sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Fatos sobre A Bela e a Fera


Com a liberação do trailer da Bela e a Fera de 2017, todos ficaram eufóricos porém a verdade é que dentre tantas versões dessa história é legal frisar que há muito que se pode tirar dela, várias curiosidades e lições valiosas. Afinal, esse é um conto de fadas, mas lá no fundo, menos perfeitinho que os outros.


1. Bela não é princesa, nem por sangue nem por linhagem

Apesar dela sempre aparecer num vestido deslumbrante, num salão super luxuoso e ser denominada assim, a verdade é que ela não era uma princesa e nunca foi. Bela se tornou princesa. Através de suas ações nobres, seu caráter, sua lealdade e amor, ela mostra que tem uma nobreza real que condiz com sangue real. Na versão original, ela era filha de um comerciante muito rico, porém mesmo com uma vida de riqueza, ela não era fútil ou orgulhosa, mas humilde e sempre priorizando os sentimentos e bem estar da família e do velho pai. Bela não nasceu princesa, mas tinha a dignidade de uma rainha.


2. A história tem várias versões

Claro que a versão da Disney é a mais famosa e aceita, dada a qualidade e sensibilidade, porém a real é que há inúmeras versões feitas da mesma história. Mas claro, sempre envolvendo uma moça e uma fera horrenda. Na original, Bela é filha de um comerciante rico, com mais duas irmãs e três irmãos, o pai vai a falência e todos se vêem pobres e obrigados a mudar para o interior, mesmo com a mudança de vida ela cuidava da família com todo carinho e dedicação. O pai se perde na floresta ao fazer uma viagem para recuperar mercadorias e vai parar num castelo, mesmo sendo bem tratado ao roubar uma rosa a Fera aparece e diz que ele deve pagar com a vida. Bela sendo quem pediu a flor se oferece para ir no lugar. Essa versão foi mostrada no filme de 2014 e retrata bem essa versão de "uma vida por uma rosa" tanto quanto os irmãos de Bela, o motivo pelo qual a Fera virou fera foi um castigo. A versão da Goodtimes coloca também essa versão porém Fera foi vítima de uma fada má que o transformou em fera. A versão da Disney é bem mais direta e simples, além de bem mais infantilizada.


3. Dizem que Bela tem Síndrome de Estocolmo, mas... quem se importa?

Esse argumento já furou a muito tempo. Acho que é coisa de quem não percebe muito bem a mensagem de tudo. Essa síndrome é caracterizada por quem ao ser abusado/maltratado por um agressor ou algoz passa a desenvolver com o tempo apreço por ele. Dizem que a Bela desenvolveu tal síndrome porque Fera era grosseiro, a maltratava, a prendeu num castelo e mesmo assim no final ela termina amando-o. Cabe lembrar que não é bem preto no branco que as coisas se desenvolveram. Bela, como uma filha amorosa e preocupada, ao ver que seu pai já velho e doente poderia morrer, se ofereceu para ficar no lugar dele. Claro que Fera não foi nada gentil e justo, contudo Bela se quisesse poderia ter convocado seu bonitão e os moradores da vila para uma chacina básica, porém sua natureza doce não permitia isso. Fora que Ela não é uma mocinha indefesa, na primeira leva de princesas, Bela é a que tem mais momentos de se posicionar e se firmar do que as outras. Ela poderia ter largado o Fera ferido no frio pra morrer e ido embora livre, mas acho que uma coisa chamada generosidade e gratidão a impediu. E características assim não me parecem ser sindrômicas.


4. Bela preza por outras qualidades masculinas

O bonitão da vila Gaston tinha os 4 pneus arriados pela Bela. Tinha orgulho porque ela era a que ninguém conquistava, mas mesmo assim, mesmo ele sendo o mais forte, o mais robusto, Bela não me parecia uma adolescente babando por qualquer bonitinho. Ainda que numa hipótese ela tivesse pouca idade, seus desejos com relação a um homem iam além de beleza. A própria música na versão Disney fala sobre isso "Quero viver num mundo bem mais amplo, com coisas lindas para ver e o que eu mais desejo ter é alguém pra me entender". Ou seja, ela se sentia deslocada por não haver alguém compatível. Ela gostava de livros, de conhecimento, de saber... percebe-se que mais que beleza, ela queria viver coisas bonitas e ter alguém para compartilhar e trocar idéias. Um homem para Bela, não tinha que somente ser bonito no olhar, precisaria também ser bonito nas palavras.


5. As relações familiares são mais presentes e intensas

Mesmo na versão Disney na qual só há o pai (e nenhuma menção da mãe), Bela é muito próxima e eles se cuidam mutualmente. Há muito amor ali mesmo sendo uma família de duas pessoas. Na versão original ela era a caçula de 6 irmãos (três moças e três rapazes) e quando o pai foi ameaçado de morte, por causa do presente que ela havia pedido, ela não hesitou em se sacrificar pensando no bem da família. Ela cuida de todos com carinho, apoia e mesmo sendo a mais nova assume a casa e procura fazer com que todos vivam da melhor forma na nova vida.


6. A relação de Bela e do Fera é construída

Uma Fera prende seu pai num castelo, é claro que você vai ver esse ser com muita antipatia no mínimo, porém a questão é que se ela tinha que ficar por muito tempo num castelo com uma pessoa, ela procurou explorar o lugar e também se impor. É claro que nesse meio tempo, ela viu como Fera tinha mau gênio, mas o colocou em seu lugar. Cuidou de seus ferimentos e Fera foi amolecendo e baixando a guarda, é a velha história de "um dos dois tem que baixar a guarda primeiro pra que se entendam". E a partir daí, uma relação começa a surgir, uma gentileza aqui, boas palavras ali, até que a ponte se constrói.


7. Bela não é uma mocinha frágil

"Se você quisesse, eu poderia satisfazer todos os seus desejos", "Uma fera como você satisfazer uma mulher como eu?". Na versão de 2014, Bela é uma jovem mulher, diferente da versão Disney que parece uma adolescente no início da vida adulta. Embora a diferença de idade seja visível, o comum entre ambas é a atitude, elas sabem dizer não e quando preciso peitam aquilo que acham errado. Bela (2014) não hesita em olhar para Fera e dizer umas verdades "Esse bicho verá quem eu sou", talvez seja por isso que muitas se sintam mais próximas dela, a personalidade dela é mais palpável, mais real, uma moça "Bela" é fácil de se achar.


8. Fera dá uma lição sobre mudança em nome do amor

Num mundo onde o próprio amor parece sorte, ou destino ou utopia, é complicado até mesmo imaginar que alguém em nome do outro, do sentimento que tem pelo outro, mude. Fera, contudo, dá essa lição. Por vezes se precisa de outra pessoa para despertar o amor em você que está por trás de uma parede de espinhos. Daí com jeitinho, paciência acima de tudo, se vai conseguindo quebrar essa parede e abre-se o espaço para o amor nascer. Na história original, era quase como que um pedido de casamento por dia e no filme Fera pergunta se fosse pelo hábito, Bela não chegaria a amá-lo. Claro que amor de verdade pra chegar a este ponto tão sério, leva mais tempo do que é mostrado no filme, porém Fera mostra que amor pode fazer com que você trabalhe seus defeitos em nome da pessoa amada.


9. Fera é herói e vilão ao mesmo tempo

Fera é herói e vilão porque é muito humano. Ele foge do padrão de príncipe perfeito e bonito, o que força com que ele ao longo do filme se transforme em alguém melhor, mas ainda assim imperfeito. Acredito que essa dualidade também faz com que Fera seja mais próximo dos homens reais. Afinal, nenhum homem por melhor que seja é perfeito, mas eles melhoram, aprendem, caem, levantam e aprendem de novo. Fera aprende sobre valores, sobre como tratar melhor as pessoas, tudo isso nada mais retrata do que uma pessoa que possui arestas mas vai pouco a pouco reparando-as.



10. Mesmo com o tom de fantasia, a história mostra um amor mais real (e possível de acontecer)

Um parêntese: mesmo a história sendo mais real, compatibilidade é algo que deve ser primordial na vida de qualquer casal. É possível sim que duas pessoas diferentes se conheçam e se envolvam, com o tempo vão aprendendo uma com a outra e crescendo juntas, melhorando. Talvez os casais mais felizes são aqueles que conseguem entre suas diferenças encontrar seus pontos compatíveis, Bela e Fera fazem isso, ele em meio de suas ranhuras achou doçura e ela em meio a gentileza achou força e perseverança. E nessa troca, os dois se tornaram melhores.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Ainda sobre o Enem


Todos estão aguardando ansiosos o resultado do ENEM, não é pra menos visto toda a carga que ele tem e tudo o que ele significa. Claro que mesmo assim, antes do processo e das provas são disseminadas as velhas idéias, talvez nem tão velhas assim, de que o vestibular é um processo massacrante, deprimente e opressor. Um processo que leva as pessoas a acharem que são burras caso não passem, que não serão alguém, das figuras e textos com dizeres de "você já é alguém" pipocaram, que jovens na obsessão de passarem entram em depressão e tem crises de ansiedade e isso para ingressarem em um curso do qual muito do que vai ser ensinado, nunca será utilizado na vida prática.

É lógico que tudo que estão dizendo tem seu fundo de verdade e eu não posso deixar de concordar, porém com ressalvas. Para começo de conversa, o estudo é muito importante e considerando os atuais tempos de crise, desinteresse de parte da juventude e métodos que dão infinitas chances de erro, não tê-lo é uma dificuldade que pode prejudicar muito a vida de um ser humano. Claro que há os pessimistas que dirão: "Hoje muitos mesmo letrados não conseguem se sustentar", ficar sem as letras pode ser pior, acredite.

Valendo da polêmica de que após o ENEM há as piadas de que o McDonald's está aceitando currículos, muitos levantam a bandeira de que é um trabalho honesto, O que realmente é e ninguém diz o contrário, porém muitos querem algo mais, uma melhora que possibilite maior conforto futuro, pessoal e materialmente falando. Palavras de um pedreiro: "Eu não quero que meu filho faça o que faço, quero que ele seja outra coisa".
Claro que pressões absurdas a ponto de adoecer alguém não é bom, causa danos que o objetivo fica prejudicado e o ego do indivíduo nem se fala. É preciso falar da importância sem que se atinja um nível patológico. Lógico que equilíbrio não é bem o que se tem visto quando se trata de ENEM, mas sempre há esperança. Com tantas escolas ocupadas, polêmicas, há o lado de pessoas serem contra e a favor. Há os que pensam que enquanto muitos se preparam, outros estão nas escolas ocupadas e bem não se pode culpar os primeiros por escolherem outro foco. Existe também o ponto de que muitos outros não conseguiram realizar a prova porque a escola estava ocupada e os que foram impedidos fatalmente chamaram os ocupadores de "desocupados". E a última situação (essa sim foi bem canalha), no dia uma notícia saiu falando de um rapaz que estava ocupando uma escola, porém no dia e hora do ENEM, não hesitou em sair para realizar a sua.

Quando eu disse ha um tempo que Rett Buttler era o cara, nunca pensei que os ensinamentos desse carinha lá num filme do século passado cairia tão bem hoje em dia. Quando Scarlett pergunta: "Então você não acredita na causa?", ele com aquele sorriso sedutor e auto confiante diz: "Acredito em Rett Buttler e nada mais". E com notícias sobre alunos que ocupam e outros que só querem fazer seu vestibular, percebemos que o vestibular por muitos é encarado como aquele balão de doces que fica pendurado nos aniversários. Na hora que estouram aquele balão, não existe amigo, primo, irmão, companheiro... E sai que a vaga é minha. O processo esse ano me surpreendeu de algum modo. Dada as referências altamente tendenciosas utilizadas, como Catraca Livre e O Machismo Nosso de Cada Dia, o tema da redação foi até bem neutro, sem coisas tendenciosas como cultura do estupro ou falar do atual presidente. Ainda assim, quero ver se a correção também vai ser neutra.

Numa experiência pessoal, eu não fiz ENEM. Na época ele nem era tudo isso e como sabia que não poderia usar ele para nenhum dos objetivos que tinha nem perdi meu tempo e foquei no que realmente importava. Eu encarava tudo não como um balão, mas como um campo de sobrevivência. Por crescer ouvindo que sem estudo não há futuro e que ele era o modo para ser alguém, passei a me focar nele de tal forma que pensava que ele era minha única característica. Claro que descobri outras habilidades depois, contudo naqueles anos estudo era um sacerdócio. Muitos hoje dizem que era uma tremenda pressão, e realmente até era, hoje vendo os frutos, as broncas, as chateações, experiências  e sacrifícios valeram a pena. 

Não é fácil dizer nem exigir que jovens de 16, 17 anos consigam imaginar suas vidas 5, 10 anos a frente, o que dirá escolherem o que vão fazer nesse tempo e pelo resto da vida, porém ainda é necessário, já que estudar é um caminho clichê e o que considerando a população é o que mais tem probabilidade de dar certo. Falando por mim, eu sou baixinha e cheinha, não tenho beleza exótica, logo não sirvo pra modelo. Não sei cantar. Não tenho aptidão pra reality show. Não nasci com dons extraordinários. Meu canal do youtube ainda não decolou. Minha família não tem herança milionária pra me deixar, logo estudar era a única opção que eu tinha pra conseguir uma profissão que me proporcionasse estabilidade.

A verdade é que não importa o processo ou se você tem ou não um curso superior. O aprimoramento é importante e sempre será necessário, mesmo que seja um curso técnico ou curto. O acréscimo é inegável e suas chances de portas abertas também.


domingo, 13 de novembro de 2016

DIY Unhas degradê com bolinhas



Eu comprei algumas cores novas de esmalte assim como uns instrumentos novos que fiquei super empolgada em usar. Pesquisei algumas nail arts e achei esta que é bem simples e dá pra colocar várias cores ao mesmo tempo. E mesmo que pareça complicado, é mais fácil do que parece e você pode fazer tranquilamente.





1. Já adiantei passando uma base incolor. Depois eu passei um esmalte cinza.


2. Para fazer o degradê, você vai aplicar um esmalte lilás por cima do cinza, deixe um espaço de 0,5cm entre um esmalte e outro.



3. Finalize o degradê com um esmalte rosa escuro




4. Hora das pintas. Você pode usar um pincel boleador, ou um alfinete ou até mesmo grampos para fazer essas bolinhas, dá super certo e o mesmo efeito. Comece fazendo bolinhas roxas.





5. Depois faça bolinhas brancas. O importante é colocar bolinhas de cores que se sobressaiam nas cores do seu degradê


6. Além de bolinhas roxas e brancas, fiz bolinhas verdes também.


7. Pra finalizar tudo isso e dar um acabamento bacana passei um glitter prata


8. E prontinho!





ESMALTES UTILIZADOS:
- Base incolor Tom Vivo
- Esmalte Tom Vivo cremoso Cinza
- Esmalte Tom Vivo cremoso Apaixonado
- Esmalte Tom Vivo cremoso Charme

Para as bolinhas:
- Esmalte Tom Vivo cremoso Fabíola
- Esmalte Tom Vivo cremoso Branco
- Esmalte Tom Vivo cremoso Stefani

Acabamento:
- Esmalte Tom Vivo glitter Intense

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

DIY Marreta da Harley Quinn (clássica)


VOCÊ VAI PRECISAR DE:
- 1/2 m de E.V.A grosso
- Cabo de vassoura
- Cola de contato
- Estilete
- Fita métrica
- Tinta vermelha e preta


1. Corte dois círculos do mesmo tamanho


2. De acordo com a circunferência dos círculos, corte um retângulo. Eu usei as medidas de 35 x 65, (65cm é o número da circunferência, 35 o comprimento)


3. A partir daí, use a cola de contato para colar, encostou, colou, logo tome cuidado. 


4. Enquanto a parte de cima seca, cuide do cabo. Cole um anel na ponta do cabo de vassoura, ele vai segurar o cabo no lugar quando colocar a parte de cima


5. Faça um furo na base e passe a ponta do cabo de vassoura. Daí é só fechar a base da marreta com cola.



6. Pinte a marreta com vermelho e preto. Eu optei por essa disposição de cores, acho que ficou legal, mas você pode acrescentar losangos e detalhes coloridos se quiser. Solte a imaginação. É importante lembrar que a cola pra ficar super firme e secar bem, leva 24h, então pode deixar sua marreta descansando antes de arrumar os últimos detalhes.


7. Eu finalizei pintando o cabo de vermelho e prontinho!


QUER BRINCAR COMIGO?




terça-feira, 8 de novembro de 2016

Coisas para fazer em dias que você está triste



Tem dias que são o cão. E preciso dizer que mesmo a pessoa mais equilibrada e zen não está imune a esses dias. São momentos em que você parece ser chicoteado ou como se o mundo se virasse pra você, aqueles dias em que de manhã você recebe esporro dos seus pais, na escola/trabalho recebe outro, seu lanche vem errado, aquela coisa que você ia comprar acaba, dias em que você ou está se sentindo o cocô do cavalo do bandido ou com vontade de explodir uma bomba em algum lugar, tanto faz, escolha. 

Se sentir triste, revoltado, deprimido é muito mais comum do que parece. Quase sempre isso vem com o sentimento de se sentir por baixo, seguido de raiva por não conseguir ser diferente ou cometer erros. Acontece. O mundo ás vezes é uma bosta mesmo, mas como diria Tony Stark: "O mundo não é perfeito, mas é o único que temos" e bem, querendo ou não, precisamos dele pra viver. Mas aqui vão dicas de coisas que você pode fazer pra esses dias em que o mundo parece não estar indo muito com a sua cara.

1. Escute uma música do tipo "Eu contra o mundo"
Já dizia Timão: "Quando o mundo dá as costas pra você, você dá as costas para o mundo. Hakuna Matata" E se o mundo é o problema, nada mais justo que você vire as costas pra ele, nem que seja por esse dia. Existem músicas que enaltecem esse sentimento de que você não está só, você não é o único a sentir essa sensação e existem outros lá fora que também partilham dela. Mas ao mesmo tempo, colocam você meio como que num mundo diferente, a parte dessa parte chata do mundo que normalmente conhecemos. Eu atualmente curto heathens, gangsta, mas já ouvi muito lonely day, the lonely shepperd, breaking the habit e crawling.

2. Faça exercícios
Não pelo prazer de fazer exercícios, mas parece que quando seu corpo se mexe, sua mente desliga ou é direcionada pro que seu corpo está fazendo. Exercício dói, seu dia já não está bom mas aquela dor pelo menos serve pra algo melhor, tipo te fazer ficar malhado. Fora que mesmo que você não seja aquela pessoa que já atingiu o ponto de liberar serotonina por fazer atividade física, ao final, mesmo com seu corpo dolorido depois de um banho gelado você anestesia até a alma e tudo fica em paz.


3. Faça compras
Em momentos em que eu estava me sentindo no fundo do poço gastei em poucos dias o que normalmente não gastaria em um mês somente em compras. Blusas, leggings, DVD's, caixas, maquiagem, perucas, digo que boa parte do meu armário é fruto de dias depressivos e cheios de chamadas de atenção. Quando não compro na hora, encomendo e há a sensação de que algo bom, assim de surpresa vai chegar pra mim. Dá uma sensação de acolhimento.


4. Coma algo gostoso
Depois que cresci mais, fiquei bem seletiva com relação ao que coloco na boca e mais exigente com sabores, mas em dias ruins, aquele sandubão ou super pedaço de bolo da vizinha que vende quitutes cai muito bem. Acho que o dia mais memorável foi um em que um ex namorado me arrasou, o mesmo cara que dizia que casaria comigo sabendo que esse era um sonho, eu depois de andar um pouco comprei um super bolo de chocolate e disse pra mim mesma que a partir dali seria diferente. Comida é um prazer primitivo, ninguém, mesmo os mais fitness podem negar isso, logo, comer algo gostoso dá um alívio no ego e um conforto no coração.


5. Tome um banho
Não de hoje que afirmam que a água é um solvente universal. Ela também dissolve sentimentos, boa parte dos personagens em filmes ou séries que estão passando por conflitos ou estão naquele momento chave de decisão aparecem em cenas nas quais a água está envolvida. Nina, de Cisne Negro, já num ápice de conflito aparece numa banheira. Noah e Ellie, do Diário de uma paixão se entendem e esclarecem debaixo de um temporal. Mesmo Harley Quinn e Coringa que caíram num tonel químico, ele era bem líquido. A água no momento em que você mergulha é como um mundo diferente, é como se você entrasse num universo paralelo onde os problemas não existem.



segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Diário do Cosplayer - Onde usar o seu cosplay


Oi! E aí? Como é que tá? Hoje lancei o último vídeo daquela série antiga do Diário do Cosplayer, com dicas de onde você pode usar o seu cosplay. Acredito que a maior dica de todas é você não ter medo de ser quem é, não ter medo nem se importar com o que vão pensar de você e se divertir sempre. Sempre vai haver um comentário, uma crítica, mas vá em frente porque a diversão vale a pena!