Oi! E aí? Eu estava ansiosa pra falar sobre essa paleta que é tudo de bom! Fiz alguns looks com ela e achei muito boa e pigmentada! Espero que curtam!
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Vídeo Resenha paleta 88 cores matte
Oi! E aí? Eu estava ansiosa pra falar sobre essa paleta que é tudo de bom! Fiz alguns looks com ela e achei muito boa e pigmentada! Espero que curtam!
domingo, 27 de outubro de 2013
Make de Halloween - Look do Frankenstein
Oi! Cá estamos correndo para o halloween e o look da vez é o do Frankenstein, diga-se de passagem o meu monstro favorito! Adoro os que são mostrados nos filmes, mas o que mais gostei foi o Boris Karloff, o que imortalizou o Frankenstein. Espero que curtam, pra mim está sendo super divertido!
Make de Halloween - Look do Dr. Jekyll
Oi! E aÍ? Bem, hoje eu consegui finalmente editar o look do Dr. Jekyll, como podem ver no vídeo, é bem discreto, mas com muita classe. Devido a sua obsessão de descobrir o outro lado, acabou libertando o Sr. Hyde, seu alter ego malvado, espero que curtam!
sábado, 26 de outubro de 2013
Maquiagem de Halloween - Look do Sr. Hyde
Os preparativos estão a mil para o halloween! E eu estou correndo com os looks. O da vez é o do Sr. Hyde, o alter ego do Dr. Jekyll, ele é um cara normal, mas com uma cara assustadora e faz muita coisa errada. Digo que ele curte jogos cruéis, por causa de uma música do musical brasileiro. E ressaltando, adoro o Nando Prado! O que faz o papel dos dois. Espero que curtam!
Explicando o inexplicável: o Amor
"O que é o amor? Será desapego ou possessão? Para alguns foi chave, para outros foi prisão." Amor é algo que todo mundo quer e indiscutivelmente, todos sentem. Seja por objeto, sonho ou pessoa. Só que amor aos outros é um tipo de sentimento que não tolera grilhões. É quando não se prende, mas deixa livre. E por deixar livre, o outro se sente á vontade pra voltar.
O sofrimento alheio, no amor verdadeiro, é intolerável e insuportável. Amar de verdade é deixar o outro ser feliz, ainda que longe, ainda que com outros e se sentir tranquilo e feliz por saber que o outro está sorrindo.
Amar é ser caridoso. Ele contraria leia matemáticas e lógicas, é a única situação no mundo em que se divide por dois, mas as pessoas não tem seu produto diminuído. Quanto mais se dá, mais se tem.
Amor é livre de culpa e de arrependimento. Nunca se deve sentir culpa por amar. Ele não nasce do vácuo, leva tempo pra enraizar e crescer, por isso não se extingue. Amor é liberdade, é se sentir livre para dar algo de você, saber que esse algo ficará com o outro e ainda assim estar em paz. É se deleitar com o sorriso do outro, enxergar possibilidades, sentir que isso é o melhor de nós.
A felicidade de amar é sentir o coração do outro batendo dentro de você e sentir o seu batendo no outro. É a troca de energia fluindo através dos toques, de olhares, é sentir um calor no peito irradiando para o resto do corpo e aquecendo até a última das suas células.
Amar vence barreiras físicas, até mesmo espirituais. Até a morte se torna inexistente quando há amor real. Ele é grandioso demais para se deixar limitar por barreiras. Amor permite que a essência mais pura dos outros sentimentos venha á tona e os que não são tão bons assim, amor permite maior paciência e tolerância, ele vale tão á pena que resto torna-se pequeno.
Pra mim, o maior exemplo de amor foi o de Severo Snape, de Harry Potter. Ele amou Lilian com todas as suas forças e esse amor era o melhor que ele tinha. Snape viu a mulher que amava se casar com outro, ter um filho com outro, sendo que ele depois precisou arriscar a vida para proteger o filho dela. Snape chorou abraçado ao corpo de Lilian sentindo toda a dor por tê-la perdido pela segunda vez e depois de muitos anos quando perguntado: "Depois de todo esse tempo?", ele extravasa seu sentimento dizendo: "SEMPRE". Pra mim não há maior cena ou maior demonstração de amor do que essa: a do amor que permanece.
Quando conseguimos ver o ser amado em outra vida, mas sentimos o amor pulsar como no primeiro dia sem orgulhos ou ressentimentos, é porque atingimos o nível do Snape. E se não, talvez seja o nível que ele tem que devamos buscar.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Maquiagem de Halloween - Look do Lobisomem
Auuuuuuuuuuu! E aí? Como é que tá? Bem, o halloween está próximo e eu estou correndo com os looks. Aqui está o do lobisomem, do qual gosto muito um por causa da prata, e por causa da lua hehe. Espero que curtam!
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Make de halloween: Look do Monstro do Lago Negro
Rótulos: por que não curto
"Minha senhora, eu não vendo coisas velhas. Sou um agente especializado em compra e venda de artigos para o lar." Com essa fala, Seu Madruga se desrrotulou do título de vendedor de velharia. E não nego que ficou bem mais abrangente e divertido assim. Ultimamente tudo tem sido tratado como matemática: se x passa para o lado direito fica com o sinal negativo e depois é igual a y. Isso é mesmo muito lógico e exato, mas só funciona nos livros e equações.
As pessoas são mais abrangentes do que isso. E muito mais propensas ao acréscimo que um mero título ou rótulo limitante. Eu poderia me apresentar assim: Prazer, meu nome é Rhayssa, sou uma profissional da área da saúde que utiliza recursos físicos para promover o bem estar biopsicossocial das pessoas, traduzindo, sou fisioterapeuta.
São os rótulos que criam um cerco em volta de nós, uma muralha imposta que tapa o sol e não nos permite ver o horizonte, causam estranhamentos em algo que devia ser natural. As diferenças que deveriam fazer aprender, rotuladas afastam mais. Rótulos geram preconceitos. São eles que ainda fazem muitos pensar que soros positivos são aquelas pessoas de rua, promíscuas e drogadas, quando o mais bem vestido, no mais caro carro, por um descuido no manuseio de uma agulha em um ambiente hospitalar pode ter contraído o vírus. Os gays/lésbicas são pessoas de caráter, pois este depende da vontade não da orientação sexual. Gordinhos podem ser felizes mesmo fora do padrão, há pessoas que se sentem bem sozinhas, nerds não são virgem malucos e assim a gente vai se desrrotulando.
Esses títulos e carimbadas regam intolerâncias ao invés de podá-las. Lendo alguns textos, o que era pra ser natural, vira rótulo. Ser gentil, acreditar na igualdade dos sexos, viver cultivando paz e respeito traduz-se em feminista, pacifista e talvez mais alguns istas, quando o nome é ser humano de humanidade, não só de espécie. Não á toa que a força desses carimbos é tão grande que ainda perdura o mito de que prostitutas só servem pra transar, mulheres que gostam de sexo são putas e há feministas que entram em crise de consciência e identidade se curtem um sadomasoquismo. Já vi textos de mulheres perguntando se era errado, como se devessem satisfação de algo que é estritamente delas a algo ou alguém.
Já me chamaram de machista velada porque escrevi um texto criticando um texto escrito por uma feminista, só um detalhe: não enchi de palavras e opiniões negativas, apenas apontei o que concordava e discordava e o porquê. Um desses pontos foi a Valeska Popozuda ser supervalorizada por ter virado dissertação de mestrado e tida como um ícone em decorrência de suas letras referentes a liberação feminina. Contudo, não gosto do ritmo que ela canta na maioria das vezes, não concordo com as idéias que ela coloca para o público em suas letras, não fingirei que concordo porque em teoria isso me representa, seria canalha da minha parte. Não podem me chamar de machista por isso.
Outro exemplo que vi foi o de uma garota atéia dizendo que ateus são as pessoas mais honestas que ela conhece porque não vivem com medo de um Deus e de um inferno para o qual serão mandadas caso façam algo errado. Achei desrespeito não com religião, mas com as pessoas, já que nem todos acreditam no inferno ainda que acreditem em Deus, inclusive eu. O texto se tratava do Estatuto do nascituro, por um triz não digo: "Meu bem, o inferno é onde você está com seus pezinhos feministas neste momento. Pois certas opiniões não são regidas por crença ou religião, mas por um caráter e um jeito de ver a vida que diz que matar é errado, não importando se a pessoa tem 60 anos ou 3 semanas intrauterinas".
Talvez esse seja um exemplo de uma atéia que rotula quem acredita em Deus de um jeito negativo tanto quanto os pastores Feliciano e Bolsonaro rotulam os gays. Tenho consciência de que me chamariam de machista, diriam que meu blog dá câncer (eu recebi uma dessa), me chamariam de alienada, daí pra baixo. É alógica do rótulo, se você não faz isso, se transforma nisso; se discorda daquilo, passa a ser aquilo outro. Sem muito meio termo, só a equação lógica sem nuances.
Não curto rótulos porque eles limitam, mesmo os que não tem essa intenção. Eles acentuam e enfatizam as diferenças de um modo negativo. E para mim, o caminho para o mundo se unir, não é abolindo fronteiras, acabando com religiões ou trocando sistemas, o caminho é respeitar as diferenças, sem pré-concepções, sem rótulos, estar aberto ao aprendizado e ir evoluindo conforme nossas necessidades e o possível. Começa dentro de nós o jeito do mundo se tornar um.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Make de Halloween - Look do Fantasma de Ópera
Como outubro é o mês do halloween, decidi fazer uma série de looks inspirados nos monstros clássicos, que por sinal adoro. Pra não ser super lógica, coloquei todos os nomes numa caixinha e fui sorteando a ordem, o primeiro que saiu foi o Fantasma da ópera, um cara que é genial diga-se de passagem, super flagelado pela sociedade que recebeu a denominação de monstro. Mas adoro todo o clima do filme e sempre achei ele bom demais para a Christine. Espero que curtam e tenham muitos doces neste halloween!
domingo, 20 de outubro de 2013
Explicando o inexplicável: O Medo
Medo é uma coisa que te paralisa e te faz enfartar por uns dois segundos. De certa forma é como cair de uma altura ainda que se esteja parado. É a sensação de perigo, algo terrível que você não quer que aconteça, mas sente que a qualquer momento vai acontecer. É andar num arame por cima do precipício e sentir frio na barriga, ficar parado e ao mesmo tempo querer andar.
O medo ás vezes evolui para algo sério, como o pânico, que é um medo aumentado, onde o mais simples objeto parece ameaçador. Ter medo é como sentir mais o seu corpo, sentir mais seu sangue correr pelas veias, sentir o ar entrar com certa dificuldade nos pulmões. É estar em um círculo circundado por chamas e lá dentro, sentisse que não pode se mexer um milímetro que seja que vai se machucar.
Nem tudo é ruim, no entanto, no fato de sentir medo. Ele é o sentimento que faz você ser cauteloso. Ir com cuidado e analisar melhor a situação antes de agir, de certa forma, o medo o torna mais astuto. Da mesma forma, que passar pelo medo o torna mais ousado e maduro, é algo parecido com ir no brinquedo mais radical do parque. Você roda, grita até não ter mais ar nos pulmões, mas no momento em que põe o pé pra fora, pensa que poderia ir de novo, acredita mais em si.
Esse sentimento é como um bicho-papão, ele em si não tem poder para domínio, mas se sua mão o alimenta diariamente, com o tempo ele sai de debaixo da cama e toma o quarto todo. Porém cabe a você também o mandar para longe. Ter medo não é ruim, caso se consiga passar por essa profundeza que se instala por vezes em nossas almas, a tendência é chegar a superfície de uma forma melhorada e madura.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Maquiagem inspirada no Cheetor - Beast Wars
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Crepúsculo: minha visão
Confesso que tive muito preconceito com Crepúsculo, afinal, um vampiro que não tem aquilo de sugar sangue e assim num estalar de dedos se apaixona por uma humana me parecia muito irreal. Só que quebrei a cara, porque quando passei a ver os filmes percebi que dava pra tirar muitas coisas dessa história.
As críticas foram tão ferinas quanto os elogios foram enfáticos, já vi gente dizendo que era infantil, idiota, nada haver com os verdadeiros vampiros, machista (o.O), daí pra baixo, enfim, consigo entender todos esses pontos de vista, porém enxergo que cada coisa em Crepúsculo tem um significado.
Bella era uma garota insegura, meio estabanada e fora do contexto. Então conhece Edward e se apaixonam, meio do nada, sem motivo... mas parando um pouco pra pensar, a paixão nasce do vácuo, tipo um dia você bate o olho em alguém e seu coração vai a 100 latidos por hora hum segundo. Apesar dos problemas emocionais da Bella, ela através de Edward e sua família conseguiu ter a sensação de fazer parte de algo e descobriu um mundo diferente.
Os conflitos não eram tanto com relação aos Volturi, porém, mais com relação ao interior dos dois, já que ambos tinham dúvidas, crises de consciência, questionamentos e vontade de ficar junto. Não era como um amor proibido, tal qual Romeu e Julieta, mas era um romance incomum, por isso as críticas viscerais. Lembro que nos Anjos da Noite, a vampira se apaixona por seu escravo Lycan, o que para o contexto era quase uma monstruosidade.
Voltando para Bella e Edward, no momento em que decidiram ficar juntos, algo neles se condicionou a enfrentar o exército que fosse para viver esse amor, além de apaixonados, poderiam ser chamados de teimosos e persistentes. Por que não?
Bella dizia que não haveria nada que ela ia querer mais do que o Edward, criticaram afirmando o quão dependente ela parecia, mas isso também não pode ser chamado de sonho ou desejo? Tal qual Rosalie Hale, que afirmou que sua vida era perfeita mas havia coisas que ela ainda queria tal qual casar e ter um filho. Noto uma aversão a essa atitude das garotas de Crepúsculo, sei lá, como se fosse um desejo mixo e medíocre.
No fim, ainda que Bella optasse por casar e viver para o marido e a filha, pode-se dizer que ela conseguiu a satisfação rara de ter conseguido fazer tudo o que sempre quis. Evoluiu em sua forma de amar, e no mundo de hoje, tão crítico e por vezes irritante, é difícil aceitar que alguém, mesmo numa ficção, tenha conseguido tudo o que deseja. O tudo de Bella era o Edward, porém de quebra ganhou imortalidade e uma filha. Para ela, isso foi a felicidade plena.
Edward e Bella foram aprendendo com o tempo a não se subestimarem, a lutarem e fazerem o melhor. Ganharam uma família, no início, eram dois adolescentes assustados e no fim, já mostravam sua maturidade.
Crepúsculo mostra que é possível. Ainda que digam: "é ridículo", "é impossível", "não vai dar certo", há uma possibilidade das coisas darem certo. E nessa possibilidade, também há o valor de lutar por isso.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Maquiagem da Roxy Lalonde - Sugestão de amiga
Oi! E aí? Eu lancei uma campanha pedindo que minhas amigas mandassem sugestões de maquiagens que elas gostariam que eu fizesse. Uma dessas sugestões foi da minha amiga de Nyah Anna Lorena, ela me pediu um look de uma personagem chamada Roxy Lalonde, de uma webcomic chamada Homestuck. Eu quis fazer logo já que ela fará um cosplay dessa personagem. Então, aí está e eu espero que curtam!
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Click: minha visão
Eu sou o tipo de pessoa que esqueceu a paciência no útero. Nasci de quase 10 meses, esperei muito pra respirar por mim, esperei muito pra chorar, esperei muito pra ver a luz do lado de fora, esperei muito pra tocar as pessoas. Esperei tanto que no momento que pus minha cara no mundo algo dentro de mim deve ter decidido que não queria esperar por mais nada. Daí, consigo entender perfeitamente o contentamento e fascinação que o Michael sentiu quando estava diante de um controle que podia assim num click acabar com as esperas que acabam com todos nós.
O modo como ele via a vida era uma faca de dois gumes. Não há nada de muito errado em querer crescer logo, desejar algo muito e logo. Contudo, nesse desejo, sua família, que também era importante, ficava á margem. Michael era um homem meio estressado, perdia a paciência com o filho do vizinho, com o chefe, com a secretária. Ainda que em casa tivesse aconchego e carinho, não conseguia passar por cima desse cansaço que foi se instalando em sua vida.
Noites em claro eram perdidas fazendo projetos na tentativa de conseguir uma promoção, xingamentos no trânsito, de novo o filho irritante do vizinho e seus caprichos, eis que um dia ele vai a uma loja comprar um controle universal e desaba: "To tão cansado da minha vida". E uma solução lhe é apresentada: o controle mágico.
Acredito que inicialmente ele não tinha a noção do que podia acontecer, estava tão empolgado que não pensou que pular etapas pode ser até muito rápido e eficiente para alguém que não possui paciência alguma, contudo até mesmo pra mim, reconheço que é inegável o aprendizado que se perde ao longo do processo. Morth, seu anjo salvador, até o alertou que ele não poderia voltar atrás e que o pote de ouro no fim do arco-íris poderia estar mais perto e ser bem mais simples do que se imaginava.
Michael, no entanto, pulou essa parte antes de descobrir. Conseguiu suas promoções, sucesso, dinheiro, a fama que tanto almejava, porém foi perdendo a família e o carinho dos pais. Não só isso, trânsito também era perda de tempo, não havia mais porque sentir o frescor de um banho, meros minutos desperdiçados; mesmo doenças, pra que sentir dor? Avançar o tempo podia até ser bom, mas ele perdeu sensações também. Percebe a importância de tudo que perdeu quando sua família, que já não era dele, fica em volta no seu leito de morte.
Bem, não posso negar que na minha visão, assim por um segundo avançar o tempo é tentador. Só que ás vezes é mais como uma fuga do que necessariamente por vontade. Sempre se quer fugir daquilo que nos machuca e sempre queremos logo aquilo que supostamente nos daria grande prazer, porém quando Michael conseguiu esse controle nas mãos, percebeu que avançar para tudo que sempre quis poderia privá-lo de muita coisa boa que só na caminhada existe além de trazer muitos dissabores e amargos arrependimentos. É duro pra uma pessoa impaciente como eu admitir, mas por mais difícil que sejam os passos, a felicidade ás vezes se encontra mais no caminhar do que na chegada.
E só por curiosidade: Michael teve uma segunda chance. E procurou aproveitar cada segundo, aprender cada detalhe, acompanhar cada pedra e flor ao longo do caminho. Muitos não conseguem essa chance, mas os que a possuem, uma forma de vencer a impaciência é buscar sempre olhar as mesmas montanhas por diferentes ângulos.
domingo, 13 de outubro de 2013
Imagine, mas só imagine
Imagine um mundo perfeito, quem ler vai conseguir se tentar
Um mundo sem armas nem questionamentos
Nada pelo que lutar
Imagine caso se conseguisse
tudo o que sempre quis
Imagine um mundo sem machismo
e a liberação do aborto em qualquer situação
Imagine a pena de morte autorizada
para qualquer um que violasse a perfeição
Imagine um mundo onde já se nascesse com tudo
e nem precisasse ter preocupação em melhorar
Viver apenas para o momento
sem pensar em algo mais
Imagine um mundo onde o dedicação
fosse capricho
pois todos sempre teriam tudo que quisessem hahaha
Tudo sempre nas mãos
nenhum conflito para se preocupar
nenhuma mágoa nem perdão
Imagine todos vivendo pra si mesmos
Independentes sem precisar de ninguém
Um mundo sem doença
A morte como uma lenda
Imagine um mundo sem atletas
E sem estádios de futebol
Só com pessoas letratas
Sem funk nos ônibus
Somente ópera nas rádios
Imagine um mundo bem definido
Assim como seus habitantes
Podem dizer que sou uma utópica
Não sou, mas conheço muitos
E ás vezes outros se juntam
E o mundo se torna cada vez mais como mil
sábado, 12 de outubro de 2013
Maquiagem inspirada no Rattrap - Beast Wars
O Rattrap de longe é um dos mais divertidos da série! Ele é o sacana, o que fala coisas sem pensar, meio pessimista, egoísta e que vive implicando com o Dinobot e com o Cheetor, sua forma animal é um ratinho e combina um pouco com o jeito meio covarde que ele tem, apesar de ter um coração bom! Eu espero que vocês curtam!
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Crítica ao texto "Mulher que dá na primeira noite... essa é pra casar"
Mais uma critica a um texto do Papo de Homem, este é sobre um assunto que normalmente dá muito pano pra confecção. A Lully já havia mencionado que muitas mulheres tem medo de fazer algo de primeira com receio de serem chamadas de vagabundas. Esclarecendo minha opinião, acho que vagabunda é mulher sem caráter e ponto. Daí tanto faz ser uma prostituta, mulher adúltera ou casada, mulher de favela ou de terno, enfim, pode ser qualquer uma.
A questão do texto é o que caracteriza uma mulher pra casar. Acho que no fundo o tabu todo não é sobre a mulher isso ou aquilo, mas sobre o casamento em si. Pois bem, segundo o cara, ele afirma que o sistema oprime a mulher e a faz pensar que é errado dar de primeira ainda que ela esteja muito á fim. Mesmo lendo isso, acho que sua escolha ainda é soberana. Pode até achar errado a até ficar mal depois, porém se quiser de verdade, vai fundo.
É lançada aquela questão do sistema paternalista e tals além do que aquelas que curtem uma noite daquelas logo de primeira são como uma espécie super confiante de mulher, segura, ou seja, pra casar. Eu discordo, mas discordo em massa. Um, porque um ato isolado não faz alguém confiante. Dois, porque casamento envolve mais do que confiança. Três, desejo sexual, para muitos envolve mais do que mero instinto.
Por partes, quem dá de primeira, não é necessariamente confiante, porém indiscutivelmente responsável. Responsável pelas suas ações e repercussões; responsável porque arca com isso, porque compra a briga de enfrentar as opiniões, tanto positivas quanto negativas; responsável pela sua personalidade. Tão responsável que não se importa com julgamentos, e isso devo dizer, é algo admirável. O rebu todo são as críticas afirmando que as que dão de primeira são vagabundas, mulheres sem valor. Não vou entrar no mérito do que é valor pra quem, porque isso daria um texto sem fim, já que a visão das pessoas quanto a isso é diversa.
Não acredito que essas mulheres sejam sem valor nem tão pouco um tipo de super mulher, tipo: "Oh, essas sim são mulheres de verdade que não tão nem aí pra opinião. Vamos lá uni-vos!", acredito que elas são mulheres comuns que fizeram uma escolha: a de fazer algo que lhes parece certo e lhes dá prazer, da mesma forma que outras escolhem um envolvimento maior do que uma primeira noite de conversa. E como tudo que se escolhe, sempre haverá uma reação.
Daí, não acho certo julgar tais mulheres pelo ato nem o julgamento que elas ás vezes fazem dos outros, julgando todos errados ou quadrados, já que há homens que não curtem sexo de primeira. Traduzindo, em uma conversa com amigas eu exprimi minha opinião: "Eu acho que se o corpo é da pessoa, ela faz o que quer com ele, é escolha dela e ninguém tem nada haver com isso. Agora o que eu me mordo é quando a intenção da mulher é só sexo e ela sabe que a intenção do homem com quem ela está é só essa também, e aí no outro dia ela fica falando que os homens são isso, aquilo, não valorizam e botam a culpa na sociedade, na cultura, no papa."
Nada contra moças que dão de primeira, nem contra aquelas que só querem aquilo. Tenho contra tratar o outro mal, olhar com desdém tal atitude, desrespeitar, há casos de mulheres que também enxergam o homem só como um falo. No fim, dando de primeira, não querendo casar ou casando virgem, somos todos seres humanos e totalmente merecedores de respeito.
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