domingo, 26 de julho de 2015

Vídeo Make inspirada em Beast Wars - Tarantulus




Oi! E aí? Na boa? Hoje o look é o do Tarantulus dos Beast Wars. Resolvi entrar com tudo na confecção dos vídeos e posts este mês, além de claro, outros projetos igualmente importantes. Algo após o aniversário mudou, é uma nova concepção de procurar fazer tudo que se gosta. Mas voltando ao look, eu achei as cores cheias de vida, sendo uma opção incrível para a criatividade! Espero que curtam!


  • PELE
- Paleta de 12 bases e corretivos
- Base Mary Kay cobertura média cor beige 402
- NS Loose Powder cor natural
- Blush rosa antigo
  • Olhos
- Fixador de sombras Yes cosméticos
- Paleta Manly de 120 cores tipo B
- Paleta Jasmine 48 cores
- Paleta 88 cores matte
- Máscara para cpilios Tango Colossal
  • LÁBIOS
- Baton Avon Color Trend Lilás Luminoso














sábado, 25 de julho de 2015

Look para encontros cosplay ou eventos otaku


Oi! E aí? Tudo na boa? Primeiramente eu agradeço de coração os comentários e curtidas no dia do cosplayer, fiquei muito feliz de ver que o vídeo foi bem aceito e as pessoas ficaram felizes de conhecer também um pouco mais dessa arte.

Hoje eu venho apresentar um look, o mesmo que fiz para o vídeo do dia cosplay e que serve para encontros cosplay, convenções e eventos. Espero que curtam!




  • PELE:
- Concealer Cream Ruby Rose cor 03
- Paleta de 12 bases e corretivos
- NS loose Powder cor natural
- Blush rosa fechado
  • OLHOS:
- Fixador de sombras Yes
- Sombra Mineral Mary Kay Toasted Plum
- Paleta Manly de 120 cores B
- Delineador em gel Flamingo
- Lápis marron Jasmine
- Máscara de cílios Vivai Extreme Volume
  • LÁBIOS:
- Batom Make B. cor Bege Nude




1. Aplicar o fixador de sombras YES em toda a pálpebra
2. Aplicar a sombra Mary Kay Toasted Plum em toda a pálpebra móvel
3. Aplicar uma sombra avermelhada da paleta de 120 cores no V externo
4. Aplicar uma sombra marrom da mesma paleta no côncavo
5. Por fim colocar o lápis marrom na linha d'água e a máscara
6. Aplicar o blush bem no topo das maçãs após feita a pele
7. Passar o batom
8. Pra finalizar o look, uma peruca colorida e uma lente pra ficar show!







quarta-feira, 22 de julho de 2015

Cosplay e dia do Cosplayer (o que é, porque faço, etc.)


Oi! E aí? Tudo bem? Dia 21 foi o dia do cosplayer, mas só pude lançar esse vídeo hoje. Eu fico muito feliz de ver o quanto de amizades fiz por causa do meio, o quanto se evolui por causa disso. Espero que gostem e um feliz dia do cosplayer para todos nós que adoramos essa nobre arte!

segunda-feira, 20 de julho de 2015

25 lições aprendidas (especial de aniversário!)


Oi! E aí? Tudo bem? Meu aniversário já passou, mas eu fiquei devendo a edição desse vídeo com umas coisas que aprendi nesses últimos 25 anos de vida! hehe. Espero que gostem e fiz questão de mostrar tudo isso porque o Cancerious, desde quando era Nerdeando por aí cresceu junto comigo, a evolução do blog andou junto com a minha e vice versa e eu quis muito compartilhar isso com todos! Espero que curtam!

domingo, 19 de julho de 2015

O que faz um casal feliz?


Sei que o mês de junho já passou, mas é tradição do blog falar sempre de amor e relacionamentos, especialmente nessa época. Depois de ver comerciais polêmicos, vivenciar relacionamentos traumáticos, presenciar namoros lindos que começaram de repente e também outros que terminaram após arrastamentos, eu sempre volto a velha questão: o que faz um relacionamento ser bom e perfeito? E acrescento que pra isso perguntei pra algumas pessoas aqui e ali.

É notável que muitos, a grande maioria gostaria de uma fórmula mágica, um gênio numa garrafa que moldasse a pessoa ideal do barro pronta para nos amar e ser tudo o que queremos... E aí se encontra o erro. Você pensa no que quer e deixa de lado o que a pessoa pensa e deseja. Talvez esse seja o ponto mais importante do caminho para um relacionamento saudável. O amor é muito importante, porém ele se torna mais lapidado e com forma se houver compatibilidade.

Certa vez escrevi que ser compatível é bem diferente de ser igual ao outro. Compatibilidade tem a ver com se encaixar, com ideias e estilos que se casam visando o bem estar do casal e a evolução conjunta dos dois. Logo, respeito, compreensão, tolerância e paciência tornam-se indispensáveis para que isso seja possível.

O amor seria um carro chefe que puxa todas as outras coisas, porém ele sozinho não mostra todo o esplendor e beleza que um relacionamento pode ter. É necessário que haja todos os outros fatores para isso, de modo que você se encaixe no parceiro (a) em ideias e visões de vida. Não parece muito estranho, pra dizer o mínimo, uma pessoa que sonhe ardentemente ter filhos com uma que diga abertamente que odeia crianças? Ou uma que considere o sexo como uma forma de expressar amor e esteja com outra que considere repulsivo e tenha nojo? Torna-se muito complicado conciliar ideias tão divergentes.

A mudança é possível, porém para se mudar é preciso desejo sincero de compreensão, para que as concessões feitas sejam carregadas de sentimento e não aquela sensação de frustração e castração interna. Logo, a compatibilidade também relaciona-se com ceder pelo outro. Alguns tem isso como o segredo de um casamento/namoro feliz, a cedência influencia na disposição em conhecer algo novo, desejo de querer uma melhor harmonia entre o casal. Aprender a ceder ajuda na descoberta de novos gostos e novas compatibilidades, perceber o equilíbrio entre o que faz você se sentir bem e o que está fazendo mal.

Estar com alguém por si só já é pensar nas próprias atitudes e no que se é. Diferente de colegas de trabalho, diferente de amigos, o companheiro (a) é um personal trainer da alma, do caráter e da personalidade. É alguém que vai através de opiniões e atitudes confrontar você em suas manias e opiniões. E o mais importante, o tempo todo. Alguns partilham da ideia de que a compatibilidade é o maior segredo da felicidade do casal, alguns utilizam a palavra cumplicidade. O que tem seu valor também, pois um casal cúmplice tende a ser mais transparente, sem joguinhos de sedução ou competições internas, e com isso menos nuvens tendem a tornar opaco o relacionamento. Coisas não ditas, não esclarecidas afastam as pessoas, ainda que se amem não conseguem se manter sob um céu escuro de comunicação deficiente.

Acho que quando se aprende a ver no parceiro (a) um amigo, irmão, uma pessoa na qual podemos confiar e conversar sobre qualquer coisa ao invés de um objeto. Um companheiro não é alguém pra ser usado pra sua felicidade, mas alguém pra dividir felicidade e quando aprendemos isso, chegamos ao supra sumo do amor.


domingo, 12 de julho de 2015

Minhas paletas de maquiagem


Oi! E aí? Hoje eu quero mostrar minhas paletas de maquiagem! Todas as que tenho e que uso nos tutoriais de looks. Algumas uso mais do que outras, prefiro determinados acabamentos, mas espero que vocês gostem ^^

1. Paleta de 120 cores Manly tipo B
2. Paleta Jasmine V902
3. Paleta de 88 cores matte
4. Paleta caseira
5. Paleta Macrilan CR9026
7. Paleta Luisance tipo C
8. Paleta Jasmine Sombra Fosca tipo C
9. Paleta NIC

Links de lojas onde comprei:
Loja Flashmakeup
Loja Tatiimports

Link da paleta caseira:
http://cancerious4.blogspot.com.br/2013/08/diy-paleta-de-sombra-e-blush-caseira.html

sábado, 11 de julho de 2015

Make inspirada em Beast Wars - Scorponok



Oi! E aí? Tudo bem? Aqui está o vídeo inspirado no personagem Scorponok dos Beast Wars. Eu achei que é um esfumado muito bonito e bem simples de fazer. O Scorponok é eliminado na primeira temporada, mas o modo como ele se transforma é bem interessante, considerando sua forma animal de escorpião. Espero que gostem ^^








sexta-feira, 10 de julho de 2015

Feminismo à la Suffragette: esse eu curto


Navegando pelo face um dia achei um trailer de um filme que me chamou atenção. O filme em questão era o Suffragette, o qual trata do movimento sufragista no séc. XX pelo direito das mulheres ao voto.

Tive certa reserva já que não sou muito dada a radicalismo e etc., mas vendo o trailer mais vezes e me arrepiando com a música "Freedom" do Thrills, percebi que se foi radical a ponto delas explodirem coisas foi porque não haviam muitas opções para se chegar ao objetivo. Vamos considerar: no séc. XX na Inglaterra (aqui devia ser bem pior), as mulheres eram exploradas em termo de trabalho e oprimidas em casa, 100% do tempo elas eram limitadas em sua capacidade, dignidade e livre arbítrio.

E então, algumas começam a ligar pra isso. "Nunca subestimem o poder que nós mulheres temos de definir o nosso destino. Ficamos sem opções. Desafiem esse governo". E aí começam prisões, baderna, tumulto... E elas continuam. Quando são presas e vem a fala: "O que vai fazer? Nos prender? Estamos em toda parte, somos metade da raça humana, não pode parar todas nós". Aí eu percebi... Essas eram as feministas originais! As legítimas e valentes, que íam pra cima de homens não por causa deles, mas por causa delas.

As mesmas que foram queimadas numa fábrica, as que deram origem ao 8 de março, mas que foram pra cima porque queriam algo melhor pra elas, mais tempo para casa e filhos, salários melhores e dignidade, não porque o patrão era feio, fazia apologia ao estupro e tinha um pênis. Eu me surpreendo com essas mulheres. Elas ainda que por um filme conseguem passar, a idéia do verdadeiro feminismo. O que prega a igualdade de direitos real, não uma antipatia e competição. Elas queriam ser incluídas, não depor os homens.
Hoje, ainda que a raiz da ideologia seja essa, o tronco e os galhos se retornceram. Muitas ainda conseguem passar a energia das sufragistas, mas também sentimos que encoberto pelo véu da luta por justiça, está a chaga do ódio e intolerância. Um feminismo que não hesita em atacar homens só pelo fato de serem homens, e até mulheres que discordam em alguns pontos. Ainda que digam: "Ah, mas essa é uma pequena parte", tal parte não deve ser ignorada pois ainda que pequena reúne boa quantidade de indivíduas e dissemina estas idéias de forma bem concreta.

Eu admiro o feminismo original com toda sua força e espírito, porém tenho aversão a esse feminismo torpe que se originou dele. Esse feminismo que quer direitos mas não hesita em atacar e ofender deliberadamente, ofender e nomear os ofendidos, mandar pro inferno, ou como já vi: vá ser feliz no raio que te parta, que defende a liberdade da mulher e a garantia aos seus direitos até o ponto em que uma contrarie certas crenças tão enfaticamente disseminadas. Eu sou contra o aborto, tal qual contra sua legalização, contra porque minha índole não me permite ser a favor ainda que compreenda os 1001 argumentos, contra porque meu eu não consegue ser a favor, devo ser tratada como avessa a ideologia ainda que defenda a igualdade? Devo ser crucificada e chamada de assassina como já fui por muitas "feministas"? O "rótulo" de feminista verdadeira deve ser arrancado da minha testa?
Que feminismo é esse que separa e oprime tanto quanto o machismo? Um feminismo que não pode ver uma moça mais nova com um homem mais velho sem taxar de "relacionamento abusivo" e que sequer pergunta a mulher envolvida se é assim que ela se sente, como aconteceu com a cantora Mallu. Um feminismo que quer obrigar as mulheres em muitas situações a acatarem suas idéias distorcidas. Uma mulher mostrar os seios em uma passeata, manchada de sangue contra a opressão está tudo bem, digno de notas em jornais e fotos, mas outra que realiza o mesmo ato, por livre e espontânea vontade e mostra os peitos numa revista masculina é tida como incentivadora do machismo, colaboradora para aumento da opressão do sistema ou até mesmo oprimida por tudo isso. E digna de todas as críticas por parte das outras "irmãs".

Todo o apart que existe entre mulheres quando se trata de feminismo em muitos casos não é culpa dos homens, mas das próprias mulheres. Muitas quando dizem: "não sou feminista", não estão mirando na igualdade mas na aversão que sentem por atos radicais e extremos que conduzem a violência, quem quer carregar em si o título e ideologia que parece odiar o oposto, que apela pra aspereza e no fundo, ainda é chato? Já fui chamada de assassina por ser contra a legalização do aborto, já fui acusada de falar besteira por falar que ás vezes nem tudo é apologia ao estupro e associar até contos de fadas com isso é chato, por falar que 50 tons de cinza não é ruim nem abusivo e que se a mulher se sentir a vontade, ninguém tem o direito de julgar, fui criticada e atacada por mulheres que tinham tanta vagina quanto eu, mas que por alguma razão se achavam acima e com o direito de apontar. Acredito que até chegarmos no modo ideal de lutar talvez demore visto que muitas se acham com mais voz do que outras. E nisso há contradições, muitas sabem que a ideologia tem pontos positivos porém ao verem tanta confusão e agressividade preferem se retrair. 
Por isso que recomendo e admiro as suffragettes e quero ver o filme, através da frase "Não queremos infrigir a lei, queremos construir a lei" elas representam, afinal, um feminismo que nos faz ter orgulho, não vergonha.



História de Cosplay - Niele, Holy Avenger



Eu decidi compartilhar isso com quem lê meu blog, pois esse cosplay foi extremamente pessoal. Algo do tipo, veio da alma mesmo. Não só por ser ousado, mas porque eu tinha a concepção de que seria através dele que eu superaria um grande trauma e tabu que quase sempre me acompanhou: a questão do meu peso.

Poderia dizer que essa questão vem de agora quando me deparei com a vontade de um cosplay mais exposto, mas não. O cosplay foi só o gatilho, pois essa questão vem de anos. De uma vida inteira, talvez. Daí, envolvendo uma questão pessoal, eu decidi que seria através do cosplay da Niele que eu superaria ela.

Pra começar, sim, sou o tipo "cheinha" de garota, esse papo de IMC normal em mim não existe, e nem consigo lembrar se existiu algum dia, porém toda a conotação e esteriótipo negativo  ou clichê era de meu interesse liquidar. Afinal, uma hora você para e pensa que não quer ficar a vida toda se neurando e chateando, com amigos, família, com você mesmo, com o mundo... além de adquirir uma aceitação e amor próprio inigualáveis. O mundo sempre terá palavras ásperas, sempre vai falar e quase nunca vai aliviar sua barra, apesar de também ter palavras positivas. Quanto a isso, ninguém tem controle, mas eu posso controlar como reajo a tudo isso.

Não nego que por ter muita exposição (cerca de 95% do corpo de fora), tive que me preparar. Nada extraordinário nem exagerado, apenas algumas pequenas coisas pra deixa tudo mais ajeitadinho e bonito, então dieta disso ou daquilo, corridas de esteiras além de eu não gostar, não queria associado com algo que pra mim deve ser prazeroso. Acho que o principal objetivo da Niele não era uma personagem idêntica ao original, pois é meio caricato, mas mostrar e provar que uma Niele real pode ser perfeita ao seu modo. E mesmo no decorrer do processo, aprendi a gostar de certas coisas, aprendi mais e a me aceitar mais como a Niele que seria, a me conhecer. 

Acredito que depois de meses (até de uma vida) de questionamentos, reflexões e por que não dizer raiva, raiva de falas como: "Você vai chegar aos 90kg", "faça dieta tal e tal", "agora sei porque você engorda", "quando fazia academia estava melhor", fora as cantadas ridículas e desnecessárias de um ser que sequer me conhecia direito mas fazia questão de enfatizar que eu era uma "fofa bonita" e terminava sempre falando em massa, macarrão e convites para pizzaria, como se eu fosse somente uma "fofa bonita" e meu interesse único fosse comida ou um parceiro de prato, depois de tudo isso eu merecia me divertir. E foi muito divertido ver como a Niele fez sucesso.


Ser divertida foi um dos principas pontos que me fez decidir pela Niele. Ela me lembra em muitas situações, talomo muitas outras personagens. É aquela pessoa divertida, meio atrapalhada, mas que não faz mal a uma mosca e que no fim acaba rindo de tudo. Enfim, Niele é uma garota divertida. E cheia de expressão, meio convencidinha porque sabe que chama a atenção de todo mundo, porém mais do que o corpo, chama atenção o sorriso e confiança dela em suas mágicas que quase sempre dão errado. Acho que é inexistente no mangá um momento em que Niele apareça triste...


Quantas vezes a gente falha e tem vontade de jogar tudo pro alto? Recebemos críticas negativas, broncas e temos vontade de sumir, mas um dia depois estamos lá de novo prontos pra outra? Seja por teimosia ou por vontade mesmo de mostrar que podemos, tentamos outra vez. Assim é Niele, ela não tinha muito controle sobre seu cetro mágico, mas ainda assim tinha a confiança de se denominar elfa maga, porque tentava e tentava de novo. Niele podia parecer tapada e irritante, mas dentro dela havia uma força invejável que a conduzia até onde quisesse. E por mais que se magoasse, cantava uma canção e momentos depois sorria de novo.


A persistência da Niele me fez descobrir em mim a minha própria. Percebi que podia melhorar, tal como ela melhora, mas sem perder de vista quem eu era nem o que gostava. Muitos não querem fazer determinado cosplay por causa de corpo, biotipo, características pessoais, mas sempre podemos melhorar e aprender. Podemos aprender técnicas novas para fazer uma maquiagem melhor, aprender um movimento ou acrobacia para dar mais vida ao personagem, pesquisar sobre modos de fazer um acesório de modo que tudo fique mais real, todo aprendizado é válido desde que não se perca de vista a diversão, porque de nada vale ficar obcecado e perder a melhor parte. Imaginei que muitos diriam que eu não tinha corpo pra isso, que me criticariam, mas por incrível que pareça, no fim foi o próprio evento que me podou por "estar chamando muita atenção", teve uma crítica ou outra, mas se não tivesse o mundo não seria mundo, mas eu através da Niele já tinha alcançado uma auto estima pra me achar bonita ainda que com defeitos e o bastante pra nem ficar chateada.

Niele me trouxe uma auto aceitação, não digo que foi uma questão de coragem, mas de aprendizado. De olhar pra mim, ainda que com tantas críticas que já recebi referentes ao meu corpo e ainda assim dizer: "Eu posso fazer, por que não?", e nisso minha cabeça também mudou. Ao ver o resultado eu disse: ficou legal. Era a MINHA Niele, a Niele feita do meu jeito, com meus sinais, imperfeições, curvas, mas totalmente minha e pra mim, perfeita. 

Produtos usados:
Roupa de tiras: costureira
Braceletes e brincos: Sol bijuterias
Orelhas: EVA
Peruca: Nexus store
Lentes: Nexus store
Cetro mágico: cosmaker Morgana Farat

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Resenha Animazon No Taikai 2015 - Dia 3


Se o segundo dia de Animazon foi decepcionante e legal, o terceiro foi constrangedor, ofensivo e legal.

Eu devo dizer que já estava recuperada do fiasco da apresentação, com o firme propósito de ir, me divertir com o cosplay que eu estava planejando para o domingo, tirar fotos pro blog e enfim, porém logo de início, meu cosplay foi meio criticado e pela própria equipe do evento. A personagem Niele de Holy Avenger é pouco conhecida, mas uma gracinha devo dizer, embora ousada.

Eu fui me inscrever no concurso, dei a foto, áudio e etc, daí subi para a outra sala cosplay pra me aprontar e mal terminava uma moça veio me requisitar. Eu compareci e me disseram que por ser um cosplay muito ousado, eu precisava arranjar algo pra não ficar vulgar, sendo que eu estava usando uma calcinha e um tapa mamilo nos seios, ou seja, não apareceria nada, porém pro concurso precisava de um top ou algo assim. Eu fiquei meio chateada, mas pensei que pro concurso não fazia tanta questão, pois não ia ganhar (leia-se não tinha efeitos especiais, nem nenhum super acessório, só minha cara de pau e espontaneidade XD), o problema todo veio uns minutos depois.

Eu precisava achar uma pessoa e fui andando pelos andares, sim, tirei fotos, muitas pessoas tiraram fotos minhas, alguns reconheceram a personagem e eu fiquei feliz. Na sala do Maid Café, me perguntaram se não me bulinaram e eu comentei que só a equipe do evento. Uma vez na quadra se formaram dois grupos grandes pra tirar fotos minhas e nisso a coordenação geral ficou de antena ligada. Eu estava no meio de fotos quando uma moça da sala cosplay disse: "Rhayssa, sala cosplay agora", eu cheguei a pedir que me deixasse terminar mas ela enfatizou que a sala cosplay vinha primeiro. Ahei desrespeitoso não só comigo mas com quem estava tirando fotos, porque eu sei que quando a gente gosta de ver um cosplay quer tirar fotos pra registrar o momento.

A justificativa pra tal ação foi que como o cosplay estava ousado podia ser considerado atentado ao pudor e o juizado de menores parar lá. Embora dissessem pra eu não ficar chateada era impossível pois é uma preparação de meses física, psicológica e de expectativas frustadas por todo esse constrangimento. Enfim, não podendo nem circular pelo evento, me vesti e fui com o Yukito no shopping comprar um top e um short, perdendo tempo, paciência e uma diversão valiosa. Voltei de cabeça erguida, com meu cosplay e me compraram uma plaquinha: "Tentaram (e conseguiram) censurar o meu cosplay". E devo dizer que fiquei feliz de ver que o público me deu apoio a situação toda.

Passados os aborrecimentos iniciais, circulamos pra tirar fotos, conhecemos gente nova, alguns que passaram por coisas parecidas e nisso fizemos amizades. O evento continuava muito bom em termo de cosplay, alguns estavam muito bons mesmo. O tempo ficou meio escasso, porque logo chegou a hora do concurso, dessa vez cheguei bem no horário e pedi pra alguém filmar pra mim, evitando assim novos constrangimentos e aborrecimentos. 

As apresentações foram muito boas, em especial as de Tokyo Ghoul, que tiveram uns efeitos incríveis. Eu confesso que gostei de estar no palco num individual, sei que era uma apresentação simples, porém acho que dei bastante das minhas expressões e foi bem natural. Não ganhei mas senti que valeu tudo muito a pena.
















Por último tirei foto no estúdio e não é por nada, terminei varada de fome. E fomos a um restaurante italiano e eis que um grupo de cosplayers que estava no evento fazendo fotos incríveis estava lá também, conversa vai e vem, fizemos novas amizades novamente, trocamos experiências e foi incrível.

Acho que o Animazon num balanço teve seus momentos positivos e negativos. Acho que ainda pelos fiascos, imprevistos e constrangimentos com a equipe, valeram de aprendizao para eventos futuros e as amizades que foram feitas, carinho do público dão mais gana pra gente perceber que outros eventos virão e que tem gente muito legal espalhada na multidão.