Iupiii! Agora o segundo look inspirado na série Beast Wars! Dessa vez, o look do Rhinox, o mais inteligente, o mais safo, meio discreto, mas ele é como um paizão pra todos os outros além do que tem um lado meio zen de gostar de cheirar flores e coisas do tipo. Espero que curtam!
sábado, 28 de setembro de 2013
Maquiagem inspirada no Rhinox - Beast Wars
Iupiii! Agora o segundo look inspirado na série Beast Wars! Dessa vez, o look do Rhinox, o mais inteligente, o mais safo, meio discreto, mas ele é como um paizão pra todos os outros além do que tem um lado meio zen de gostar de cheirar flores e coisas do tipo. Espero que curtam!
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Maquiagem inspirada no Optimus Primal - Beast Wars
E aí? Tudo bem? Eu assisti essa série há um tempo e comecei a notar como as cores dos robôs são incríveis! Daí resolvi fazer maquiagem inspirada nos personagens. O primeiro, é claro, é Optimus, o líder dos maximals. Usei cores bem intensas e um côncavo bem marcado. Espero que curtam!
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Vídeo Look para o dia a dia
Eu recebi essa sugestão da minha amiga Maria Helena há muito tempo, acho que é um look muito bem vindo, afinal muitas estudam, trabalham e querem se maquiar de forma rápida e ao mesmo tempo bonita. Se você não quer ter lá muito trabalho e sempre saí ás pressas de casa. Recomendo este look! Curtam! Segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=hariAQGe9t8
Produtos usados:
- Base em bastão luisance
- Pó compacto Venas
- Paleta de sombras Vinix
- Lápis preto avon color trend
- Máscara de cílios preta any color
- Batom mate vult 05/ batom doce de abóbora avon color trend/ Brilho incolor morango luisance
Por que vs Para que
Por que busca motivos, para que busca finalidades
Por que angustia, para que conforma e dá tranquilidade
Por que pode não ter resposta, para que consegue fazer um caminho
Há um tempo percebi a diferença entre essas duas expressões. Me sinto grata por ter descoberto a tempo. Imagino quanto de vida desperdiçamos com os por quês dos quais não temos as respostas nem conseguimos obtê-las, já que em muitas vezes não está em nossas mãos. Há um consumo do nosso ser, uma angústia do vazio que ecoa ao fazermos a fatídica questão. E tudo sem qualquer efeito.

Para que é diferente. O fato para você é jogado pelo destino e com para que, não há desgaste nem rachaduras em nosso espírito. Há somente uma tranquilidade.
Por que dá luz a uma angústia que aflige a alma de forma torturante, ao contrário do para que, que é um bálsamo nos conduzindo a paciência e a paz. Os anos e experiência com para que não pesam tanto nos ombros e os fardos tornam-se leves.
Muitos valorizam tanto os porquês que se afundam na revolta, na descrença, no arrependimento. Ou de certa forma se cansam tanto dessa energia desperdiçada, que passam a buscar os para quês e simplesmente aceitam.
Aceitam que os porquês tornam-se secundários ao longo do caminho. E os para quês passam a ser essenciais.
Resenha Invocação do mal e minha perspectiva sobre assistir filmes sozinha
Eu iria assistir esse filme no cinema, sei lá, ouvi um colega de trabalho mencionar e me pareceu no mínimo interessante imaginar a platéia gritando, pulando 5cm da cadeira, essas coisas. Meu plano era ir hoje, na quarta, quando o cine é mais barato, acho que na minha cabeça, se é pra ficar com medo e impressionada (no sentido negativo), o melhor é não gastar muito para isso.
Contudo, no fim, voltei pra casa, baixei pela net, já que uma amiga minha disse que viu assim e comecei a ver. Na verdade, enquanto assisto estou escrevendo este post. Comigo é assim, posts em tempo real hehe.
Tudo começa com uma casa. A velha história da família que se muda para uma casa nova. Ainda que essa casa seja no meio do nada, perto de um lago com um aspecto meio sombrio. Mesmo assim, todos estão felizes, até que começam a notar umas coisas muito estranhas, tipo relógios que param na mesma hora.
As coisas começam a ficar piores, mas tipo, bem piores. Pés puxados no meio da noite, cheiros estranhos, hematomas na mãe. Enfim, e paralelo a isso, mostra a conduta dos dois estudiosos da paranormalidade. Devo admitir que concordo com minha amiga Nath, nada contra a igreja católica, seus métodos e leis, eu sou católica e curto demais o novo papa, mas ficou extremamente claro pra mim que o fato da pesquisadora ter sensibilidade apurada, conseguir ver através da energia contida em objetos, sentir com algo além dos cinco sentidos, faz dela uma Médium, esse é o nome correto, gostaria que essa palavra assim como mais termos relacionados a ela fossem mencionados mais vezes.
Voltando ao filme, há cenas que envolvem uma brincadeira e também um espírito, quando vi a cena, não pude evitar de lembrar daquele episódio dos espíritos zombeteiros do Chaves nem evitei uma risada. Enfim, a mãe, desesperada com tudo que está ocorrendo na casa, procura os pesquisadores para que eles possam fazer algo. Nesse momento, já se vão quase 45 minutos de filme e as coisas começam a esquentar um pouco.
É muito interessante o modo como a médium enxerga a sombra colada na família e vai desvendando tudo. Há as partes sombrias e assustadoras, não nego. Espíritos deformados, que assustam muito pela aparência do que pelo susto em si, pegando a idéia da minha colega, quando há uma cena escura, de uma porta, de um corredor, de um barulho, instintivamente você se prepara para algo que vai aparecer ou acontecer.
De certa forma, o filme tem uma história interessante. Se você tem medo, mas tipo medo mesmo, não recomendo. Minha perspectiva é a de pensar sobre. Eu olho e vejo a explicação por trás de tudo. Espíritos existem, estão em toda parte, alguns são maus outros bons. Mas assim como nós se juntam com o que se afina a eles, a família não era católica, mas tem haver com condutas, caminhos, conhecimento a respeito do assunto. Tanto que a mãe consegue lutar porque usa todo seu amor de mãe e amor a sua família. Amor mais uma vez, mesmo nesses filmes, mostra-se a religião universal.
Assistir um filme assim, mesmo entendo toda a ciência e sabendo a doutrina por trás, ainda foi por mim considerado um desafio. Tive traumas com filmes de terror, mas hoje consigo me blindar contra o pensamento que remete às cenas feias. Percebi que filmes assim são o gênero dos solitários, não solitário de solidão, mas solitário de estar só. Você nem sempre vai ter alguém pra falar pra você que é só um filme, que não precisa ter medo, alguém pra abraçar você e segurar sua mão. Vai ter que falar pra si mesmo que não há nada errado, que o barulho que está ouvindo é o mesmo de todos os dias, que é a torneira que está pingando, que é o vizinho que está falando alto, essas coisas. Todos os outros gêneros são coletivos, comédia são pra rir com amigos e rir da risada deles também, romance é pra ver junto, ficção e ação é pra vibrar e argumentar junto, enfim.
Já fui no cinema só, uma experiência válida. Eu recomendo este filme e também ir no cinema sozinho, e se quiser, pode aproveitar e juntas as duas experiências caso deseje.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Vídeo Livros Espíritas Favoritos
Ehhhhhhhhhhhhh! Agora voltei para o ramo dos vídeos! Demorei um bocado para editar, mas estou gostando dessa experiência, aprender é sempre uma experiência muito agradável.
Neste vídeo, eu falo um pouquinho dos meus livros espíritas favoritos, dou um resuminho deles e explico porque eles são favoritos. Pra quem gosta de leituras bacanas, com histórias de romance e uma pitadinha de espiritualidade acho uma boa pedida. São eles:
1. Por que comigo? - Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho/Antônio Carlos
2. Greta - Mônica de Castro/Leonel
3. O preço de ser diferente - Mônica de Castro/Leonel
4. Novamente Juntos - Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho/Antônio Carlos
5. O amanhã a Deus pertence - Zíbia Gasparetto/Lucius
Espero que curtam!
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Desvendando os virgianos
De toda a raça dos de terra, os virgianos são os que eu mais curto. Eles são um tipo de pessoa de bom coração que ao mesmo tempo tem uma essência prática, sem parecer arrogantes ou que a verdade pertence a eles. Acho que o elemento terra deles é mais como areia. Há milhares de grãos sólidos, mas areia pode ser fina, então também escorre por entre os dedos. Eles são práticos, mas sem serem duros como uma pedra ou rígidos como uma árvore, possuem a capacidade de verem outros lados e possibilidades. Virgianos tem um lado sensível muito peculiar, tal qual seu símbolo da garota segurando o jarro. E conseguem equilibrar isso com seu lado terra.
Deus disse: " Para você, Virgem, peço uma análise de tudo que o homem tem feito com minha criação. Você examinará seus caminhos minunciosamente e o lembrará de seus erros, para que por seu intermédio minha criação possa ser aperfeiçoada. Para isso, dou-lhe o dom da pureza do pensamento". Virgianos são pessoas que pensam muito, mas pensam de um jeito a organizar suas idéias, colocar em ordem todos os passos antes de uma ação. São aquelas pessoas que vislumbram as possibilidades e buscam a mais segura para seguir, daí por parte deles não há alarde caso as metas demorem longos prazos para se concretizar, o importante é que se concretizem de forma segura e sem imprevistos.
Imprevisibilidade aliás, é o que tira o sono de qualquer virgiano. Eles curtem uma rotina, não surpresa serem pessoas muito organizadas e práticas, isso vale para todos os campos de sua vida. Do trabalho ao amor. Por terem o dom que tem, adoram trocar conhecimentos, isso faz deles pessoas dedicadas ao trabalho e estudos, sempre analisam formas de fazer seus deveres de um jeito perfeito e tendem a exigir tal perfeição das outras pessoas, afinal, eles possuem um ótimo senso e sabem discernir situações muito bem. Diferente dos de libra, que buscam perfeição pelo equilíbrio, os virgianos buscam perfeição pela sua raiz prática e excessivo detalhismo. É o exemplo da bailarina que não admite errar 1cm do passo ensaiado em uma grande apresentação, mas apesar disso, são pessoas discretas embora haja essa constante exigência com tudo bem feitinho.
Virgianos gostam da reserva. Ás vezes é como se só ele soubesse como é ser exigente e voltasse tudo isso para si mesmo, arcando com isso. Amorosamente, sempre serão moderados, o que não significa gostar menos, é apenas uma concentração de energia para um único ponto: ele e a pessoa que ama. Sua natureza de terra chama para algo mais concreto, por isso, virgem não é dado à loucuras ou arroubos, da mesma forma como dificilmente pode-se esperar loucuras por parte deles. O que buscam é algo durável, palpável sobre o qual podem traçar metas e planos, enfim, sobre algo do qual pode-se esperar resultados. Na sua pureza e lógica de pensamento, quanto mais sólido e previsível o relacionamento, maiores as chances de durabilidade.
São pessoas que para os mais "livres de rotina" podem parecer meio chatinhos pelo seu detalhismo excessivo e busca incessante pela perfeição. Em determinados pontos, é exagero, mas é apenas o jeito de virgem conduzir sua vida. Como detestam bagunça e desordem, os hóspedes deste signo terão que se acostumar com o fato de cada coisa ter seu lugar e o modo certo de se usá-las. Se a D. Nenê não fosse organizada com a casa, com a comida, com as roupas, Lineu se irritaria constantemente e exigiria maior disciplina.Mesmo com o modo crítico de virgem, eles tendem a ser ótimos amigos. Ainda que discretos e reservados, tem por seus amigos verdadeiros alto carinho e consideração. Se este estiver errando eles não exitarão em chamá-lo para a realidade, ainda que de forma prática, mas por serem de alta confiança permanecerão ao seu lado quando cair.
Tenho a impressão de que eles tem algo de muito amoroso por dentro ao mesmo tempo um pensamento cheio de boas intenções. Virgianos definitivamente são o que se pode chamar de gente fina.
* Dedico este texto para Maria Helena, Davi Silva e Malu Machado, virgianos organizados, estudiosos e gente super fina
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
A morte do caranguejo
Tire a alma e o coração deles e
não lhes resta mais nada. A alma os conecta com o espiritual e o coração tudo o
que eles tem de melhor, a mente é só um anexo. É assim...
Tire o que eles guardam no
coração e eles se perdem. Eles não tem grandes ambições, mas o que conquistam
protegem com tudo que tem.
Eles se conhecem. Na escuridão ou
na luz, eles sabem o que lhes preenche. Eles são água, por isso conseguem
passar por entre as pedras, parecem tão frágeis, sensíveis, tímidos, mas
caranguejos conseguem fazer novos caminhos. Derramam muitas lágrimas, quase
sempre pelo coração, por isso ganharam a fama de chorões. O que não dizem é que
eles aguentam mais do que as lágrimas exprimem.
E como morre um canceriano? Ele
morre pelo que vive. Ou seja, pelo coração. Não há muito estardalhaço, nem
multidões, caranguejos gostam de silêncio, de toca, de algo só deles. Gostam de
quatro paredes.
Gostam... de quarto.
Gostam do calor de sua cama. Se
tiverem alguém especial, gostam do calor da pessoa, do cheiro, do toque. Acredite,
eles tiram o coração por quem amam.
E é assim que terminam. Eles
deitam na cama, como gostam de música, acontece ao som de uma música meio
romântica, meio melancólica, tipo Lithium, do Evanescence.
Olham pra cima. E lhes ocorre um déja
vu. Há lembranças de toda a vida, dos momentos bons, dos momentos ruins, é
aquele filme que dizem passar diante de nossos olhos antes do fim.
E tem uma lembrança dos amores.
Eles tem lembranças muito mais marcantes por amores do que por desafetos. Vem o
sentimento de perda, mas depois a felicidade por ter vivido.
Daí os olhos se fecham, molhados
por lágrimas, mas brilhantes pela aceitação.
Muitos falam em luz no fim do
túnel, cancerianos são o contrário: eles só veem o escuro do oceano profundo
onde mergulham cada vez mais fundo.
domingo, 8 de setembro de 2013
Crítica filme Uma História de Amor e Fúria
Eu comecei a escrever este post ontem. Acredito que não há coincidências e acho que foi um fato incrível justo no 07 de setembro, no dia da Independência, no qual o Dom Pedro a 500 anos passou dando gritos no Ipiranga, eu tenha visto e tido vontade de escrever sobre um filme nacional. Não pensei que fosse me emocionar com um filme brasileiro, e olha que eu, mesmo não sendo exemplo de patriotismo, assisto filmes brasileiros. Esse é um diferente, de animação. Tão bom quanto as Eras do Gelo de Saldanha, não á toa foi exibido no 21º Festival Internacional de Animação do Brasil, o Anima Mundi e recebeu críticas muito positivas. Uma História de Amor e Fúria, de Luiz Bolognesi, merece cada curtida e sorriso que provoca.
A história gira em torno de um homem que pode-se dizer que ele seja imortal, já que quando está prestes a morrer transforma-se num pássaro e sai voando. A época inicial é o descobrimento do país, quando os índios ainda viviam por aqui. O homem em questão se apaixona por uma moça chamada Janaína e esse amor torna-se muito intenso, até que os portugueses chegam. Pra notar como o Brasil foi ceifado desde os primórdios, o amor deles também é ceifado. Pelo menos nesse ponto da história.
250 anos depois o passarinho canta e Janaína o reconhece. Se você acredita ou gosta de coisas relacionadas a eternidade, vai gostar disso. Nesse momento, a época já é a da escravidão, com todos aqueles elementos de abuso, pobreza e lutas. Não nego que é legal ver a história do nosso país dessa forma, com formas reais, personagens, entendi a origem de algumas coisas vendo essa animação.
O terceiro ponto já é algo mais recente: a ditadura militar. Dessa vez o herói se atrasa e Janaína já está envolvida com outro e com outra causa. Noto em como os ideais são importantes, sempre há uma luta contra algo errado, embora nem sempre se ganhe ou como o próprio personagem disse: "Meus heróis não viraram estátua, morreram lutando contra os caras que viraram." O amor dos dois está sempre no meio dessas lutas, acredito que há um fortalecimento por isso.
O mais legal é o ponto final do filme. No futuro, que podemos apenas imaginar, porém o diretor lançou uma realidade que causa certo incômodo: a falta de água. Imaginar um mundo no qual temos que comprar água e há uma cota limitada é no mínimo incomodo. Mas nesse instante é que o filme faz mais sentido: no futuro. Talvez as coisas sempre voltem ao seu ponto inicial e nesse ponto, é que isso fica extremamente claro.
Uma história de amor e fúria é realmente incrível. Camila Pitanga e Selton Melo dando voz aos personagens principais mostram que também arrasam na dublagem. A única observação que faço é com relação a faixa etária, talvez não seja adequado para crianças menores já que muitas cenas são um tantinho explícitas demais. Fora isso, dou minha total recomendação!
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
A história de Selima e Jonatas
Pode-se dizer que Celima foi uma mulher muito, mas muito feliz. Pra começar ela era uma princesa muito bonita e em teoria se tornaria a rainha, já que seu marido, Jonatas, era o filho mais velho e por suposto, herdeiro legítimo da coroa.
Selima era de um país diferente do de seu marido, possuia uma cultura diferente, até uma religião diferente e crenças diferentes, o título de estrangeira atribuido a ela era dito com tom de ofensa. Na época em que os dois viviam, uma união entre duas pessoas assim diferentes não era permitida e não havia a menor chance de argumentação á respeito. Exceto quando uma das duas partes abdicava de suas crenças e aderisse às crenças do outro, foi o que Selima fez.
Ok, sei que vai haver uma que sempre vai questionar porque a mulher é que abdica ao invés do homem, mas lembro que estou falando de uma época em que mal se sabia escrever quanto mais discorrer de teorias de igualdade entre os sexos. Detalhes assim á parte, Selima abandonou seus deuses, suas crenças e idolatrias, já que amava muito Jonatas e queria casar com ele. Na época, todos se moviam constantemente montando acampamentos, já que haviam guerras consecutivas. Ainda que Selima fosse sempre doce e amorosa com todos, tinha que aguentar sua sogra que constantemente a atormentava, sempre com uma palavra de desconfiança com relação a sua origem. Era como se a qualquer momento, Selima voltasse a suas crenças originais e traisse seu compromisso com Jonatas.
Jonatas por sua vez amava Selima com loucura e a defendia das agressões da mãe. Ele tinha com sua esposa uma relação extremamente cúmplice, como soldado, herdeiro do trono, portador de valores que divergiam dos de seus pais, sentia uma pressão enorme sobre sua cabeça muitas vezes e desabafava com Selima, que estava sempre pronta para ouvir e aconchegá-lo em seus braços.
A rainha armou para minar a relação dos dois, eles tiveram uma briga mas logo se acertaram pois havia uma relação de confiança muito grande entre eles. Selima apesar do desconforto que sentia por causa de sua sogra tinha um sonho: o de ser mãe. No entanto, demorava para engravidar e implorava para que seu ventre se tornasse fértil para receber uma criança. Chegou a engravidar uma vez, contudo perdeu o filho ficando muito triste e desesperançosa. Jonatas a consolou, ficou ao seu lado como tantas vezes ela também o tinha feito.
Selima não perdeu a fé. Tanto que engravidou novamente e desta vez sua gravidez se seguiu até o fim, porém o destino ás vezes prega peças. Quando chegou a hora do bebê nascer houve um imprevisto e ela perdeu muito sangue, ficou tonta, quase desmaia e não consegue fazer o filho nascer. Podem haver teorias de doenças que podem ter acometido Selima, porém ela não resiste e morre, deixando Jonatas desesperado, não querendo nem ao menos pegar o filho no colo acusando-o de ter matado sua esposa.
Ainda que uma tragédia tivesse acometido a vida dos dois, Selima pediu ao marido que cuidasse do filho e morreu sorrindo. Ela ao ver seu bebê saudável, ao segurá-lo por uma única vez no colo e dar-lhe um nome, ela se sentiu a mulher mais realizada do mundo pois naquele instante, naquele pequeno instante, seu maior sonho tornara-se realidade. Jonatas ficou desolado por um tempo, porém logo se apegou ao filho e
Neste momento, em que muitas mulheres e correntes de pensamentos pregam legalizações de aborto e em muitos casos olhando outras mulheres que nunca o fariam como uma espécie de praga anti-evolução, acho que a história de Selima e Jonatas mostra o quanto um amor pode permanecer, mostra muito de esperança e sentimento verdadeiro. Selima queria muito ser mãe, ela já era realizada por ser esposa de Jonatas, mas um filho foi como uma graça vinda dos próprios céus. Os dois mostram que amor ás vezes é abdicar de certas coisas, ceder um pouco para uma harmonia maior.
Ela abdicou de suas crenças, suportou desconfianças e olhares maldosos; ao passo que Jonatas teve a coragem para assumi-la como sua mulher e tinha orgulho disso, orgulho do que Selima era e a amava cada dia mais. Os dois eram apaixonados e ao mesmo tempo cúmplices, sempre havia uma áurea de doçura quando estavam juntos. E ainda que o mundo dele houvesse desabado quando Selima morreu, logo viu que o filho era uma parte de sua esposa que ele teria para sempre.
A história deles merece destaque porque mostra fé. Fé que os dois tinham no amor, fé que Selima tinha que teria um filho e principalmente, fé em um sonho que se realiza e que rompe barreiras, até a da morte.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
O amor está em baixa MAS...
EU VOU CONTINUAR ACREDITANDO MESMO ASSIM!
Pode parecer revolta, porém é mais como ficar abismada. Tenho observado que muitos querem amar, mas tentam atrai-lo com vinagre ao invés de mel. Assumo a responsabilidade pelas possíveis críticas que vou fazer, tenho consciência de que não serão palavras boas e muito gentis da minha parte, mas totalmente sinceras.
O mundo está muito inserido e antenado nas guerras e chacinas que estão rolando soltas por aí. A gente passou a dar mais valor ao sinal de menos do que ao de mais, exceto quando tem dinheiro ou algo do gênero envolvido. Se o cão existisse, estaria muito satisfeito com boa parte de nós e com nossa ingenuidade que faz-nos afogar em nossa própria ambição e sangue. Aparecem pessoas querendo mais de vez em quando, pessoas que sentem seus sonhos e vão. O mundo, contudo, tem problema de por vezes colocarem em tais pessoas uma faixa de: Ria de mim porque sou um idiota!
Exagero? Acompanhe o raciocínio. Conte nos dedos as pessoas que realmente creem. E quando digo crer, falo em crer nas outras pessoas, crer que as coisas podem melhorar, manter um pensamento bom mesmo quando tudo está desabando. Gente boa que acredita no amor e valoriza ele sem menosprezar a dor do outro.
Noto que tem uma insensibilidade. Superar as coisas é necessário, importante para a evolução, todavia o meio nem sempre dá sua ajuda do modo correto. Seja a intenção que não é necessariamente ver o outro bem, rola um orgulho em alguns casos de ter tido a razão, dizer: Não falei? Uma satisfação pessoal, pode ser involuntária ou até inconsciente, ainda que seja em cima do outro. E se vangloriar de seu pessimismo consumado e aprendizado contorcido.
Não raro alguém termina algo. E quando falo terminar pode ser relacionamento, emprego, laço, algo que significava muito, que tinha uma real importância e lá vem alguém conhecido/amigo com um vibrador de presente e um convite de balada dizendo que é pra você se animar. Shakespeare se contorce no túmulo pensando onde enfiamos seus versos e frases. É, talvez tenha sido onde você está pensando.
O mais desolador é que nem é coisa de adolescentes irrefletidos, pra poder usar a desculpa que é um arroubo, impulso ou a velha frase: coisa de jovens. Quem vemos fazer isso são adultos, gente mais velha que pela experiência deveria ser mais compreensivo e respeitar mais as coisas. E mais do que desolador, é surpreendente que muitas dessas mesmas pessoas são aquelas que vão assistir Titanic dez vezes na Globo, mais dez vezes na Record, a estréia em 3D no SBT e quantas vezes passar na TV por assinatura mesmo sabendo que a velhinha Rose vai jogar o diamante de milhões de dólares no mar por ser uma lembrança importante do amor que viveu e que cabiam os dois naquela porta. Essas mesmas pessoas vão assistir Romeu e Julieta, na versão de 68 e de 96, suspirar com o amor deles ainda que já saibam que eles vão se suicidar e a culpa foi da falha de comunicação do padre.
Essa gente que menospreza a dor ou a trata como uma espécie de negócio ás vezes são exatamente as que no outro dia compartilham fotos bonitas de casais no facebook, histórias de pessoas que se casaram apesar das dificuldades, seja de saúde ou de estrutura, fotos de crianças com câncer e suas mamães que raspam a cabeça em nome de um amor que pessoas assim nem sempre compreendem. Eu tenho uma tese: coisas assim fazem essa diferença no mundo porque toca algo que se perdeu lá no fundo de nós, de boa parte de nós. Algo que foi soterrado com muitas camadas de pessimismo e descrença, como uma pele limpa e nova que quer surgir, mas está coberta por uma ferida cheia de pus que precisa ser tirada, PORQUE AMOR TEM HAVER COM ESPERANÇA.
E com tudo isso, ainda olham pra quem é romântico, sonhador como o Lenon descreveu em sua música, amoroso com desdém, desprezo e porque não dizer, nojo e depois se vangloriam em postar coisas do tipo: Quero amor mas não acredito nele nem nas pessoas que são todas iguais. Ou como um status de um amigo meu que achei simplesmente sensacional que dizia: "Não acredito nesse negócio de "quanto mais conheço o homem, mais gosto dos meus animais". Isso pra mim é falácia. Não importa se uma ou duas pessoas te magoaram, sempre vai ter alguém que vai gostar de ti. Pessoas são diferentes e é isso que importa, pelo menos pra mim. Eu não perco a fé nas outras pessoas desse jeito. Quanto mais eu conheço o ser humano, mais eu conheço o ser o humano e continuo gostando de gatos!" Eu poderia continuar falando sobre a atitude controversa que observo em muitas ocasiões, contudo acho que ficou bem claro como isso se chama.
Quem sabe um dia, possamos dizer livremente, sem vergonha, reserva ou ressentimento, como Seal em sua música: "Eu preciso de amor, o amor é divino. Por favor me perdoe, agora eu vejo que estava cego. Me dê amor, o amor é o que eu preciso para me ajudar a descobrir meu nome."
Feliz Dia do Irmão!
Irmão é o laço mais forte que se pode haver entre duas pessoas depois de filho-pais. É um laço que facilita evolução e se redimir de erros passados. Assim como fiz no dia dos namorados, selecionei uma galeria de fotos de irmãos famosos, cada um com sua história e modo fraternal. Há irmãos com os quais rola uma espécie de proteção, desespero quando o outro se machuca; há os que são extremamente cúmplices, nas traquinagens, nos acordos, até mesmo em planos escondidos dos pais, o que torna a coisa toda muito tocante e louvável, como no caso de Anna, Jess e Kate, do filme Uma Prova de Amor. Kate tinha câncer e queria morrer, fez então um acordo com os dois irmãos para que parecesse que a irmã mais nova não queria doar seu rim para salvá-la, é o exemplo de demonstração do quanto o amor de irmão é cúmplice e desapegado, diferente do que o amor filial ocasionalmente pode ser. Há irmãos que se provocam, que brigam, que rolam no chão e depois estão abraçados debaixo do cobertor contando piadas. Acredito que uma das frases mais marcantes que se pode ouvir ou perguntar é: "Você me ama, irmão?" Ser irmão é ser um melhor amigo dentro de casa para alguém que tem seu sangue.
Eu sou filha única, mas filhos únicos também aprendem a ser meio irmãos dos amigos. A gente cria uma cumplicidade, uma fraternidade para com o outro e também valorizamos a cumplicidade do outro. Como filho único isso é o máximo que a gente chega mas valorizo pra caramba uma relação de irmão legal e saudável.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Explicando o inexplicável: Tristeza
Tristeza é a AIDS da alma. É algo que abre portas pra uma gama de sentimentos negativos oportunistas que possuem o poder de destruir tudo por dentro.
Hoje os estudos dizem que tristeza é diferente de depressão, embora eu acredite que toda tristeza já é uma amostra grátis da doença. É algo que faz você ver tudo preto e branco e o torna incapaz de distinguir formas. Algo que o deixa cego, mas ainda assim vendo tudo o que se passa, só que de uma forma distorcida, tal qual o reflexo na água pego por ondas.
Tristeza pode levar sua alma a morrer ainda que em vida. É como um buraco negro que suga tudo que há em volta. Há muitos motivos para a tristeza, mas só ela já se basta. Milhares de estrelas explodem todos os dias, mas basta uma se tornar um buraco negro pra que aquele espaço deixe de existir.
É como um lago drenado, no qual nada permanece. Nem peixe, nem planta, nada...
Estar triste é como estar envenenado, sente-se a dor de uma picada no fundo das fibras o coração e também essa substância se espalhando e circulando por cada vaso sanguíneo do corpo. Há pessoas que sentem isso de uma forma tão intensa que é como se estivessem em um estado de quase transe, enxergam seus corpos, suas ações, fazem coisas, mas estão fora dele. Tristeza liga você em um piloto automático: continua atuante, mas com sorrisos de boneca e de olhos vazios e profundos como um lago do qual você não consegue enxergar o fundo.
É como o Jackie Frost. Ele mergulhou em um lago congelado e foi caindo cada vez mais, só sentindo a pressão aumentar e seu corpo congelar a medida que descia e lá ficou por 500 anos. O bastante pra esquecer quem era. A tristeza, se você sucumbir, faz isso com você.
Acredito, no entanto, que mesmo os sentimentos mais ruins, mais doentes, podem ensinar. A tristeza faz você mergulhar na escuridão e o deixa totalmente exposto a ela, tal qual um bicho-papão que escurece seus sonhos. Contudo, ela deixa que a luz mais visível também, se consegue distinguir melhor qual luz é capaz de tirá-lo daquele estado.
Ficar triste pode fazer você chorar, sentir dor, mas acredito que como o Jackie Frost pode ver a luz do homem da lua chamando-o, uma hora uma estrela também pode brilhar pra nós.
Desvendando os leoninos
Agosto foi o mês dos leões. E tal qual um mês que teve destaque por parecer eterno,um mês que tem por marca o que sucede as férias, os leoninos também possuem uma áurea de destaque. Assim como o leão é o rei da selva, essa espécie tem algo que a faz diferente e exuberante.
Leoninos costumam ser alegres e extrovertidos, são aquela gente que você bate o olho e gosta meio de cara, uma vez que ele são identificados pelo seu entusiasmo, pelo sorriso fácil e alegria contagiante. A cor dos leões é o amarelo e vermelho, cores vibrantes, sugestivas, o que lhes propicia um destaque natural, são pessoas que não só brilham pela personalidade, mas de certa forma tornam o ambiente mais quente e acolhedor.
O seu regente é o sol, os faz ter vontade de estar no centro, o que de certa forma natural já ocorre, uma vez que eles emanam alegria e luz, como um lindo dia de sol sem nuvens. Leoninos amam tudo o que propicia alegria no geral e se entusiasmam fácil com festas, boas companhias, coisas bonitas, sorrisos e gargalhadas.
Os leões tem uma uma necessidade de se mostrar. De firmar o que são e fazem questão que o mundo veja, seja no quesito beleza, competência, personalidade, eles querem levar seu destaque para onde passam. O que os leva normalmente a serem meio mandões, não no sentido ruim, mas gostam de manter tudo ao seu controle e domínio, afinal, um leão pode ficar sentado ao sol, mas precisa manter todo o seu bando ao alcance de seus olhos.
Não é surpresa que Deus ao criar os leoninos lhes disse: "A ti, Leão, atributo a tarefa de exibir ao mundo minha criação em todo o seu esplendor. Mas deves ter cuidado cm o orgulho e sempre lembrar que é minha a criação e não tua. Se o esqueceres será desprezado pelos homens. Há muita alegria em teu trabalho, basta fazê-lo bem. Para isso, eu te concedo o dom da honra." Pessoas de leão honram o que acreditam, independente do que seja e não tem medo do que vem em consequência disso. Elas não temem falar o que pensam, não temem botar a cara e se mostrar e não temem julgamento alheio. Tal qual seu símbolo, elas possuem um quê de intrépidas e destemidas.
Leoninos honram compromissos, seja de amizade ou amor. Costumam ser muito fiéis a isso, embora sejam muito exigentes com relação a reciprocidade e demonstrem independência. Mostram sua cara, porém querem que o mundo em volta reconheça seus feitos, sofrendo certa frustração quando isso não ocorre. Essa espécie tem um instinto de querer ter tudo em suas mãos, querem o poder de desenrolar os fatos, ter voz ativa, definitivamente eles não são o tipo de pessoa que fica só olhando, querem fazer e não são de calar.
Toda essa atitude, contudo, faz deles ocasionalmente pessoas espoletadas. O sol como regente e o fogo como elemento propicia isso. É comum a explosão, a impaciência, consequência de sua autofirmação. Pessoas de leão tem uma correspondência com realização pessoal, pode-se dizer que eles querem uma vida cheia de glória e prazer em todos os campos e honram esse desejo até o fim.
Essa espécie tem uma atração natural, são ótimos amigos e valorizam honradamente compromissos e condutas. Contudo, em momentos de fraqueza, logo seu céu se torna nebuloso e a queda dentro de si mesmo é visível, porém nada que seu sol e calor interior não contorne. E é por isso que essa espécie é muito especial.
* Dedico este texto á Verena Cavalcante e Maria Carolina, leoninas espoletadas que como o sol aquecem o coração
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