Oi! E aí? Como é que tá? O nosso país foi chacoalhado com tantas notícias chocantes de agressão contra a mulher. Para muitos é impossível não lançar logo um julgamento sobre os fatos, além de sentenças sobre, nos grupos que participo é quase um clichê algumas pessoas se manisfestarem de uma forma tão incisiva e agressiva com os outros. Por vezes sentimos a raiva vinda daqueles que não concordam e que acham que por você não concordar 105% é algum tipo de escória, isso pra mim é triste e não tem a ver com convivência em sociedade. Todos temos que nos respeitar, ainda que a opinião do outro seja diferente. Aqui vai uma pequena opinião sobre tudo.
terça-feira, 31 de maio de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Tutorial Jimmy AHS Freak Show Makeup Inspired
Oi! E aí? Na boa? Eu finalmente consegui editar o vídeo do Jimmy, de American Horror Story, Freak Show. Era outro projeto inacabado, porém eu estou adorando retomar meus vídeos, ainda mais com novos equipamentos, nova luz e mais vontade. Eu explorei o lado Bad Boy de Jimmy, por isso carreguei no esfumado. Espero que curtam!
- PELE
Base matte Quem Disse Berenice cor 09
Pó Avon Ideal Shade cor bege médio
Blush de tom rosado pálido
- OLHOS
Corretivo Luisance cor 09
Paleta Manly 120 cores tipo B
Lápis preto Ruby Rose
Máscara Duo Luisance
- LÁBIOS
Gloss Avon Color Trend Coral Vibrante
domingo, 22 de maio de 2016
Top: Mães de arrasar da ficção
Sabemos que mês de maio também é mês das mães, embora na presente data, já estejam pipocando anúncios de dia dos namorados, acreditei ser válido lembrar delas. Mãe é aquele ser adorável e amoroso que também pode ser uma fera quando o assunto é defender sua cria. Ou uma fera também quando se trata de disciplinar seus pimpolhos ainda que doa em ambos.
Ser mãe é aprender constantemente, aprender com o meio, com as pessoas e com os próprios filhos, acredito que ser mãe é sempre estar sempre posta a prova. E sendo confrontada em seus valores e capacidade de fazer o certo e o desejado. É ser cobrada pela sociedade e se cobrar também. Claro que cada uma faz do seu jeito e maneira, porém o objetivo é sempre dar o melhor de si e a melhor educação aos seus filhotes, por isso acredito que o modo elas o fazem tem sua validade. Daí separei algumas mães que ao seu modo, seja amoroso, severo ou cômico, desempenham magistralmente seu papel de mãe.
1. Rochelle - Todo Mundo Odeia o Chris
"Se você acha que eu vou deixar que os vizinhos digam que o meu filho é mal educado e que eu não sou uma boa mãe você só pode ter perdido o juízo". Roxelle é aquela mãe bem escrachada, desbocada, que tem seu próprio jeito de educar e fazer as coisas. Ora meiga, ora severa, não hesita em dar uns bons tabefes, surras com cintas feita de macarrão ou pegar o xarope quando seus filhos precisam. Contudo, é sempre com a melhor das intenções, para que seus filhos tenham uma boa educação, aprendam o valor do trabalho e respeito e com isso uma vida melhor que ela e seu marido Julius.
2. Molly Weasley - Harry Potter
Molly faz o estilo mãezona não só dos filhos mas dos amigos deles. Uma mãezona que não só cobre de mimos e carinhos, mas os protege. Quando Rony, Fred e Jorge resgataram Harry, depois da bronca ela logo acolheu a todos com um belo café da manhã, Harry ganhou presentes no Natal dela pois era o melhor amigo de seu filho, o maior medo de Molly era ver sua família machucada e claro, quantos não vibraram no cinema quando ao enfrentar Bellatrix ela disse a célebre frase: "Com a minha filha, não, sua vadia!". Com esse jeitinho doce e protetor, ela no decorrer mostrou que a força e amor maternos são muito poderosos e nunca devemos subestimá-los.
3. Lily Potter - Harry Potter
Se Molly faz o estilo mãezona, Lily fez o estilo leoa. É a velha história de como se pode enfrentar a fúria da natureza de uma mãe leoa defendendo sua cria. "Harry, você é tão amado. Harry a mamãe ama você, o papai ama você. Harry fique a salvo, seja forte." Lily não pensou duas vezes antes de se colocar na frente do filho para protegê-lo, tudo provavelmente acabaria ali se ela não o tivesse feito. O amor foi tão grande que a maldição de Voldemort ricocheteou e Harry teve uma chance. A maioria das mães se identifica com isso, com esse instinto de "faça comigo, mas não faça com ele", de não se importar em sentir dor desde que suas crias estejam a salvo. Lily perdeu a vida, mas para ela não houve um arrependimento sequer pois Harry sobreviveu.
4. Fada madrinha - Cinderela
Mas a Cinderela não era órfã de mãe? Exatamente! Um dia desses estava vendo o filme novamente e me passou isso pela cabeça. A Fada Madrinha quando aparece para Cinderela daquela forma tão maternal de afagar a cabeça na hora do choro faz pensar que ela sempre esteve ali, que de algum modo ela a conhecia desde sempre. E se fosse a mãe dela que tivesse se transformado numa fada para dar-lhe ajuda e consolo nos momentos de dificuldades? Aquele aparecimento no momento em que Cinderela mais precisava, na hora que ela mais queria algo e parecia ter perdido a fé é bem oportuno. Ajudas de mãe, com certeza.
5. Malévola
E falando em sentimentos maternais, não poderia deixar de citar a Malévola. Ela não era mãe de sangue de Aurora, na verdade dizia que a odiava, mas não se pode negar que seu coração partido, cheio de revolta foi curado pelo amor verdadeiro que sentia pela menina. Um amor sem interesses, profundo, que tinha todo aquele instinto de proteger da maldição que ela mesma lançara e se encheu de arrependimento quando esta se concretizara. Afinal, Aurora "roubara o que havia restado de seu coração e enquanto vivesse, nenhum mal aconteceria a ela".
6. Freya - A Rainha do Gelo e o Caçador
Pode parecer estranho citar uma vilã, mas talvez toda a maldade, raiva e ódio de Freya derivou de um amor que ficou enfermo devido a decepção. E parte desse amor era o amor de mãe pela sua filhinha que se frustrou por uma perda. Ela estava com seu coração totalmente preenchido pela filha recém-nascida, não se importava de não ter poder nenhum como as outras mulheres da sua família, porém por uma armação, o quarto de sua filha foi incendiado e a criança morta. Nesse momento, o amor escureceu e ficou dolorido de tal forma que uma porta foi aberta e ela liberou seu poder de gelo. Acredito que o fato dela tirar crianças de seus pais e formar um exército de certa forma a fazia se sentir preenchida por o mínimo amor que ela havia perdido. Uma mãe que perde um filho por mais que se recupere sempre tem uma parte dentro de si que fica dolorida e meio escura como uma cicatriz.
7. Chi-Chi - Dragon Ball Z
"Ahhhhhh, meu filho se transformou em um rebelde!" O fato dos filhos estarem entre os homens mais fortes do universo não importava, aquele cabelo loiro faria com que os outros pensassem que eles eram de alguma gangue e isso era péssimo! Brincadeiras a parte, Chi-Chi é uma mãe durona e ao mesmo tempo protetora, mesmo menino, Goten já recebia lições dela de luta pra ele ser forte. Ela era muito preocupada com educação também, queria que Gohan estudasse muito pra ser uma pessoa inteligente e importante, mas não deixava de proteger os filhos mesmo eles sendo supersaiajins. Acho que é muito daquilo de saiajin ou não, pra mãe filho nunca deixa de ser bebê.
8. Bulma - Dragon Ball Z
Bulma era uma mãe mais moderna, mas nem por isso deixava de proteger sua cria. Talvez por ser independente, transferia isso para seus filhos também. Trunks e Bra podiam até ser meio mimadinhos de início, porém eram bem educados e com grandes valores. Com uma mãe que transferia segurança e um pai meio orgulhoso, não podia ser muito diferente.
9. Marge Simpson - Os Simpsons
Marge é uma mãe amorosa que vive para seus filhos, a casa e o marido. Talvez merecesse mais destaque uma vez que quando há trapalhadas do Homer, é ela quem segura as pontas. E merecia mais valor e atenção dos filhos também. Acredito que Marge é a personificação de que o amor por mais difícil que seja a situação e mais atrapalhada que seja uma família ainda pode resolver tudo.
10. Dona Florinda - Chaves
Dona Florinda é uma mãe muito preocupada com seu tesouro, isso ninguém pode negar, contudo é fato de que por excesso de amor ela peca na imposição de limites, por isso Kiko sempre acha que pode fazer tudo, se achar melhor que seus amigos na vila e exigir sempre os melhores brinquedos. Ainda assim, é inegável que em alguns episódios ela exerce bem sua autoridade de mãe e passa alguns ensinamentos de valor ao filho como por exemplo o de dividir as coisas com os outros.
11. Elinor - Valente
"Eu sou a rainha! Você ouve a mim!" Elinor era meio intransigente e muito severa quanto ao que esperava que Merida fizesse. Por ela ser a rainha, queria que sua filha seguisse seus passos e se portasse como uma dama, mesmo a menina possuindo um coração selvagem. Não suportando ser desafiada, foi preciso um feitiço e uma série de desventuras para que ela entendesse que devia aceitar Merida como era. A cena do urso atacando a princesa e Elinor correndo em seu socorro mostra que não importa o quão mãe e filha sejam diferentes, em nome do amor podem mudar e resolver suas adversidades.
12. Bellemere - One Piece
"Eu decidi que vou ser mãe dessas duas crianças" Bellemere era uma jovem indisciplinada da vila kokoyashi, decidiu que ia ser marinheira e sair combatendo piratas por aí. Numa batalha em que ela ficou entre a vida e a morte viu duas meninas perdidas. Pegou as duas e levou para sua ilha, só que decidiu ser mãe delas ao invés de deixá-las com o governo. Do jeito brincalhão e em meio a dificuldades financeiras, ela sempre ensinou às suas meninas Nojiko e Nami que meninas precisam ser fortes também. E quão grande era sua força que quando Arlong invadiu a ilha exigindo impostos pelos moradores, ela não tinha o suficiente para as três e se sacrificou em nome das filhas.
13. Kala - Tarzan
Uma mãe ferida pela dor da perda de seu filhote ainda tinha amor suficiente para dar a outro mesmo que sendo de outra espécie. Ela protegia Tarzan de Kerchak, ela cantava para que ele não tivesse medo, ela dava a ele muito amor mesmo ele sendo diferente, para Kala os dois tendo coração já bastava. E quão não foi a gratidão de Tarzan quando mesmo tendo chance de se unir aos outros da civilização disse à Kala: "Não importa o que aconteça, você será sempre minha mãe".
14. Mortícia Addans - Família Addans
Mortícia é uma mãe gótica, excêntrica e muito divertida. Do jeito dela meio mórbido educou seus filhos Feioso e Vandinha colocando o bam estar deles em primeiro lugar. Sem nunca perder o clima sensual com seu marido soube criar os filhos e se preocupa com eles de sobremaneira, claro, com aquele tom em preto e cinza. "Você se preocupa com sua filha? Você se importa com o estado mental dela? Você quer que ela faça uma besteira e passe o resto da vida tomando medicação pesada?".
15. Frigga - Thor
Frigga é como a deusa mãe. É um excelente exemplo de como o amor pode se expandir de tal forma que passa por cima das imperfeições dos filhos, ainda que não se deixe de puni-las. Mãe legítima de Thor, mãe adotiva de Loki, não deixou de amar o segundo por um instante sequer, mesmo ele não sendo legítimo, mesmo ele traindo o rei e se aliando a um exército que quase destruiu a Terra, mesmo ele tendo sido condenado à prisão por toda a eternidade, ela ia visitá-lo, levar livros para ele e conforto. Loki era resistente e teimoso, mas durante o funeral de Frigga, a parte que mais dói é aquela na qual Loki quebra sua cela ao saber da morte de sua mãe adorada.
16. Beatrix Kiddo - Kill Bill
Beatrix levou a questão de ser leoa muito, mas muito a sério. Achando que sua filha não nascida havia morrido no atentado que Bill promoveu à ela, partiu em uma busca desenfreada para matar todos os assassinos integrantes de sua antiga organização. O que ela não contava era que sua filha estava viva e quando a reencontra, os olhos arregalados e as lágrimas não tiram por total a sede de vingança mas recobram um pouco do amor que Beatrix julgava perdido para sempre. Um filho não muda ninguém, mas por um filho, uma pessoa pode mudar. E a saga dela não podia terminar com frase mais simbólica: "A leoa recuperou sua cria e toda a selva está em paz".
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Unboxing de maio - Muitas wigs!
Oi! E aí? Como é que tá? Finalmente fiz meu vídeo de unboxing do que recebi em maio. Confesso que estava muito ansiosa pela chegada dessas coisas. Algumas eu queria logo ver e experimentar. Queria agradecer ao Rafael-Thalita pelos sais da Elektra e a Jéssica, pelas wigs. Eu já conhecia a Jéssica, porém a Thalita também se revelou uma vendedora muito atenciosa e prestativa. Como disse a moça que vende avon: eu pareço uma criança ansiosa por um brinquedo novo.
1. Perucas
- Loira longa
- Castanha longa
- Marrom escura
- Colorida com maria chiquinhas
- Rosa longa
- Vermelha com ponitail
- Castanha com mechas azul e verde
2. Sais Elektra versão Marvel
3. Perfume Avon Surreal Sky
4. Batom Avon Ultramatte cor Pêssego Matte
5. Anke boot - Enjoei
6. Casaco preto - Enjoei
quarta-feira, 18 de maio de 2016
INTERPRETAÇÃO DE TEXTO, DISCUSSÕES, BLÁ, BLÁ, BLÁ
Oi! E aí? Na boa? Considerando um bocado de discussões que vi em grupos de facebook e coisas fora, percebo que por vezes algo é dito, porém quem recebe, o faz de um jeito totalmente diferente da intenção da mensagem original. Isso gera muito problema, pois brigas são travadas, xingamentos proferidos e um grande desperdício de energia. Enfim, espero que curtam! Se inscrevam no canal!
domingo, 15 de maio de 2016
Cancerious Fala: A INTERNET FICOU LOUCA
Fala aí! Como é que tá? Na boa? Realmente as coisas no nosso país atingiram um nível inacreditável. Desde o processo para tirar a presidente, rolaram campanhas, co-campanhas e re-contra campanhas, cada uma expondo pontos de vista e algumas bem exageradas. A internet ficou maluca my friends! É tanta campanha pipocando que você fica sem saber pra onde vai ou o que compartilha. Só não vale ser chato com os amiguinhos, fica a dica!
terça-feira, 10 de maio de 2016
Fanfictions e romantização do inrromantizável
Como muitos sabem, além de autora de post, youtuber, sou revisora do site de fanfictions Nyah. Comecei em 2008 numa madrugada buscando por fotos de casais e me deparei com uma capa de Sakura e Sasuke. Resultado: varei noite adentro lendo e não parei mais. De lá pra cá, com o advento do facebook e outras redes sociais, muita coisa mudou e algumas surgiram. Em especial discussões sobre temas de fics, os quais variam desde o romance mais água com açúcar até aqueles bem polêmicos.
As maiores discussões atualmente giram em torno de feminismo, racismo, objetificação da mulher e romantização de estupro e/ou temas que não devem ser romantizados. A comoção é tanta que verdadeiras sagas discursivas surgem de um único post. E misturando opiniões de vários tipos de pessoas de várias correntes e vertentes. Alguns levantam verdadeiros problemas sociais, outros voltam à simplicidade de que é somente uma fic e escrever algo polêmico não faz de nenhum autor algum incitante a atos ilícitos.
Acredito ser pertinente antes de mais nada definir alguns termos, para que se entre no mérito de certo ou errado. "Estupro" é a união não consensual. Não importa se é entre um casal hétero, homo masculino ou feminino, se nesses dois indivíduos, um disser não; não quiser entrar no clima ou não estiver sequer em condições de responder, é estupro. Se for violento ou não, é um detalhe, o que conta é o não envolvido. "Romantizar" é tornar uma situação, seja qual for, bonita, romântica, admirável ainda que utópica.
Logo "romantizar o estupro" é como tornar o sexo não consensual algo bonito e encantador. Por exemplo, imaginemos uma fic na qual uma moça é violentada pelo amigo ou por um parente. No caso de não ser violento, ela se sente humilhada e violentada, no caso de violência, há a dor e o trauma. Contudo, após passado algum tempo, a vítima começa a se afeiçoar ao agressor, desenvolver paixão e se excitar ao pensar no mesmo. É nesse ponto que o caos começa.
De um lado há os autores afirmando que fics são ficções, as quais não possuem qualquer relação com a realidade nem reproduzem opinião e conduta pessoal do autor por mais chocante que seja o que está escrito. Por outro lado, há os que condenam regiamente qualquer romantização do ato (abominável) e que se valem do argumento que ainda que ficcional, uma obra tem influência sobre os que com ela têm contato e que só a mera escrita de algo dessa natureza já é uma ofensa a quem foi estuprado ou sofreu algum tipo de abuso.
Quando se trata desse assunto, sempre digo que há duas linhas de pensamento e algumas dualidades, quem sofreu algum tipo de violência não é a única variável nessa equação. Há vários pontos a se considerar: o primeiro é de uma pessoa que se ofenda e não se sinta a vontade para ler uma fic dessa natureza, porém opta por não ler simplesmente. Há os que repudiam sumariamente a romantização do estupro e outros afirmando que influenciam os leitores e acusam os leitores de falta de empatia. Acredito que há também o ponto de que o autor é livre. Não se pode censurar idéias. E em se tratando de fics, que em grande parte são tão reais quanto você receber uma coruja com uma carta de uma escola de bruxaria, você pode dizer que não gosta, não ler e não apoiar, porém não tem poder nem autoridade para mandar o autor não escrever ou tirar a fic do ar. Isso fora as acusações de não empatia, insensibilidade, incitação ao crime e diagnósticos psiquiátricos de "insanidade", "depressão" e "loucura".
Acredito que há um problema sério aí. E o fato de leitores se ofenderem é só um deles. Há problemas de interpretação. A questão de você falar que gosta de ler ou escrever fics que contenham estes temas por vezes faz o outro receber isso como "Não me importo com quem viveu essas situações" e tomando por base as discussões, o indivíduo não direciona a ninguém mas quem se sente ofendido chega até a exigir retratação. O que me parece exagerado. Afinal, pensemos: alguém que fala de uma preferência só é responsável pela sua própria fala. O outro pode se ofender e criticar, mas não tem o direito de ofender o colega. Já dizia Gandhi: "Ninguém me ofende se eu não permitir".
Por outro lado, dá pra compreender que alguém que viveu uma situação tão extrema como estupro ou algum trauma se toque e se incomode mais do que os outros quando lê isso refletido numa fic. É totalmente aceitável e não dá pra tirar a razão da pessoa. Nesse momento, como o autor não pode ser castrado e alguém se ofende, como resolver? Nas mesmas discussões, vi propostas interessantes. Uma delas é o velho "não gosta, não leia". Eu não curto incesto, mesmo entre meus personagens favoritos, logo quando vejo a tag lá, passo direto e nem abro. Contudo pode ter o mérito de "algumas fics tem títulos fofos, porém um conteúdo horrível", nesse caso o autor pode se valer de um recurso chamado "aviso preliminar". Ele avisa sobre tudo que sua fic contém, se o leitor continua ou não, é por sua conta e risco.
Depois de todas as discussões do Nyah, percebo que algumas coisas precisam ser esclarecidas, até para que os leitores e escritores se respeitem mais nas discussões, pois a razão de eu levantar esse questionamento foram as constantes conversas que atingiam níveis estratosféricos de ofensa, falta de educação, soberba e arrogância. Precisamos perceber que um autor pode escrever sobre um tema delicado romantizando-o, mas isso não significa que ele não saiba que na realidade não é assim ou seja algum tipo de insensível desgraçado. Um leitor pode se ofender com isso, porém não é obrigado a ler nem exigir que o autor retire. Um autor pra evitar tretas resolve tudo com um aviso no início do capítulo já que não tem como adivinhar que traumas quem está lendo tem. O leitor pode não concordar e criticar porém nunca castrar as idéias do autor e ofendê-lo.
E assim, com essas pequenas dicas, amigos escritores e leitores, vamos caminhando rumo a um mundo de fanfictions melhor.
domingo, 8 de maio de 2016
Qual a função de um filho?
Recentemente vi uma reportagem com uma repórter que fez questão de escrever que não desejava filhos e explicou todos os motivos para tal. Segundo ela, ao acompanhar todas as crises psiquiátricas da mãe, percebeu que não queria assumir mais esse papel de ter que cuidar de alguém, uma rotina de noites mal dormidas e preocupações. Ainda acrescentou que amor é amor e que ele existe em tudo que é feito de coração e não se culpa por querer manter a liberdade das pequenas coisas.
Até aí tudo bem, afinal na era em que vivemos a mulher pode escolher, o útero é dela e numa frase escrachada, porém verdadeira, ela faz o que quiser com ele. Assim como muitas mulheres tem a mesma ideia de não ter filhos a repórter faz parte dessa parcela que não vê a maternidade como algo que possa complementar a mulher, ainda que boa parte dessas mesmas mulheres tenham complementado a vida de alguma mãe.
A aversão mais comum é com relação aquela imagem romantizada da maternidade, de que uma mulher não pode se sentir completa sem filhos. Ou que a sociedade impõe isso de uma forma como se a mulher fosse realmente obrigada a ter um bebê, claro que para isso se utiliza daqueles argumentos voltados para o fato de se a mulher numa hipótese ficar só, quem cuidará dela? Eu pessoalmente não concordo com isso. Por experiências em asilos e hospitais, não é garantia que você não será abandonado, plantando amor ou indiferença, não é garantia. E você pode acabar sim sozinho em algum canto.
Outra aversão comum é com relação aos gastos. Mas nessa eu realmente devo dizer que as moças se excedem. Algumas dão claramente a impressão de que filhos são um ralo de dinheiro e o pior: somente isso. É como olhar pra algo e dizer: não devia ter comprado isso, aí quer devolver, mas não pode e toda vez que se encara, é como se encarasse um estorvo. Só que com uma diferença básica: falam assim quando se referem a um bebê. Algumas mostram mesmo a cara dizendo que preferem gastar com outras coisas e não hesitam em rotular as que são mães como "mulheres que tem uma vida miserável com catarrentos nas costas", eu admiro pessoas que colocam as cartas na mesa, concordar e aplaudir é outra história. Afinal, se essa obsessão pelo que se gasta e com o que não for caracterizada como materialismo e um tiquinho de mesquinharia, não sei bem o que é.
Filhos gastam sim, mas se alguém não os tiver vai gastar consigo mesmo e com métodos anticoncepcionais. Se não gastar consigo, vai gastar com outra pessoa que goste, com bens materiais. E se numa hipótese a descriminalização do aborto fosse aprovada, se gastaria com médicos e com remédios pós-procedimento, portanto, dinheiro por dinheiro, se gastaria de qualquer jeito.
É importante deixar claro que muitas que não desejam filhos ainda que adotem uma postura de que a mulher moderna precisa ter poder de escolha por vezes parecem não saber nada sobre outras mulheres, também modernas, que escolhem diferente delas. Filhos não são um estorvo. Filhos não são um ralo de dinheiro. Filhos não são uma coisa suja que você precisa ter nojo só de ouvir o nome. Não esqueçamos que nascemos de alguém. E provavelmente, essa pessoa não nos olhava com nojo.
As mulheres e mães usando seu poder de escolha também optaram por condutas diferentes hoje em dia. A imagem aversiva que muitas tem da mãe cansada, sem banho e sem maquiagem já mudou. Pode existir em muitos momentos, é verdade, porém diferente do que vi no post da jornalista e que muitas colocam, quem opta por ser mãe não tem como um destino inevitável e cruel o de ficar baranga, gorda, falida, com uma vida atravancada sem nunca mais se divertir ou ser ela mesma, deviam rever seus conceitos. Pois muitas incrivelmente conseguem ser elas e fazer o que gostam e ainda experimentam a sensação de ter um filho.
Tirando os comentários de moças que parecem se sentir numa esfera superior da humanidade por optarem pela não maternidade, toda essa discussão levanta o seguinte questionamento: Qual a função de um filho?
E filho estou me referindo a uma criança. Nada contra as mães de bichinhos, porém não se pode negar que criar um gato ou um cachorro é mais fácil, afinal, eles precisam do básico: comida, banho, casa e carinho, que varia de acordo com o dono, você não precisa lidar com expectativas, incertezas se eles seguirão um bom caminho, contradições de educar e eles escolherem um caminho diferente ou que você não concorde, o máximo é ele comer na casa do vizinho e recusar a ração que você dá. Voltando a função do filho, já ouvi várias respostas e muitas não condizem com o ponto em que a humanidade está. Por exemplo, a perpetuação da espécie. Há milhões de anos atrás, era compreensível que se tivesse um quase desespero para ter um filho, a espécie estava se firmando no planeta, cada gestação e criança nascida era uma vitória. Hoje, já não há essa necessidade desesperada de passar seus genes adiante, há muitos no mundo, a espécie humana já sobreviveu a guerras, acidentes nucleares, chacinas e ainda há existe um bocado de homo sapiens.
Outros falam que filho tem a função de formar família. Ora, uma família é formada por laços de amor entre pessoas, logo não se precisa precisamente de um filho para um grupo de pessoas ser chamado de pessoas. Há amigos que se denominam família, colegas de trabalho, vizinhos, comunidades, havendo esse amor e essa interatividade, há família. Sei que nesse ponto se perguntam aonde eu quero chegar, porém a resposta é mais simples do que parece: a função de um filho é aprender.
Um filho dá aprendizados diferentes sobre praticamente tudo. Sobre amor, um filho coloca os pais a prova de quando o amor pode ser prejudicial, de quando o amor se torna permissivo a tal ponto que possa gerar danos, faz perceber que dizer não também é um modo de demonstrar amor e afeto, ainda que doa ver o filho chorando.
Um filho dá o aprendizado sobre paciência. Uma conduta que permite mesmo que se chateie de relevar choros durante a noite, perceber que há tempos diferentes para cada desenvolvimento, aprender que os bebês que causam tanta aversão em alguns um dia crescem e seguem o próprio caminho.
Um filho faz pais aprenderem sobre o próprio ato de ensinar. Ensinar o que é certo ou errado e mesmo assim lidar com o fato de que filhos não são propriedades e podem escolher um caminho diferente, sem deixar de lado boas condutas. Porém caso se ensine e o filho se desvie, os pais são postos a prova de não sentir culpa mas também reconhecer erros de seus pimpolhos. Quando se torna pai e mãe, há sempre o confronto de coisas tão julgadas nos filhos dos outros mas que quando se voltam para os seus por vezes são relevadas.
Um filho dá um aprendizado sobre você mesmo, sobre medos, expectativas, sobre amá-lo independente de que caminho ele siga, do que ele escolha ser, independente de sexualidade, profissão, defeitos mas ainda assim impor limites e passar valores.
Já que um filho tem por essa função fazer seus pais aprenderem especificamente sobre muitas coisas, é perfeitamente compreensível que muitos não queiram ter esse aprendizado. Quem quer não os torna melhores, mas indiscutivelmente aprendizes diferentes.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Make inspirada em Beast Wars - Violência
Finalmente consegui terminar a série de Beast Wars! Fico muito orgulha porque tudo começou com Beast Wars, um belo dia depois de assistir a série eu comecei a ver como as cores dos robôs eram interessantes, eu já queria voltar a fazer vídeos, tinha deletado os que eu já tinha feito. E quando fiz o do Optimus, coloquei no ar e me dispus a aprender mais, sobre edição, programas, luz... E a cada vídeo ia aprendendo e melhorando mais a técnica também, estou muito feliz porque acima de tudo criei segurança pra ser eu mesma e mostrar isso nos vídeos. Afinal, o Cancerious 4 é um reflexo de mim enquanto canceriana, enquanto pessoa, enquanto pessoa que adora cores, enfim, um oceano incrível. Aqui está o último dos looks inspirados em Beast Wars, Violência. Embora ele seja bem cruel, violento, o look ficou até bem fofo. Espero que curtam e agradeço de coração todo o apoio dado por estes anos de Cancerious!
1. Em primeiro lugar, fiz a pele com aquele trio mágico de primer, base e pó.
2. Depois na pálpebra móvel, no côncavo e abaixo da sombrancelha usei uma sombra cor de pele, meio como que fazendo uma tela em branco.
3. Apliquei uma sombra lilás na pálpebra móvel depois disso
4. No V externo, optei por uma sombra vermelha, que foi a vermelha da Yes Cosmetics
5. No côncavo, apliquei uma sombra também vermelha, porém o tom dela era puxado para o rosado
6. Pra finalizar a parte das sombras, apliquei um verde brilhante nos cílios inferiores.
7. Passei o lápis abaixo da linha d'água pra dar mais destaque e a máscara de cílios
8. O blush foi de um tom neutro
9. O batom foi um vermelho rosado que eu tirei o excesso com batidinhas
- PELE:
Primer Lebruce acetinado
Base Any Color oil free cor 03
Pó compacto Avon ideal shade cor bege médio
Blush rosa neutro
- OLHOS
Fixador de sombras yes cosmetics
Paleta de sombras 88 cores matte
Paleta caseira de sombras - utilizei a vermelha da yes cosmetics
Paleta Luisiance MB2122
Lápis para olhos Lebruce
Máscara para cílios Duo Max Luisiance
- LÁBIOS
Batom Avon Color Trend cor Vermelho Cereja
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