terça-feira, 19 de dezembro de 2017

5 coisas insuportáveis nas redes sociais em 2017



Olá pessoas! Não sei se perceberam, mas faltam pouco mais de 10 dias para acabar o ano e mais do que aprendizados, mais do que as partes legais, quero falar das coisas tortas, em especial as coisas mais insuportáveis que convivi e muitos conviveram esse ano. 2017 foi um ano bem complicado em termos pessoais, políticos, sociais e etc., mas é fato que as redes sociais, em especial o facebook teve seus dias de chatice, de super exaltações porém como tudo na vida foi passageiro, pelo menos até a próxima polêmica. Não se pode culpar, afinal, o mundo é tão dinâmico que tudo muda em segundos, contudo no meio dessas mudanças, se deve falar de algumas condutas das pessoas que são realmente difíceis de lidar.

1. Exaltações desnecessárias: no facebook não faltou notícias que causaram rebuliço, desde que aprovariam a PEC proibindo aborto em caso de estupro fazendo as feministas (e chatinistas) praticamente levantarem armas contra o mundo até notícias de que o furacão dos EUA chegaria por aqui, fazendo gente começar a estudar sobre condutas em desastres e primeiros socorros. Isso sem contar notícias de mortes de famosos, teorias da conspiração sobre crimes e explicações para acontecimentos baseados em coisas absurdas. No fim, como quase sempre, foi só alarme falso, como se não soubessem que aqui as coisas são a passo de formiga e demoram pra se resolver, logo mais vale tomar uns drinks e não sofrer por antecipação.


2. Pessoas sindrômicas: Duas em específico. Síndrome de Veruca Salt, aquelas pessoas que querem as coisas de qualquer jeito, pedem pros pais ou quem que seja intercederem ou darem jeitos pra isso, são cara de pau e acham que o mundo é trouxa de não perceber. E quando percebe, acusam de inveja ou dor de cotovelo ou recalque, ou algo do gênero. Foi perceptível em todos os nichos, muitas pessoas fazendo de tudo pra conseguir o que queriam. E pensavam que o mundo tem que se curvar às suas vontades.
E Síndrome de Kiko. Nossa! Me lembro de duas situações em específico, é aquela pessoa que quer parecer mais que as outras, um verdadeiro pavão. Em algumas discussões, certa vez do nada a pessoa solta: "Sou advogada e feminista", sendo que ninguém perguntou nenhuma das duas coisas. Digo que escrevo num blog e a pessoa vem discursar sobre como escreveu um livro e vai ser lançado por editora tal. Gente, é como se o Kiko tivesse reencarnado em algumas pessoas e estivesse sempre ávido pra mostrar sua bola enorme ao mundo partindo do pressuposto que todo mundo quer ver. Quando alguém faz tanta questão de mostrar o que é, marcas que usa e seus exageros, essa pessoa tem grandes chances de estar querendo atrair companhias, mas ela mesma por si só não bastar pra ser uma companhia das boas.


3. Ameaças infantis: Não sei bem porque as pessoas andam brincando com algo tão sério, direito é algo louvável, porém tem gente que parece achar que não e pensa ser bagunça. Percebo que infelizmente muitos profissionais da área andam nessa vibe ou incentivando outros a tal ou pessoas andam na vibe de ameaçar as outras por pura falta do que fazer ou canalhisse, eles falam com um tom pra assustar, se mostrar e fazer com que muitos fiquem retraídos com medo de um "processinho nas costas". Certa vez, uma que nunca vi mais quadrada, foi no meu privado me encher dizendo que expus ela no meu perfil pessoal (o.O), o qual ela nem estava adicionada, dizendo que ficaria ridículo no trabalho dela, sendo que nem sabia onde trabalhava. Detalhe, eu havia criticado uma atitude que vi numa discussão e nenhum momento a citei. Disse que sentia se ela tinha se sentido ofendida, mais por educação porque o que esse tipo de pessoa quer é sempre se sentir por cima. Pessoalmente falando, se eu fosse da área do direito, iria querer resolver aqueles casos grandões, que envolve aquele pessoal da pesada, afinal, existem muitos casos de latrocínio, sequestro relâmpago e homicídios não solucionados no Brasil, a justiça tem coisas muito maiores do que pessoas que não sabem resolver suas próprias picuinhas e acham que tudo é indireta. Portanto, para esse tipo de pessoa não dedique tempo nem energia, bloqueie.

4. Confusões ideológicas: Eu já havia dito que interpretação de texto e falta de senso são duas coisas em falta hoje. E tendo em vista que algumas pessoas se valem de sua ideologia pra mostrarem todo seu mau caratismo sob a desculpa de estar seguindo ela, as duas coisas citadas acima se tornam mercadoria cada vez mais rara hoje em dia. Certa vez, ouvi algo como: "Que tipo de feminista é você que expõe mulher?". Pra mim dizer algo assim é a mesma coisa que "sou alérgica a leite, não posso pintar quadros". O fato de você seguir uma ideologia, seja ela qual for, não é dar aval pra que fique cego a condutas ruins de outras pessoas da mesma ideologia, neste exemplo, se uma mulher estiver se mostrando uma cretina, o fato dela ser mulher não é prerrogativa para que as outras passem a mão na sua cabeça. Não sou grande fã do Cazuza, mas lembro-me que ele disse que queria viver uma ideologia e não usar uma pra ser um cretino livremente e sem reprimenda.


5. Hipocrisia disfarçada: Sabe aquela pessoa que escreve " Não sou da paz, vou brigar mesmo, quero que se danem e se ferrem todos!" e logo depois coloca foto de igrejas fazendo discursos de fé? Pois é. Esse ano o que não faltaram foram pessoas que pareciam uma pedra de Césio 137. Bonitas por fora, pareciam lutar por causas justas, mas quando você se dá conta elas eram altamente tóxicas, que contaminavam o ambiente a sua volta com agressividade e falsas concepções. As pessoas que faziam algo nocivo e esperavam aplausos. E em tempos de Clara, de O outro Lado do Paraíso, deviam saber que a menos que seja milagre ou um fenômeno, é quase impossível se plantar abacaxi e colher morango.

Nenhum comentário:

Postar um comentário