sábado, 23 de novembro de 2013

Vídeo Make inspirada nos Beast Wars - Tigertron


Oi e aí? Na boa? Aqui está o vídeo da maquiagem inspirada no Tigertron, ele é um tigre siberiano que ao se transformar tem uma armadura cheia de verde e turquesa, que eu adoro! Espero que curtam!








segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Vídeo sobre gordofobia e derivados - minha opinião


Oi! E aí? Eu resolvi fazer um vídeo diferente, devido a polêmica da novela das nove, Amor à Vida, com relação à situação envolvendo a personagem Perséfone e Daniel. Ela é uma gordinha e se casou com ele, que por sinal antes do casamento lutou pra ficar com ela, enfrentou tudo e todos e agora se mostra um mente fraca por ceder às provocações dos colegas anti-éticos do hospital onde trabalha. Acredito que o autor quis fazer algo contra o preconceito com gordinhos, mas tem conseguido o contrário. Tenho verdadeira repulsa toda vez que Daniel diz: "não precisa tomar chocolate porque engorda", "faça uma comida mais light", a cara que ele faz é repugnante, além de sua atitude ser hipócrita, já que quando junto dela é só amor, mas fora não tem a hombridade de assumir tal sentimento. Espero que gostem do vídeo e se quiserem expressar suas opiniões, fiquem a vontade! 

domingo, 17 de novembro de 2013

Vídeo Make Kuloz Makara


Oi! E aí? Eu estava devendo este vídeo pra minha amiga Anna, ele estava pronto desde o Halloween, mas devido uma falta de tempo, não pude editar antes, mas aqui está! Se não puder aproveitar a parte mais artística do make, aproveite os olhos que são muito bonitos. Curtam!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Look de Katniss Everdeen - Especialmente para a estréia!


Eu estava esperando um bocado por esse filme. E fiz questão de ir na estréia, adoraria que tivesse sido legendado porque quando começam a gritar pelo Peeta e pelo Gale, o negócio pega. Enfim, mas o que pensei foi na roupa, me inspirei um pouco na que Katniss usava no primeiro filme na arena. Fiz esse look com o que tinha no meu guarda roupa e peguei uma peça emprestada. Espero que curtam e se inspirem!


Meu cabelo não está muito comprido, mas consegui improvisar essa micro trança


De blusa, optei por uma com manguinhas de cor cinza e preta, bem confortável e de cores neutras 


A calça não é minha XD, peguei emprestada da minha mãe, como Katniss usa uma calça clara, esse tom de cinza ficou bem apropriado


A bota deveria ser de cano mais alto, só que eu tenho pernas grossa, daí a mais apropriada é a de comprimento médio, essa é uma da Moleca, bem confortável e macia. Daria pra treinar com ela tanto quanto andar pelos terrenos da arena


O casaco não é de tecido pesado, facilita os movimentos, é larguinho nas laterais e frouxo nas mangas


Aqui está o look completo, achei bem confortável e leve para uma tarde meio quente como a que foi hoje


E é claro, não podia faltar a saudação!


Crítica ao filme Jogos Vorazes - Em Chamas



Realmente o novo filme dos Jogos Vorazes se superou! Não nego que comprei o meu antecipado e planejei a roupa, pois queria ir meio como que a caráter. Porém, voltemos à crítica. Com a volta de Katniss (Jennifer Lawrence) e Peeta (Josh Hutcherson) ao Distrito 12 as coisas ficam de um modo bem tenso, já que ela é considerada uma ameaça, uma incitação à revolução dos outros distritos. O modo como essa tensão é retrata foi de um efeito bem concreto para o telespectador, tanto da Capitol para com os vencedores, quando deles para com os outros distritos e deles para com eles mesmos.

Jennifer Lawrence esteve realmente magnífica, comparando com o primeiro filme, pude notar que sua capacidade para expressões ficou bem mais acentuada. Podia notar como seus olhos conseguiam expressar diferentes emoções em uma mesma cena e como ela conseguia mudar tais expressões de acordo com o que acontecia, em suma você sentia com ela todo o medo, a angústia, amor, expectativa, tristeza. Josh Hutcherson não fica atrás, embora de uma forma menos intensa, uma vez que seu papel é dar mais equilíbrio ao tormento que rola no interior de Katniss.

O ritmo em si é muito parecido com o do primeiro filme, a diferença é o acréscimo na rotina de Katniss e Peeta, de serem como celebridades, lerem discursos, irem à festas, encherem a barriga de comida e serem distração. A não convicção, entretanto, do amor entre os dois não passa despercebida ao Presidente Snow (Donald Sutherland), sendo isso algo péssimo para um presidente que tem por objetivo manter sob medo os distritos de Panem. Com a nova edição dos jogos, realizada somente entre os vencedores atuais, há uma oportunidade para desmantelar a imagem que foi formada de Katniss, além de eliminar aqueles nos quais a ameaça é vista, aqueles que representam uma faísca de esperança ao outros distritos. Ainda que no fim só deva haver um vencedor, alianças não são impedidas de serem feitas.

Noto que há muitas cenas de desafio ao poder do presidente, cenas em que a platéia vibrou e gritou por Katniss, cenas essas em que ela se distanciava do medo que sentia pelo seu distrito e família. Outras cenas nem tanto, cenas que no trailer pareciam muito emocionantes e ativas, porém no filme como um todo eram comuns. O ambiente da arena era muito bom, parecido com o do primeiro filme, contudo com alguns elementos novos que devo dizer extremamente criativos.

Como um todo, Em Chamas foi um filme muito bom, com aquele gosto de "que venha o último da trilogia" e curiosidade de ver a atuação dos principais mais uma vez. Surpreendi-me até com Effie (Elizabeth Banks), sempre tão vaidosa e deslumbrada teve seu momento de arrancar suspiros da platéia. Gale (Liam Hemsworth) assume seu lado mais maduro e lutador, não e mais o adolescente que ficava cogitando uma fuga com Katniss, ele já quer ir à luta pelo que acredita, fora que muitas meninas gritaram muito no momento que ele apareceu, vi uma reprise de Jacob de Crepúsculo nesse momento. 

Confesso que já estou pensando no próximo filme, em comprar meu broche de tordo, pois foi muito emocionante pra mim fazer o gesto dos três dedos por Katniss e Peeta e tenho a certeza que será incrível vê-los lutar novamente bradando a bandeira com o tordo desenhado.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Filme Karatê Kid (2010) - Minha Visão


Confesso que poucas vezes (pra não dizer quase nenhuma) vi um filme com/do Jackie Chan, só sabia que ele lutava muito e tals, só que Karatê Kid superou tudo isso. Claro que Jackie Chan estava mais envelhecido do que eu costumava ver nos comerciais de filmes da Sessão da Tarde, e preciso dizer que esse fato me fez olhá-lo e achá-lo um tanto quanto charmoso e bonito. Havia uma áurea de experiência no ar. Uma sabedoria oculta na imagem de velho zelador. Algo misterioso sob os ombros curvados, o aspecto de desleixo e aparência cansada.

Já Dre mostrou sua cara desde o início. Do início mostrou que era indisciplinado e afoito, deixou claro que não estava feliz de ter se mudado para a China e demonstrou logo seu interesse pela chinesinha Mei Li. Tanta transparência, no entanto, logo atraiu a inimizade dos garotos chineses além é claro, de brigas e muitos hematomas. É numa dessas brigas, quando Dre estava prestes a desfalecer, aparece o Sr. Han. E a surpresa acontece.

Dá pra sentir que tudo ia em um rumo isolado até ocorrer o encontro. Dre era só o garoto revoltado e Sr. Han era o zelador introspectivo, depois do encontro e do contato, da cura com a técnica chinesa, tornam-se algo sincronizado, unido. É lançado o desafio do torneio de Kung Fu e os dois precisam de mais sincronia e união. Ainda durante o treino, demora até Dre compreender a importância da paciência e a utilidade do "Tira casaco. Coloca casaco". Quanto ao Sr. Han, mesmo treinando Dre, permanecia uma sombra em seu rosto, algo obscuro por trás dos consertos no carro, durante a subida na montanha e os ensinamentos dados. Tal sombra é explicada durante seu dia de folga.

Dre se decepcionou com sua amiga, ficou triste e instintivamente procurou o Sr. Han. Encontrou-o por entre estilhaços e barulhos de quebrar. Sr. Han está finalmente transparente, sem sombras nem a áurea de mestre equilibrado, ele estava de uma forma vulnerável, frágil e triste. O grande mestre tinha culpas, relacionadas à morte de sua família, uma rachadura não consertada por mais tempo que tivesse passado. Arrisco dizer que ao ver Dre, Sr. Han sentiu de novo a sensação de paternidade, o instinto protetor. Foi aí a vez de de Dre prestar solidariedade e mostrar a maturidade adquirida, o instinto protetor. Foi então a vez de Dre prestar solidariedade e mostrar a maturidade adquirida até então. Sr. Han fica meio estático de início, mas depois aceita a mão estendida de Dre. Os treinos seguem, então, á todo vapor.
Sr. Han e Dre cresceram um com o outro. Começaram a se importar um com o outro e aprenderam aquilo que lhe fazia falta. Dre aprendeu a disciplina e a não ter medo, da mesma forma como o Sr Han aprendeu que: "A vida pode derrubar, mas a gente escolhe se quer se levantar ou não". Acredito que ao irem ao torneio juntos, eles se livraram de seus fantasmas. Houve uma redescoberta do sentimento pai-filho por parte de ambos, a construção de respeito e carinho. Não nego que a atuação dos atores foi de grande excelência, confesso que achei Jackie Chan um tanto quanto sexy e doce neste filme, talvez a voz de Marcos Ribeiro como dublador deu esse toque que alcançou meu coração.

Karatê Kid foi um filme de valores e de aprendizados. Foge um pouco do lógico ao meu ver, Sr. Han não era um super mestre nem aquela cara de velhinho sábio, sua conduta nunca mostraria o quanto ele tinha pra ensinar e Dre mesmo tendo vindo do outro lado do oceano aprendeu e assimilou a disciplina e ensinamentos do Kung Fu. Aprendizados e surpresas, duas coisas que sempre me cativam. E é sobre isso que Karatê Kid (2010) trata e também por isso ele vale á pena.

sábado, 9 de novembro de 2013

Coisas que você aprende depois dos 20


Não é um texto de moral, nem de auto ajuda, é mais sobre auto conhecimento, o que implica no fato de que o que serviu pra mim, pode não servir pra você.

Nem tudo é como a gente quer. Tipo, ainda que pareça, sempre vai aparecer uma rachadura no seu mundo perfeito. O que muda é o modo como a gente lida com essa rachadura, se vamos ficar reclamando ou aprender a conviver com ela numa boa.
Você passa a reclamar menos. Assim, passa a peneirar mais as coisas com as quais se ocupa. Daí, o barulho do vizinho, a choradeira da criança mimada da rua, o comercial que parece cheio de más intenções na televisão, passam a ser secundários. Também você percebe que reclamar por coisa pouca é mais desgastante pra você do
que pro alvo da sua reclamação em si, então passa a poupar mais energia.

Você usa menos gírias. As palavras tem que ser claras, sem muita malandragem, nem segundos significados. O chato é quando você se torna alguém irônico ou excessivamente maquiado no vocabulário, o bom é quando se busca o equilíbrio. Por exemplo, o cara que se julga superior não é gala-seca, mas literalmente arrogante. 

Você não manda mais as pessoas se ferrarem. Acho que algo lá no fundo diz que nem vale a pena, tem gente que é como é, sendo esse um problema só da mesma, mandar ela se ferrar, pra pqp, pra casa do c., se f. não é mais algo comum, normalmente só se cala e se formula uma crítica a respeito e se verifica uma possibilidade de ajudar o outro a melhorar.

Tudo leva tempo. Se você não aprende a ser paciente, pelo menos do menos, se conforma mais com o fato de que não se pode ter algo na hora. Os 2kg ganhos nas festas de fim de ano não somem em um dia, seu cabelo não cresce só por passar a escova 200 vezes á noite e definitivamente, uma semana de academia não vai fazer você ter os músculos do Van Dame nem uma aula de kung fu vai fazer você conseguir dar o golpe da garça mostrado no Karatê Kid.

O tempo nunca vai ser suficiente. É bom se acostumar com isso, muitos vão dizer que se tem todo o tempo do mundo, mas não é muito verdadeiro. Afinal, sempre se quer fazer mais coisas do que se faz no presente, então não ter tempo o suficiente pra se fazer o que se quer e precisa é um sinal de que ainda há acréscimo de conhecimento.

Você dá mais valor ás companhias. Só que em contrapartida peneira elas muito mais. Consegue dizer quem é companhia pra virar balada; pra estudar; pra se aconselhar, pra um momento difícil e pra ir num evento profissional. E da mesma forma que peneira as companhias, também reconhece momentos em que é bom ficar só.

A morte é encarada de forma diferente. Com mais de 20 anos, muitas pessoas viveram pelo menos uma situação de morte de alguém íntimo ou de alguém próximo, você percebe que tudo muda de um jeito literal e drástico num segundo e vive diferentes emoções de cunho triste, seja por você ou pelos que ama. Porém aprende também que sentimentos permanecem e que lembranças boas vem com todo o seu valor nessas horas.

Você aprende a diferença entre fases e estados. Fase é quando por qualquer coisa, tipo uma decepção, você manda o mundo ás favas e na marra começa a fazer coisas que não são do seu feitio; estado é quando por causa dessa mesma coisa ou decepção, você permanece com sua personalidade íntegra só absorvendo o que a situação lhe mostrou e percebendo que virar a cabeça não vai ajudar em nada. Fase é quando alguém lhe dá um fora e você sai pegando todo mundo; estado é quando mesmo com o fora, você pensa que tá tudo bem e que pegar a festa inteira não vai resolver o coração partido. 

Boa parte dos seus hábitos hoje são os que você levará pra sempre. Por saber a diferença entre fase e estado, você já consegue dizer que algumas coisas que faz lhe fazem bem e em nada lhe prejudicam em contrapartida outras você abandonou porque não acrescentavam em nada.

Há a descoberta de novos lados. Você pode ser um profissional incrível, escritor, poeta, curtir animes, fazer cosplay, frequentar eventos, pintar quadros e de quebra lançar artigos em uma revista internacional.

Dinheiro passa a ser algo com valor diferente. Você passa a pesar o que pode fazer com ele, verificar tudo que precisa e pode fazer com seu orçamento, além de aprender a usá-lo. Passa a traçar metas e pensa duas vezes antes de parcelar em 200 vezes aquele super lançamento de video game.

As batalhas são mais reais. Você se sente mais dono de si, tal qual Aragorn no Retorno do Rei, você começa a ter mais consciência de seus atos, suas escolhas, do que precisa melhorar (em todos os sentidos). E aprende em definitivo, que pode até lutar por certas coisas, mas que em certas batalhas sua luta é o suficiente e o que importa, porém a vitória em si nem sempre estará em suas mãos.

Seu lar nunca foi tão aconchegante. Você enfrenta o próprio cão nas ruas com trânsito, reclamações, pessoas pessimistas, por mais que não se afine com isso, tais energias sempre batem em você. Daí chega em casa e ali se sente a pessoa mais tranquila e segura do mundo. Sua casa, seu mundo, sua energia. Depois de dias cansativos, nada define melhor o paraíso.

Você aprende mais sobre amor. Você chorou quando se formou no colégio, na missa da sua turma da faculdade, no dia da festa de formatura, quando alguém da família próximo teve que se mudar, enfim, porém muitos desses colegas e pessoas queridas se afastaram para melhorarem de vida, seus colegas de escola seguiram cursos diferentes, seus amigos de universidade foram atrás de seus sonhos e da especialização que queriam, seu familiar precisava de uma oportunidade e esta só apareceu longe. Só que apesar da distância, seu sentimento permanece lá, amor de amigo, amor de irmão, amor amor, todos esses tipos, no momento das doces lembranças, o amor aflora e é como se a pessoa estivesse ali.

Você curte momentos, porém quer algo pro depois. Já não se é mais um adolescente, não há mais justificativa para arroubos de juventude, nem para fazer besteiras típicas desses pimpolhos. Você pode até curtir uma noitada da muito firme, mas antes fica se perguntando no que pode acontecer depois e no que pode acontecer se fizer algo errado. Você busca algo duradouro. Seu livre-arbítrio e poder de questionamento ficam mais apurados de certa forma.

A opinião negativa das pessoas já não atingem tanto. Principalmente se elas só tiverem crítica e nenhuma intenção de ajuda. O seu cabelo enrolado já não causa crise de identidade e faz você correr pro salão pra fazer uma chapinha, se alguém diz que você já esteve em melhor forma, não há desespero nem dietas malucas pra perder muitos kg por dia, se falam da sua camisa do Darth Vader, isso é relevante afinal, seu conforto deve vir em primeiro lugar e por aí vai.

Você sente mais as coisas. Consegue ouvir melhor as músicas, consegue mergulhar naquela cena de amor dos romances, percebe mais como a comida da sua mãe é boa, se acha mais bonito ainda que esteja de jeans e camiseta.

Boa educação nunca foi tão útil. Os bons dias, boas noites, por favor e obrigados normalmente acompanhados de sorrisos nunca foram tão úteis para vencer as atribulações do dia a dia. Sorrisos principalmente, são como um calmante natural.
A bagunça fora de controle começa a incomodar. Você está apressado, vai chover e não consegue encontrar a sombrinha debaixo de toda a pilha de roupa do armário, você quer aquele brinco pra sair e não acha porque seus porta jóias tá uma zon
a, aquela roupa que você idealizou pro encontro tá toda amarrotada, essas coisas passam a incomodar, fazem você pensar e aos poucos tirar um tempinho pra arrumar os armários, as caixas e os sapatos de modo que eles fiquem minimamente organizados.

E definitivamente, você aprende que cada dia é mais um dia. Não importa se há decepções, alegrias, desafios, serenidades, até mesmo o destino pode oferecer surpresas, porém cada dia é um acréscimo aos seus anos.







Filme Quem quer ser um Milionário - Minha visão


Nunca esquecerei quando vi Quem quer ser um Milionário pela primeira vez. Pipoca de microondas, domingo, companhia boa. Esse filme é um daqueles exemplos que não há monotonia, do início ao fim sempre há uma surpresa. Para quem não sabe, esse filme ganhou o oscar de 2009 e pelo que vejo, tem mais lembrança e detalhes do que o rei e seu discurso. QQSM pra mim mostra que ao perseguir um sonho ou objetivo, você vai adquirindo bem mais e ganhando muitos bônus ao longo do caminho, nem tanto aquilo de experiência de vida, mas momentos e emoções únicos.

Por ser um filme em que há passagem de tempo, você consegue ver a mudança em Jamal, Salim e Latika, a personalidade dos três vai aflorando assim como seus interesses. A vida do trio é regada de conflitos, pelo lugar onde moram, pela violência, pelas pessoas de má fé ao longo do caminho e pelas perdas. Salim, Jamal e Latika ficaram órfãos e se adaptaram, se separaram e se reencontraram. E nos intervalos, Jamal descobre seu sentimentos forte por Latika. Um sentimento forte que a cada desencontro, aumentava mais. O mesmo sentimento que fazia Jamal lutar contra o abandono, a pobreza, as dificuldades, sempre acreditando que um dia teria paz pra ficar com Latika.

E já no último estágio, com os dois adultos, ele vê no programa uma forma de estar perto daquela que amava e que tão bruscamente foi tirada de seu contato. Ele não entrou no programa pelo dinheiro, o próprio delegado notou durante o interrogatório, porém a intenção e experiências que ele tinha lhe renderam mais do que o mais alto doutor jamais havia conseguido. Mesmo com os choques e porradas, Jamal, na sua condição de favelado, ainda possuia a humildade de dizer: "Quando me fazem uma pergunta, eu dou a resposta." e mantém a serenidade e dignidade ao explicar as respostas que lhe remetiam a fatos tristes, tal qual a morte de sua mãe. "Se não fosse por Rama e Alá, eu ainda teria uma mãe." ou o amigo que teve os olhos queimados. "Cantores cegos ganham o dobro".

A história fala de sonhos e de que persegui-los, assim como esperar para que se realizem pode levar muito tempo e esse mesmo tempo pode ser cheio de intercorrências, contudo lá no fim, assim como Jamal, você vê que tudo aconteceu "Porque sim" e dará, também como ele, o sorriso mais bonito, tranquilo e sereno que já vi e confesso, poucas vezes já vi no rosto das pessoas. Até mesmo Salim, o irmão de Jamal, ao desfalecer numa banheira cheia de dinheiro e após libertar Latika, tinha um sorriso dessa espécie no rosto e uma frase de extrema paz: "Deus é ótimo".

O filme mostra que certas coisas demoram, por mais que você busque e deseje, volte e revolte. Todavia, quando chega a hora delas serem entregues a você, é como o tão sonhado reencontro de Jamal e Latika: pode estar a uma rua ou dois trilhos de distância, mas nessa travessia todas as suas lutas, vitórias e derrotas passam como um filme em sua mente e nesse momento tudo que viveu e passou vale á pena. Você pode ter mergulhado na merda (com Jamal foi bem literal), ter sido chutado, humilhado, pisado, contudo no fim, se sente um milionário e livre para dançar o Jai Ho. Afinal, está escrito.



terça-feira, 5 de novembro de 2013

O Complexo de Hades



Hades diferente do que pensam e pintam, não era um cara mau. Na verdade, ele era um dos três irmãos que venceram Chronos, um titã tão cruel que devorava os próprios filhos e espalhava o caos.. Hades, junto com Zeus e Poseidon ajudou na derrota de Chronos e com eles se iniciou a história dos deuses gregos no monte Olimpo. Só que diferente de seus irmãos que possuiam grandes armas, Hades ficou com a parte não muito boa na hora de partilhar o mundo. Zeus era o deus do trovão e soberano do Olimpo, Poseidon ganhou os mares e terremotos, e ele, Hades, ficou com o submundo e seus bônus: o cão Cérberus, o rio das almas e o barqueiro.

O próprio admite: "Me deram o submundo, então todos os mortais me odeiam". E não é um eufemismo. Pronunciar o nome de Hades era considerado má sorte, como se ao dizer o nome, a morte fosse atraída. Daí usavam outros nomes, tal qual a palavra "câncer", é muito comum ouvir dizer "aquela doença", com Hades era igual.

Todos os outros deuses recebiam oferendas e estátuas: Zeus tinha seu templo, Poseidon recebia preces para viagens tranquilas, Deméter recebia préstimos para boas e fartas colheitas e quantas virgens não ajoelhavam aos pés de Afrodite pedindo um bom casamento? Hades era o contrário de tudo isso, afinal, ninguém quer morrer e a maioria vive comoesse momento nunca fosse chegar. Ele era o deus que quando chegava nas festas do Olimpo, o resto ficava calado, enfim, ele era o chato indesejado que ninguém queria perto. Só que ele não tinha culpa, só ficou com a fatia de bolo sem recheio.

E aí está o fundamento do Complexo de Hades. Quem tem esse complexo é uma pessoa normal, totalmente comum, mas ela sente que tem algo errado. É meio paranóico e enlouquecedor, pois ela sente que há algo nela que de certa forma é disforme, estranho, anormal. Tal como Hades não tinha culpas ou algo errado, as pessoas com seu complexo também não; assim como ele era apenas o Senhor dos Mortos, as pessoas são simplesmente como são, sem nada realmente a criticar.

Complexados de Hades sentem responsabilidades multiplicadas por tudo. É como se elas devessem algo ao mundo, sentem que há algo errado com suas personalidades e com isso, não se sentem incluídas no mundo e na sociedade. E da mesma forma como Hades ficava em seu submundo e raramente subia, essas pessoas tem seu mundo e não curtem muito sair. Os mortais odiavam Hades, e ele por sua vez, criou certo desprezo pela Terra. Complexados tendem a achar muita coisa do mundo bem ridícula, do mesmo modo como acham que o mundo os olha com desprezo.
A cura para o Complexo de Hades vem de dentro da própria pessoa. Por vezes pode se dar quando alguém de fora vai para o mundo dessa pessoa e a faz sentir que nada há de errado com ela, o nome disso é aceitação; Hades o conseguiu com Perséfone. Os que tem complexo se libertam quando aceitam que seus mundos e com seus cães de três cabeças e rios de almas não possuem nada de anormal, não são aberrações e que assim como Perséfone, há alguém para ficar junto com eles em seus submundos.

O Complexo de Hades termina na medida em que sua própria aceitação começa, daí você percebe que não há nada de errado com seu mundo (ou submundo), nada de errado com você e que por mais que o resto do mundo mande desprezo, inimizade e picuinha, você continua tendo o poder e sendo um deus.


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Vídeo Make e fantasia de Zumbi - super simples!


Oi! E aí? Bem, terminando essa temporada de halloween e já tendendo a voltar aos meus looks de Beast Wars, eu fiz esse look de zumbi super mega simples, com coisas que as pessoas de fato tem em casa. A primeira vez que fiz algo assim foi num evento, no qual de improviso e última hora fui de zumbi e deu certo. Espero que curtam, lembrando que como zumbi você pode ir para eventos de animes ou para uma zombie walk com seus amigos!







domingo, 3 de novembro de 2013

Vídeo Make de Halloween - Make dos Vampiros


O Halloween já passou, mas ainda há algumas festas pós data por aí e é claro, os vampiros não podem estar de fora. Eles andaram meio por baixo, já que muitos olhavam a série Crepúsculo e se indignavam com os vampiros da saga, mas apesar dos pesares, Edward tinha lá seu jeito sedutor assim como Bela Lugosi no primeiro Drácula. Espero que agrade e que tenham tido muitos doces e diversão no halloween!