs no computador, como bem falei na página do facebook, mas agora que o computador está melhor pra trabalhar, consegui editar e salvar este vídeo que permaneceu quase um mês na geladeira da edição e publicação. Fiz devido a um evento cujo tema era Pokémon e pedi ajuda de um jogador experiente selecionar alguns para eu fazer o look, e cá está o primeiro. Espero que curtam!



O valor de um trabalho




"Eu cresci vendo o que meu primo tinha e eu não. O que ele tinha de verdade e eu só tinha em sonho. Ele viajando, conhecendo o mundo inteiro desde pequenininho. Estados Unidos, Europa. E eu... eu ia pra Praia Grande com o pessoal da vila." Essa fala de uma personagem de novela sempre me chamou atenção. Não pela agressividade, mas pelo contexto dela. A personagem em questão era meio mau caráter, interesseira, que queria subir na vida pegando atalhos ao invés de optar pelo trabalho duro, coisa na qual ela não acreditava.

Findando o mês do trabalho, começando o mês da copa e tudo recheado de protestos, eu senti vontade de escrever sobre como o trabalho faz diferença na vida de uma pessoa. Eu já havia escrito que não há trabalho ruim, porém noto que muitos não tem dado o valor adequado a ele, ou distorcido o mesmo, o que é pior. É ele que garante a regalia do mérito, do merecimento. Propicia a chance de se alcançar algo melhor do que se tem, algo mais do que a situação atual. Trabalhar é acima de tudo, oportunidade.

Oportunidade de aprendizado da paciência: com as pessoas, que nem sempre estão em seus melhores dias, com ambientes ás vezes insalubres onde tudo falta, com críticas nas quais há mais injustiça do que construtividade. E ao ter mais paciência, aprende-se o pensamento positivo. E voltando ao momento atual em que queixas e negatividade andam imperando, o trabalho virou sinônimo de fardo. Muitos só olham o lado negativo do trabalhar. É o salário que é pouco, é o ambiente que não presta, as pessoas são desagradáveis... E não se visualiza que o salário pequeno pode aumentar se houver interesse de aprimoramento pessoal, o ambiente por mais perfeito que seja, sempre terá um fator que será desagradável a alguém e com relação às pessoas, é preciso um aprendizado de como lidar com quem é diferente, se não consegue ou lhe parece algo tão impossível, procure um trabalho no qual trabalhe só.
Lidar com as adversidades exige demanda de esforço. E essa expressão "esforço", assim como "força de vontade" e "fazer o melhor" tem gerado certa aversão em muitos, seja por pessimismo, por revolta por aquela mentalidade de que "fazer o melhor não adianta", o fato é que se esforçar, buscar algo além e aprender não andam muito em alta, sendo que o principal caminho para se alcançar algo é justamente o Trabalho.

E se há algo no qual acredito é no valor do trabalho para se conseguir algo. Num raio de pensamento, dá pra visualizar alguns exemplos de gente que trabalhou, se esforçou e hoje tem o que chamam de "vida boa". E falo de gente que foi além da realidade da qual tanto andam falando que é ruim, injusta e etc., pessoas que não se contentaram com a falta de fé e reclamações que imperam e principalmente escolheram fazer da sua realidade uma diferente daquela que pode até ser difícil, mas que não é a única opção.

Exemplos. Chris Gardner, ele vivia na pindaíba, infeliz mesmo, até o dia que viu um corretor sair de uma ferrari. Daí querendo essa profissão, se inscreveu no programa de estágio, nesse meio tempo, foi abandonado pela mulher com o filho pequeno, despejado, mas ainda assim não desistiu. Perambulou por abrigos, dormiu em ônibus, metrôs, mas na hora do estágio, lá estava ele. Ao fim, conseguiu a vaga e fundou sua própria corretora e o mais importante, sem esquecer de onde veio.

"Ah, mas é outro país, outra estrutura." Não gosta de exemplos internacionais, sem problemas. Aqui no Brasil tem vários. O dono da Tramontina era um semianalfabeto, que foi despejado do trabalho porque não servia para ser fiscal da entrada do novo empreendimento, voltou pra cidade do interior e passou a trabalhar com madeira. Com o passar do tempo e o constante aluguel de suas ferramentas, passou a fabricá-las e assim foi. Hoje ele é dono não só das ferramentas quanto das travessas do jantar.

Outro exemplo foi Marleide Monteiro, ela e os irmãos viram a mãe ser esfaqueada pelo pai, chegou a morar na tua e sofreu preconceitos, era conhecida como a "menina que viu a mãe ser morta" e mesmo criança disse pra si mesma que um dia a chamariam pelo nome. Trabalhou duro desde menina, passou fome, até que foi buscando aprender. Trabalhou numa pizzaria e levava os restos de pizza para que ela e os irmãos economizassem na comida, sendo que aprendeu a fazer pizza só observando. Alguns anos mais tarde, se aprimorando, buscando mais, aprendendo e aproveitando as oportunidades, conseguiu abrir uma doceria, depois de muito vender de porta em porta. Hoje ela é empresária de sucesso, tem filiais e é chamada pelo nome. Marleide tinha tudo pra cair na imagem de coitada, de criança que perdeu os pais e que está fadada a viver uma vida como a deles ou pior, mas não, ainda que a realidade fosse dura e difícil, ela escolheu mudar sua história e TRABALHAR para isso. Como disse uma dentista entrevistada numa revista, que também nasceu pobre mas decidiu por algo mais: "Eu queria algo melhor, e me oferecia pra trabalhar, olha que eu sei arear uma panela como ninguém. As pessoas reclamam tanto da vida, mas não fazem nada pra melhorar nem aproveitam as oportunidades."

Daí, diante desses exemplos mostrando que trabalho faz as coisas serem possíveis, essas pessoas são gotas no oceano que o fazem maior do que é. E quando vem alguém com seus rótulos de "pessoas burguesas", "pessoas fúteis", "indiferentes", tentam faze-las se sentir culpadas pelos outros, por terem tido méritos para alcançar uma vida boa ou dizem "foi sorte", chega a ser desrespeitoso, pra não dizer injusto. Afinal, muitos donos de sorveteria começaram vendendo picolé na rua e o cara dono de rede de loja, batia de porta em porta com suas sacolas. Eu conheço pessoas assim, gente que começou na roça, pegando em enxada e pás, mas foi atrás, mora em uma casa boa, viaja, tem conforto. Elas devem mesmo se sentir culpadas por terem trabalhado e conseguido algo melhor pra si e para a família?

Exemplos de trabalho duro mostram como ele vale a pena. O trabalho, mérito são elementos muito importantes na construção do caráter e personalidade do ser humano, não é só a questão financeira, mas de honestidade, de relação com o próximo, de justiça... Afinal, se não tivesse relação com esses pontos, não haveria gana de melhora e evolução. Pessoal e coletiva.



quinta-feira, 22 de maio de 2014

A verdadeira noiva cadáver




Devido tantos problemas no computador e o início de um curso, só pude agora sentar e botar pra fora toda a sorte de idéias que estavam fervilhando na cabeça. Findando o mês de maio, posso dizer que ele é mês de três coisas: das mães, do trabalho e das noivas. E como falar de noivas sem falar de casamento? E como falar de ambos sem mencionar a noiva cadáver, uma das noivas mais famosas dos filmes. Devo dizer, contudo, que muitos não conhecem a lenda que deu origem à fofa Emily. A noiva original nada tinha de fofa, era uma menina amargurada, revoltada e esperando o noivo ideal eternidade afora.

Ela não queria, porém, a qualquer preço um noivo, muito menos era obcecada, embora isso não excluisse o fato de que era um desejo muito forte e ardoroso. A verdadeira Emily vivia nos arredores de um lago. Segundo minhas pesquisas, tem um cunho histórico aí, algumas noivas judias eram assassinadas para evitar aumento da população dos judeus. Dá pra entender a revolta e mais do que isso a sensação de injustiça. Daí segundo a lenda, um dia um rapaz noivo (tal qual Victor Vandort) e seu amigo passou recitando seus votos de casamento, brincando e colocou a aliança num galho. Uma segunda olhada e não era um galho, mas um mão. Não uma surpresa que o noivo saisse correndo, porém a noiva prendera os dois e exigiu seus direitos matrimoniais. O rabino da vila tendo se recusado a tal papel, alegando que não se podia casar um cadáver com um vivo, deixou a noiva tão triste que ela se desfez em ossos. A noiva viva, compadecida pela outra, promete jamais esquecê-la e viver seus sonhos por ela. E aí, fim.

Bem, a história nos faz pensar que certos sonhos são tão intensos que mesmo em algumas condições fazem pensar em possibilidades. Emily queria tanto casar que mesmo o fato dela ter morrido não impediu que o desejo permanecesse. Na vida real, toda mulher teve um momento de noiva cadáver. Seja por ilusões relacionadas ao casamento, seja por apego a uma pessoa, enfim. Estar com alguém e amar é aceitar que deve-se ser desapegado, ninguém é um objeto do qual se detém a posse, é preciso pensar na felicidade da pessoa amada. Ainda que se case, o matrimônio é um compromisso, não uma corrente. Você escolhe se mantém tal compromisso e arca com isso, mas não é obrigado a permanecer acorrentado se sua vontade não for essa, afinal nascemos para a felicidade.
Visando isso, digo que mesmo passando por fases de noiva cadáver, todas nós temos a chance de podermos nos libertar e ficar em paz, tal como Emily que se transformou em milhares de borboletas. Devo dizer, contudo, que a melhor noiva cadáver que vi foi Rosalie Hale, de Crepúsculo. Ela era jovem e totalmente crente no amor do noivo, tudo o que ela queria era casar, porém uma noite ao sair da casa de uma amiga e encontrar o noivo e os amigos bebendo, foi estuprada por eles. Mesmo Transformada em vampira depois, mesmo permanecendo linda por toda eternidade e encontrando um vampiro depois pra viver junto, ela se vingou. Um de cada vez, ela foi atrás de todos, deixou o noivo por último para que ele sentisse a tensão do que o esperava. O chocante é que ela fez questão de ir vestida de noiva.

Já pensei em ir vestida de noiva para um evento. Com vestido rasgado, manchado, olhos vermelhos, simbolizando esse "rasgar" de vestido, esse desenlace tão traumático que é. Só que percebi que certos vestidos de noiva valem a pena serem rasgados, principalmente se há oportunidade de usar outro ainda melhor.











quarta-feira, 7 de maio de 2014

Resenha Anime Geek 1ª edição Segundo Dia



Problema no computador, problema na internet, programa que falhou, tive uns probleminhas nesses dias e por isso a resenha atrasou, mas aqui está ela e desta vez com muuuuitas fotos!

Cheguei no meio de concurso de K-Pop, o que foi relativamente cedo e antecipado, já que queria ter uma janela pra tirar fotos, carregar a bateria um pouquinho e me preparar pro show do Seid. Daí fui logo tirar fotos, dos cosplays, dos stands, das salas temáticas, percebo como cada vez mais os cosplayers se superam, buscam a perfeição e assim vamos atingindo um nível mais alto. Encontrei um primo meu, o Davi, pude ver em seus olhinhos a fascinação de ir a um evento, não me esqueço da minha primeira vez também.


Antes de me dirigir pra bem pertinho do palco, recarreguei a bateria um pouquinho, antes do esperado show, Rai colocou uma coletânea de frases épicas do Seu Madruga. Quando Carlos se aproximou do palco, tirei umas fotos. E comecei a gravar. Os personagens foram sendo lembrados durante a apresentação, contudo devo dizer que Carlos pareceu não lembrar de muitos, incluindo o pirata Alma Negra e sua risadinha, mas a platéia, o Rai e o Thiago foram ajudando, é compreensível, afinal ele é um dos antigos da dublagem e já fez muitos personagens. Algumas perguntas por serem de episódios muito específicos, ele não soube responder de imediato, mas não deixou de haver uma interação. Na hora da musiquinha dos Olhinhos de noite serena, ele e a platéia só sabiam o primeiro verso, mas eu sabia a letra toda e quando Thiago perguntou, logo levantei a mão. Coragem, ousadia ou cara de pau, a verdade é que cantei com o Seid na minha frente, foi emocionante.

Olha eu!

Dessa vez, não esperei muito na fila, mas em compensação perdi o desfile de cosplays, e haviam alguns muito bons.












 Da foto em diante, tirei foto das salas temáticas e de mais alguns cosplays que vi no caminho além de comprar umas lembrancinhas: uma camiseta e uma caneca, das canecas Soda, fiquei em dúvida entre uma do One Piece e uma do ticket viagem a Acapulco e produto para limpar prata Silvo, porém acabei na do One Piece.



A broca como sempre bateu a essa altura de evento e comi um crepe acompanhada de um Lord (XD), provei também um tempurá, é bem gostoso. Ao final, curti o som da Shinobi 88, que cantou o clássico do Bucky e digimon tamers, mas acabei mesmo na sala pokémon dançando just dance 4.


O Anime Geek, não nego a ninguém, teve um significado muito importante pra mim. E voltar, dessa vez mais experiente nos assuntos, mais perspicaz, mais observadora é algo do qual não vou esquecer. Aguardo a segunda edição ansiosamente!

Look: Dessa vez fui mais a vontade. Apostei numa legging com estampa da bandeira americana, sem perceber ela faz alusão querendo ou não, ao vilão Super Sam (time is money, oh yeah!), a camisa é bem larguinha com estampa do One Piece assim como a munhequeira, a touquinha de Luna lembra velhos tempos e o all star preto idem.

Make: Eu dessa vez apostei também numa make marcante, contudo pra combinar com as cores da camisa, coloquei tons mais quentes como vermelho acobreado e marrom, o complemento ficou por conta dos olhos marcados e o gloss coral.



domingo, 4 de maio de 2014

Resenha Anime Geek 1º edição - Primeiro dia




Finalmente chegou o esperado dia da 1ª edição do Anime Geek! Havia grande expectativa com relação a vinda do Tatá Guarnieri e da Cecília Lemes, dubladores do Chaves nova versão e da Chiquinha, devo dizer que apesar dos outros personagens que foram dublados por eles, esses dois em especial eram destaque e a platéia sempre voltava para eles. Não tirei tantas fotos quanto gostaria, pelo menos os cosplays e stands ficaram de fora, pois como na outra edição guardei toda a bateria da câmera para as apresentações.


Mesmo não tirando fotos para mostrar desse primeiro dia, quando cheguei dei uma olhada geral e foi impossível não se emocionar, afinal o AG teve um significado decisivo num momento da minha vida, foi um divisor de águas pra mim, então pra mim não é só um evento, é um marco. Numa olhada geral, porém, vi muitos stands, alguns novos, com produtos incríveis como sempre. Dei uma olhada geral nas salas temáticas, algumas novas, como a dos quadrinhos e a sala Lolita, com o tema pirata, as meninas se superaram devo dizer.

Pela primeira vez vi um concurso de K-Pop individual e foi muito bacana, esses meninos realmente sabem o que fazem. E recebem muito apoio de todos, mesmo dos concorrentes há um respeito louvável. 

Chegado o momento da apresentação, fui logo para a frente, já peguei o macete da coisa toda. Cecília logo colocou a música do sapinho para cantarmos, foi lindo e ela até estendeu o microfone para mim, vendo como eu estava empolgada, além disso fiz uma pergunta da Lucy, das Guerreiras Mágicas de Rayearth, atualmente minha favorita. Ela e Tatá foram muito engraçados, muito prestativos com a platéia e bem claros com relação aos personagens que fizeram e mostrando grande respeito aos mestres do Chaves, incluindo o Gastaldi, dublador original do personagem principal. Eu desta vez, pedi ao Rai para puxar a música do "Que bonita a sua roupa", os dubladores se emocionaram quando a plateia começou a cantar e mais ainda quando notaram que sabíamos a letra toda, porém o tempo não permitia. 

Depois da apresentação, encarei uma hora e pouco na fila para uma foto exclusiva, mas valeu á pena. Muitos não sabiam, mas Carlos Seid apareceu lá pra dar uma palhinha, estava perto da sala da coordenação quando ele entrou, fiz uma cara de :O, fiquei estática mesmo, é a emoção de ver alguém que se admira muito. Tenho grande expectativa para o segundo dia e a apresentação dele.

O primeiro dia de AG foi bem legal, no segundo tenho um roteiro bem definido e pretendo aproveitar tudo que o evento tem a oferecer. E só pra finalizar, parabenizo mais uma vez toda a equipe, o Rai, o Thiago e sempre vou me lembrar com carinho da brincadeira do Rai ao me ver e dizer no microfone: "Quero mandar um oi pra Rhayssa, que ficou famosa por chorar pra conseguir uma foto com Wendell, 'ah, eu vou trabalhar daqui a pouco, deixa eu tirar uma foto'", apesar do sem jeito, fico feliz por saber que de certa forma deixei uma marca no AG da mesma forma como ele me marcou. Meu muito obrigada!

Look: apostei numa sombra escura, lápis e batom roxo
Outfit|: Legging preta; camisa walking dead season one; all star rosa; touquinha e bolsa transversal

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Não existe trabalho ruim, minha senhora...


...O ruim é abdicar pra trabalhar. Garanto que acharam que eu ia dizer: "O ruim é ter que trabalhar", mas pode-se considerar uma pegadinha, pois não. Neste dia do trabalho e fazendo quase um ano desde que comecei a trabalhar afirmo que aprendi muito nessa questão. Fatores culturais a parte, cada país e seu povo tem uma concepção sobre trabalho, alguns levam tais concepções até um extremo exagerado, outros olham tudo de uma forma mais leve, prática, e há os que encaram trabalho como um fardo, algo demasiado penoso para o qual se arrasta.

Eu comecei a ver o trabalho de uma forma equilibrada, é uma necessidade, disso não duvido, contudo há momentos de prazer e muito aprendizado. E como aprendizado, percebi que é importante se gostar do que faz, mas nos dias em que se está odiando o mundo (o que inclui o trabalho) é preciso cabeça boa pra se continuar fazendo algo aceitável.

Aí lembro do Seu Madruga, lembrei ano passado e lembrei agora. Ele talvez tenha dado mais lições sobre trabalho do que qualquer outro personagem, não só pela variedade curricular, mas pela forma como encarou cada emprego que teve. Daí voltando ao título, trabalhar não é ruim, o ruim é quando há abdicações de outras coisas, que também são caras, em nome do trabalho. Isso é o ruim.

Não saber separar bem os momentos e prioridades é um erro muito comum entre profissionais. E em muitos casos, tal abdicação se torna tão comum e rotineira que não se percebe o quanto se está deixando pra trás. Quantos deslumbrados pelo retorno financeiro abdicam de família e momentos descontraídos? É fácil identificar, são aqueles que usam o trabalho como desculpa, de modo que nunca podem e nunca tem tempo pra nada. São as pessoas que gostam de juntar, com um objetivo meio seco, mais pelo prazer e vontade de ter cada vez mais do que por necessidade.
Quando comecei, deixei bem claro isso na minha mente, que não louvaria o trabalho como um deus, mas o trataria com devido respeito mesmo assim. Não nego que por vezes me estourei, fiquei cansada, precisei de uns extras não por ganância mas pra algo necessário ou de última hora. Certas vezes  tive que me desdobrar pra não perder momentos mas também não ser displicente. Acho que o plantão que dei depois do show do Wendell Bezerra no primeiro anime geek foi um bom exemplo. Tinha ouvido que não poderia fazer isso ou aquilo, que muita gente só quer se dar bem, etc. Ao começar no entanto, vi que não era bem isso, há pessoas legais e outras com gênio mais difícil, não exatamente ruins; o que pode ou não pode, você decide desde que haja bom senso, eu por exemplo nunca vi problema em pintar minhas unhas de azul ou ir trabalhar com uma camisa do Goku, coisa que já tinham me dito que era errado.

Trabalho é algo muito bom, a sensação de independência verdadeira só se dá com ele. É você poder saber que tem possibilidades de comprar algo pelo qual batalhou, é se sentir útil e esse aprendizado não se tem com nada mais. Não se deve virar escravo do trabalho porém indiscutivelmente ele te dá certos privilégios, e não estou falando só de benefícios e futura aposentadoria, mas da oportunidade de a cada raiar do sol se renovar.
Não podia esquecer da clássica