domingo, 31 de março de 2019
Maquiagem Princesa de Netuno
Oi! E aí? Como é que tá? Tudo na boa, de rocha? O look dessa vez é o da Princesa de Netuno, esse planeta tão ligado aos oceanos pelo deus da mitologia ser responsável pelos mares tem sim uma cor azul, mas tal como Urano alguns resquícios de verde. Quis fazer o azul mais presente e espero que curtam!
sexta-feira, 29 de março de 2019
Lições de Zootopia
Tem filmes que eu assisto com uma boa dose de atraso. Talvez porque pra mim seja mais legal curtir quando está tudo mais ameno, sem aquele furor todo, daí posso analisar com calma sem tanto bombardeio de crítica, spoilers, memes e etc. Foi assim com muitos filmes e com Zootopia também, mas de nenhuma forma me senti triste, pelo contrário, foi uma experiência incrível esse filme e creio que relembrar das lições que ele deu, é talvez dar às pessoas motivos para vê-lo novamente.
1. Só porque você apresenta limitações, não significa que sua mente também tenha que ter
Judy desde criança quis ser policial, o que era bem incomum uma vez que ela além de ser franzina e pequena, esse não era um ofício comum para sua espécie, tão delicada e fofa. Todavia, ela não se fez de rogada e foi atrás, entrou para a academia e começou o treinamento, mas lógico, pelo seu tamanho, já sentiu a dificuldade quando comparada aos outros alunos, mamíferos maiores e mais fortes, era complicado acompanhar, ainda mais com sua superior sempre dizendo que se ela não conseguisse era melhor pedir pra sair e "já era!" toda vez que ela falhava em uma tarefa. Judy usou isso como combustível e sua mente dizia que ela conseguia e assim o fez.
2. Você pode até fazer algo que aparentemente não é importante, mas pode fazer do melhor jeito
Lógico que Judy ficou decepcionada com seu chefe quando ele lhe designou a função de guarda de trânsito. Ela tinha sido a melhor de sua turma, a muito custo e esforço, não era um bichinho fofo somente mas muito astuta, mas como ordens são ordens, ela acatou, só que decidida a ser a melhor guarda de trânsito. Se o objetivo era aplicar 100 multas, ela aplicaria 200, era uma tentativa de mesmo frustrada fazer o melhor onde quer que estivesse.
3. Nem sempre sua família vai entender seus desejos e sonhos
Logo após saberem que a filha queria ser policial, a família de Judy ficou apreensiva, nunca havia tido uma policial coelha antes e eles eram de uma cidadezinha rural, onde coelhos eram por tabela agricultores e vendedores de verduras. Além de ficarem preocupados pela profissão perigosa, havia o fato de Judy ir sozinha para uma cidade grande e ficar sozinha, mesmo torcendo para a felicidade dela, havia a preocupação e vontade de que ela acabasse ficando. Tanto que quando viram que ela de guarda de trânsito agradeceram aos céus porque ela não estava desempenhando uma função real de guarda, mesmo que não parassem pra pensar se ela estava de fato feliz com isso. Não faziam por mal, mas a falta de compreensão era notável.
4. Você vai ser subestimado em muitos momentos, é fato
Ser colocado pra baixo e tido como incapaz começou para Judy desde quando era criança e ela foi agredida por um raposo maior e mais forte que ela, mas não desistiu. Depois, pela própria família que não queria que ela se arriscasse e saísse da confortável toca que viviam; na academia por ser a menor; pelo chefe que não acreditava que ela pudesse fazer mais do que aplicar multas; por Nick que a desestimulou jogando na sua cara sua condição de guardinha e que nunca seria policial e por seu chefe de novo, que achava que ela nunca conseguiria cumprir a missão e achar os mamíferos desaparecidos, era muita coisa e muita gente contra, só que mesmo assim a coelhinha levantou a cabeça e seguiu em frente.O mesmo acontece com as preguiças no departamento de trânsito, de fato, deve ter muita paciência para ser atendido por elas, mas não significa que elas não possam executar o serviço.
5. Tem vezes que mesmo inseguros, precisamos seguir
Quando Judy ligou para o departamento dizendo que um mamífero tinha virado selvagem, ao chegarem no local não encontrando nada fizeram parecer que ela tinha imaginado tudo e estava impressionada, já que por ser coelha todo animal maior parecia selvagem. Ela tremeu ao lhe pedirem o distintivo, mas Nick intercedeu e continuaram no caso. Ele mencionou que ela não podia ser emocionalmente fraca nem se mostrar insegura o tempo todo, que era preciso seguir em frente e se tornar alguém forte. Talvez por mais destemida que Judy fosse, ainda precisava aprender como se manter firme perante as pancadas sem balançar.
6. A desesperança não deve definir quem somos
Certa vez ouvi de uma pessoa que ela estava cansada de ser forte e lutar o tempo todo. De fato, a sensação de luta e desprendimento de força constante sem sentir a chegada próxima deve ser uma das sensações mais desoladoras que se tem, contudo mesmo que a sensação de desesperança apareça, ela não pode fazer com que perdamos o que temos de melhor. Nick queria ser escoteiro, era um sonho e ele queria ser de todo coração leal e ajudar os outros, porém uma mágoa provocada pelos seus companheiros fez com que ele achasse que não valia a pena, tendo em vista que era uma raposa e por tabela, as pessoas o achariam não confiável. Ele se transformou em um trapaceiro, mas com a ajuda de Judy recuperou aquela esperança e se encontrou com aquele eu verdadeiro que ficou adormecido depois de uma tristeza profunda, se lembrou de quem era de fato.
7. Ser pequeno e se sentir assim não é desculpa pra ser mau
A vice prefeita Bellwether se sentia ressentida porque era pequena e não recebia o valor devido de seu chefe Leonardo. Não só era uma questão pessoal mas se estendeu para o ponto dos predadores vs presas. Na cabeça dela, as presas eram a maioria, mesmo que os predadores fossem mais fortes e com isso armou para que os predadores ficassem com má fama e vistos como ameaça, os dopava para que se tornassem selvagens e com isso se instalou um caos regado a desconfiança na cidade toda. Por mais que ela se sentisse inferior e com raiva, definitivamente não era motivo nem direito pra que interferisse na vida das pessoas dessa forma.
8. Pode haver preconceito entre vários grupos, mas separá-los não é uma opção
Com todo o furor da questão dos predadores selvagens, a cidade foi tomada por um grande medo e preconceito contra esse grupo. Antes se todos conseguiam conviver pacificamente uns com os outros, agora a mera aproximação já era motivo de desconfiança. Mesmo que tudo tenha sido armado e as acusações tenham se mostrado falsas, ficou claro que por mais que houvesse diferenças sim na história dos grupos envolvidos, ter preconceito de um contra o outro só geraria mais separação e impossibilidade de convívio.
9. Ás vezes algumas atitudes podem vir de onde menos se espera
Judy nunca esperava que Nick tivesse passado pelo que passou e tenha desenvolvido esse senso de fechar e achar que não valia muita coisa, depois que ela compreendeu pôde ajudá-lo e se tornar mais amiga dele. Da mesma forma como ela e Nick nunca imaginariam que o Sr. Big, sendo o chefe da máfia cruel que era pudesse se mostrar generoso e poupasse os dois de irem pro gelo, tudo porque Judy havia salvo a filha dele no dia anterior. Coisas incríveis podem vir de pessoas e situações que esperamos outras completamente diferentes.
10. Acreditar no sonho é só um passo, trabalhar duro é o caminho
Judy começou sonhando que se tornava policial, mas o cansaço, exercícios e estudos horas a fio foi o que tornou a coisa toda possível e real. E mesmo com todas as dificuldades, ela não perdeu tempo devaneando e só pensando no que faria quando conseguisse, gastava horas lendo livros para conseguir de fato. Muitos sonhos deixam de existir por vários motivos, isso é verdade, mas deixar de trabalhar por eles ainda é uma das razões mais rápidas.
quarta-feira, 27 de março de 2019
A solidão está virando vício?
Existem duas cenas que eu gosto bastante e são bem significativas. Uma é no filme do Rei Leão, quando Timão fala pro Simba: Quando o mundo vira as costas pra você, você vira as costas para o mundo. E outra é do anime One Piece, quando durante a destruição da ilha de Ohara, o gigante Saulo diz a Nico Robin, moradora, que o mar é muito grande e um dia ela encontraria amigos que ficariam ao seu lado. Ao ver e lembrar dessas cenas, fico pensando no quanto muitas pessoas passam a vida tentando se conectar umas com as outras, tentando se adequar, porém por causa de circunstâncias que estão além de suas vontades, acabam não conseguindo e chega um momento que simplesmente desistem.
Nico Robin era a típica deslocada, mais do que na sua casa era na vila inteira. Por ter comido a Fruta do Diabo, tinha poderes e era chamada de monstro por todas as crianças, sua companhia eram os livros. Em casa, era criada pela tia que a considerava uma intrusa e a botava pra fazer todos os serviços, mas ainda que vivesse assim, conseguiu um doutorado com 8 anos de idade porque ao menos os sábios da vila reconheciam que ela tinha talento e inteligência. Já Simba, era um rei, importante, notável, mas por ter feito algo que achava ser errado se consumiu achando que não merecia mais ficar junto dos outros, embora depois tenha percebido seu valor. No mundo que vivemos, há pessoas que tentam estar perto de todos, não são pessoas más, são apenas diferentes ou a personalidade delas assim o parece.
A questão é que parecer diferente não é muito bem aceito por muitos na sociedade. E esse diferente não necessariamente é algo excêntrico ou anormal, muitas vezes é um gosto peculiar, preferências particulares, gostar de fazer algo que distoa talvez da maioria das pessoas comuns, ou se sente fora do lugar no meio de conversas nos lugares que normalmente frequenta. Isso não é algo tão incomum, todavia, muitos que passam por isso percebendo que tentar se introsar acaba sendo danoso e aversivo, desistem de investir. Alguns ainda persistem, mas não se pode negar algo da própria personalidade, fazer isso é se machucar em vão. Daí, se cria os chamados ilhas.
Não somos ilhas, é o que muitos dizem. Mas há aquelas pessoas que por se sentirem tão solitárias ou desajustadas acabam se esforçando bastante para virar uma. Há os que se sentem bem com isso, não sem muitas rachaduras e certo pesar de pensar que não faz parte de algo, contudo, alguns se cansam muito de persistir e fingir que não são ilhas, mas parte de arquipélagos totalmente distoantes.
Lógico que mesmo com os que se assumem ilhas ainda há aversão. O mundo é engraçado, ele por vezes critica você por ter personalidade mas quando essa personalidade não é a dita adequada, ele também critica. Em se tratando de se assumir gostar de estar só ao invés de fazer o que não gosta, sempre houve tabu. Os ilhas por vezes também precisam conviver, não se submeter, mas conviver em sociedade, pouco mais ou pouco menos, é necessário. Todavia por mais que sejamos sociais, a opção de se fazer certas coisas só ainda é tido como um certo fracasso. Aqui vai uma dica: não é.Você não fracassou por gostar de fazer coisas sozinho, nem fracassou enquanto pessoa por nem sempre ter companhia pra determinados programas, não significa que seja alguém desagradável, pode ser uma ilha mas não significa que seja uma que não gostem de visitar. Muitas pessoas consideram fracasso por terem séria dificuldade de ficar na própria companhia, é como se não se apreciassem quando estão por elas mesmas e têm a séria necessidade de que outro as aprecie e se por acaso não têm isso, é como se seu mundo ruísse.
Talvez a coisa toda só fique ruim de fato quando mesmo sozinho, a pessoa se sente mal. Uma coisa é estar sozinho por opção e estar tudo bem, outra é não conseguir se ajustar e nem ficar só. É como um limbo emocional que você não consegue ir nem voltar. A coisa piora quando você percebe que mesmo entre os que deveriam acolher você, entender, você ainda parece estranho, e ao ver outras pessoas de fora se ajustando melhor que você é como se fosse um cisne em um ninho de patos.
Tanto desajuste faz com que muitos não só comecem a preferir ficar sós, acabam gostando de tal forma que a solidão vira uma necessidade. O costume se enraiza de tal modo que só a presença de outras pessoas perto se torna um tanto incômoda, é como se a paz que ela desse a quem a abraça fizesse com que a pessoa perdesse a habilidade e vontade de ter que lidar com as outras pessoas, enfrentar as nocividades tão comuns no dia a dia, é um santuário de paredes de mármore no qual nada de fora pode atingir. Em casos extremos se torna perigoso, afinal perder a capacidade de estar perto de outras pessoas mesmo em casos quando se quer esta perto é de fato um problema.
Mesmo que muitos estejam se viciando em solidão, deve haver um meio termo entre o prazer de sua própria companhia e o prazer na companhia alheia. Afinal, sozinhos podemos ser muita coisa, aprender muita coisa mas ainda é com o outro que conseguimos evoluir de forma máxima.
segunda-feira, 25 de março de 2019
Os pais hoje estão mais temerosos?
A Cinco Passos de Você: Não é só mais um amor proscrito
Amor é uma questão interessante em filmes. Saúde também é algo delicado. E desde um tempo foi descoberto que juntar esses dois pontos era uma fórmula muito bem sucedida. E que também gera um cinema muito molhado dependendo do enredo.
Depois e A Culpa é das Estrelas, no qual Hazel e Gus enfrentavam o câncer e todas as inseguranças de um relacionamento com a foice da morte pairando sobre eles, esse tipo de realidade passou a encantar quando retratada nas telas. As pessoas começaram talvez a ter uma percepção de que só porque uma doença toma conta do corpo de uma pessoa, não significa que essas pessoas deixem de sentir e viver outras coisas não relacionadas com a doença, ainda que estejam sempre em ambientes que remetam a cuidados constantes.
Após esses dois e a temática delicada do câncer, surgem Stella (Haley Lu Richardson) e Will (Cole Sprouse) com uma nova (e específica) doença com muitas particularidades e um ponto peculiar: entre os doentes não pode haver o contato físico visando segurança de ambos. A fibrose cística, também chamada de doença do beijo de sal, é uma doença genética, recessiva que gera deficiência na codificação de uma proteína que tem influência direta nas excreções. Embora no filme a abordagem tenha sido voltada especificamente para a questão pulmonar, que é a principal causa de morbidade e mortalidade nos pacientes, a doença se manifesta de forma sistêmica podendo influenciar também no pâncreas e fígado. No filme, Stella é a típica paciente superdisciplinada, toma os remédios na hora certa, arruma seu carrinho com esmero, faz lista de afazeres, como está na fila para um transplante, sente que precisa fazer tudo isso a risca, porém apesar de sua enfermeira Barb (Kimberly Hebert Gregory) ser sempre simpática, ela estar perto de seu melhor amigo (também fibrocístico) Poe (Moises Arias) e aparentemente o hospital em que estão parecer quase como um hotel, ela não deixa de sentir certo ressentimento ao ver como suas amigas saudáveis vivem e viajam enquanto ela precisa ficar para seu tratamento. De fato, essa população devido às complicações oriundas da doença vão necessitar de internações, porém o controle é possível de modo a minimizar tais complicações.
Eis que no cotidiano de Stella surge Will, que é seu total oposto. Ele ao contrário dela, foi tirado da fila de transplante por contrair uma bactéria superresistente, porém tem uma certa revolta e acaba não segundo as regras, nem tomando os remédios mas ao conhecer Stella e esta se dispor a ajudá-lo, ainda que de uma forma incisiva, ele começa a seguir a rotina que lhe é imposta visando melhorar. A amizade dos dois vai crescendo e se tornando algo mais, contudo, a distância obrigatória sempre permanece de forma que o toque deles é algo que somente permanece na imaginação e no sentimento.
É interessante como ambos vão se conhecendo, convivendo e achando pequenas brechas de momentos felizes nos quais esquecem o ambiente no qual estão, esquecem dos catéteres que os acompanham 24h, das dores das cirurgias, furadas contínuas, creio que a maior lição que eles dão é que sentimentos estão acima de qualquer coisa. Acima do lugar onde você está, da sua condição, é algo inerente do ser humano. Stella e Will nos mostram que independente da idade, de saúde, todos precisam sentir amor e carinho vindo de alguém, tanto quanto os pulmões precisam de ar, precisamos de amor pra sentir que esse ar que entra vale a pena.
Mais do que uma história de amor, companheirismo e reflexão de que determinadas coisas banais são muito importantes, A Cinco Passos de Você é uma história de construção. O amor desses dois jovens foge de todos os clichês que se pode imaginar. É um amor de certa forma proscrito ainda que ambos estejam juntos o tempo todo, não há os arroubos comuns que se vê em jovens namorados, não há as exaltações, o furor, mas parece que tudo é construído de uma forma que alguns momentos no filme por mais leves que sejam gera excitação no público e um sentimento de emoção profunda tanto quanto os mais famosos beijos apaixonados que já se conhece tão bem. É um filme altamente recomendado para os que estiverem abertos a ver o amor na sua forma mais ampla, mais intensa e de um modo que mesmo parecendo insuficiente para muitos, ainda é amor.
terça-feira, 19 de março de 2019
Maquiagem Princesa de Urano
Oi! E aí? Como é que tá? Tudo na boa, de rocha? O look da vez é o da Princesa de Urano, me lembrei da Sailor Urano porém segundo as pesquisas este planeta tem uma cor azul esverdeada, o que pode ser tido talvez como turquesa, devido ao metano em sua superfície que reflete a luz. Eu gostei muito do resultado e espero que gostem!
PRODUTOS USADOS
- PELE
- Primer Lágrimas mágicas
- Base Avon True Color Flawless
- Pó compacto Bonita
- Pó translúcido Vult
- Corretivo bastão Avon True color
- Blush pálido
- Iluminador Fenzza Califórnia
- OLHOS
- Paleta 88 cores matte
- Paleta 88 cores neutras
- Paleta cores 3D Vivai
- Lápis preto Ruby Rose
- Delineador Morphe
- Máscara para cílios Yalanni
- Lábios
- Batom matte STR Color
terça-feira, 12 de março de 2019
Extreme look #15 -- Super roxo colorido
O Extreme Look de hoje é ousado, eu peguei uma foto de tipo, uma das deusas da maquiagem do Instagram, Alina. Ela é super conhecida pelas makes coloridas, marcadas e diferentes, você pensa que não sairia assim na rua, mas é tudo exuberante e espero que curtam!
1. Depois do potencializador de sombra, aplico uma sombra marrom clara puxada pro bege
2. Depois, a primeira cor é um laranja, bem forte e alto
3. A segunda cor é um rosa bem forte, abaixo do laranja
5. Eu aplico um azul metálico na metade da pálpebra
6. Pra iluminar um branco no canto interno
7. Finalizo os olhos com delineador, lápis e máscara
8. Faço a pele com aquele iluminador, base, pó e tudo que tenho direito
9. Pra finalizar, um bocão roxo
- PELE
- Fenzza Primer HD
- Base INMLMNI
- Avon True Color CC Base em pó
- Contorno Luisance
- Paleta Iluminador Ruby Rose Angel Flash
- Blush Ruby Rose
- Corretivo SeVen Cool
- OLHOS
- Ruby Rose Primer Olhos
- Creme para sobrancelhas Avon Mark
- Paleta sombras 3D Vivai
- Paleta de 120 sombras Manly
- Lápis preto Avon color trend
- Delineador preto
- Máscara para cílios Belle Femme Real 4D
- LÁBIOS
- Batom matte Avon Mark Violeta Matte
Assinar:
Comentários (Atom)



















